Finland knows that Socialism works.
They house all the homeless people, and have the least in the world.
They closed all paid Education in 1976 and now have the best education system in the world.
They are the happiest country in the world.
Be like Finland.
Quem não quer ver Lula reeleito, já que não há mais Bolsonaro nem crise econômica ou alta do dólar para explorar, resolveu investir na nova pauta da vez: a segurança pública. Passaram a ecoar o discurso dos governadores de direita e a demonstrar uma inquietante simpatia pela carnificina que deixou 120 mortos no Rio. Para dar corpo à narrativa, forçam a barra para culpar o governo federal, atacam o STF e fingem ignorar que a Constituição atribui o combate ao crime aos estados. Fingem também esquecer que são esses mesmos governadores de direita que travam no Congresso a tramitação da PEC da segurança pública. Por que “esquecem”? Porque precisam fabricar uma culpa que não existe — deslocar para Brasília a responsabilidade que é deles, para desgastar o governo e dificultar a reeleição no ano que vem. No fundo, trata-se da velha tática da direita brasileira: explorar o medo, distorcer os fatos e transformar tragédia em palanque eleitoral.
A tortura e as mortes no presídio de Ilha Grande criaram o CV nos anos 80.
O massacre do Carandiru gerou o PCC nos anos 90.
Toda violação de Direitos Humanos volta em forma de mais violência.
Décadas nisso e ainda tem imbecil que defende essa porra como solução pra segurança.
Imagine se o Brasil, cuja política externa é liderada por Lula, Amorim e Vieira, tivesse feito aquilo que os meios de comunicação e as redes sociais bradavam? É preciso começar a identificar os lobistas entre nós - cuja voz ressoa nas crises, mas desaparece quando a solução vem.
CEO-to-worker pay ratio in 1965: 20-1
CEO-to-worker pay ratio in 1990: 75-1
CEO-to-worker pay ratio today: 280-to-1
Trickle-down economics was always a sham.
Nothing has ever trickled down.
A imprensa acha lindo que alguém dê lição a Lula sobre como se comportar. Zelensky era useiro e vezeiro na prática: bastava abrir a boca e já chegava um microfone brasuca.
O imperialismo de Trump é o mais descarado e ousado na América Latina desde a tentativa de invasão de Cuba na década de 1960. Maduro é um ditador ilegítimo e abjeto, mas essa ilegitimidade não autoriza intervenção estrangeira para instituir em seu lugar um governo fantoche. Quanto mais com essa mentirada de que o madurismo comanda um cartel de drogas, pretexto que pode servir para derrubar qualquer outro governo na região. Pior de tudo, intervenção militar nas barbas das nossas fronteiras. Feita para nos mandar recados inclusive do tipo: hora de voltar a se comportar como quintal. Moral da história: não há esperança de acomodação consistente do Brasil com Trump. O problema não é de química pessoal, é estrutural. Nossa democracia autônoma não se encaixa nos planos da extrema-direita imperialista hoje no poder em Washington.
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A respeito do fascista americano assassinado com um tiro no pescoço: não é o caso, jamais, de fazer apologia da violência, soltar fogos de alegria etc. Mas cumpre perceber o esforço que o extremismo sempre faz para construir mártires. O extremismo tem fundo religioso. O partido nazista tinha uma porção de mártires, em geral gente de péssima qualidade envolvida em golpes de estado fracassados. Nada justifica, repito, apologia da violência. Mas nada justifica, igualmente, transformar um ser humano horroroso em mártir, pelo fato de ter sido assassinado. Até porque para ser assassinado não é preciso ser santo nem demônio.
A família Bolsonaro, em suma, resiste ao assédio de Tarcísio porque percebeu que ele gosta de outros assuntos além de eventualmente discutir raiz cúbica. Quer o poder. Mas não. Ele não está sentado à esquerda de Bolsonaro. É bom não confundir um repertório maior com ideias mais arejadas. Desse sapo não sai um príncipe.
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Desde a Lavajato a extrema-direita tem buscado vulnerar a democracia brasileira, que desde 1988 garante a livre expressão da vontade popular. Simplesmente porque com Lula concorrendo ou influindo, desde 2002 perdem todas as eleições! Não podendo vencer pelas regras do jogo, começaram a jogar sujo. Primeiro foi o golpe branco da Lavajato. Com a derrota de Bolsonaro, resolveram ser preciso suprimir a própria democracia. Como o golpe de Estado falhou, porém, querem agora a anistia para tentar outro golpe!
Para justificar e fomentar o golpismo, num ambiente destituído de qualquer razão pública, recorrem ao máximo de revisionismo histórico e negacionismo para se fazerem de vítimas: que a democracia é uma ditadura esquerdista, que foi a esquerda quem fraudou a eleição e deu um golpe contra Bolsonaro, que toda a violência é pouca para salvar as famílias do comunismo. E querem anistia e golpe para quê? Para transformarem o Brasil em um protetorado dos EUA de Trump, um Panamá gigante, governado pela violência de analfabetos e boçais.
É por isso que todo o rigor legal contra essa gente é pouco. A democracia tem que se defender
Bancada bolsonarista protesta contra projeto contra pedofilia mas redes sociais a pretexto de censura. Quanto menos barreiras o estado de direito opuser ao cometimento de crimes digitais, melhor para a expansão do ideário fascista. As crianças que se danem https://t.co/mT5lIoBs8r
@DonnyFerguson@laura_nelson You would have a point if GDP was equally shared among the population. Until there, I would rather move to France (and stay there this time) than move to USA and help to increase your GDP working on my lunchtime...
@BaceleteLaris Eu voltei há menos de 9 meses e o sentimento de generosidade passou a desprezo e agora já está virando ódio. Acho que BH já não tem recuperação.
O NOVO BOLSONARO? IMPRESSÕES DE MARÇAL
Para Marçal, debate e entrevista não passam de espaço de lacração. Está preocupado apenas em parasitar o espaço para fazer filminho de propaganda.
Tem futuro na direita radical. Enrola e mente lindamente. Caráter nenhum, como exige o papel. É um Bolsonaro último tipo, invenção integral da era das redes digitais - não a versão calhambeque original. Tem um forte elemento Milei também, quiçá Bukele. Repete de forma automática o roteiro do populismo da direita radical, com o papinho da narrativa da perseguição judicial, que é um pobre candidato sem dinheiro de campanha lutando contra o sistema e as baboseiras de costume.
Por outro lado, é um populista cem por cento digital. Como coach, é hipertreinado, tem resposta mentirosa pra tudo, nada feito peixe nesse ambiente. Parece uma invenção de inteligência artificial, criado em laboratório: "Me dê um homem de 35 anos evangélico, empresário, neoliberal, lacrador, etc etc". As máquinas se mexem e sai o Marçal no final da esteira.
Mas Marçal tem problemas também. O fato de ser mais esperto, veloz e "preparado" do que o tosco Bolsonaro também pode ser um problema para um público mais nacional. Bolsonaro é um significante vazio que atrai gente diversa. Como disse, Marçal é visivelmente um candidato mais artificial e "redondo", mais "Camboriú". É um estilo novo rico interiorano que me parece ter menor capacidade de "para-raios" do que Bolsonaro. Atrai o agro do centro oeste, atrai Faria Lima, atrai sulista estilo MBL. Não tem milícia, mas tem tráfico de drogas.
Marçal pode servir para o perfil de direita radical paulistana. Mas seu perfil não parece que pode entusiasmar igualmente - como Bolsonaro - outros setores: os reacionários extremados estilo Malafaia e Michele, os saudosistas da ditadura militar, as tias venhas do Zap, o ruralismo incendiário da Amazônia. Enfim, há a grosseria e a lacração, mas falta o elemento disruptivo e messiânico do golpismo. Não tem tão forte a utopia regressiva e fascistóide. Não tem o perfil "patriarcal" de Bolsonaro. Golpismo de Marçal é mais golpe financeiro mesmo.
Os elementos do populismo bolsonarista estão todos em Marçal, mas repaginados e distribuídos em proporções diferentes. Do jeito que está hoje, Marçal tem provavelmente menos penetração no Nordeste, no norte e no nordeste de Minas, em parte do Rio, do que tem ou teve Bolsonaro. Enfim, Marçal pode ser e parecer mais moderno para a região que já tem o voto bolsonarista, mas agrega menos voto que Bolsonaro nas mesmas regiões e ainda menos onde foi derrotado por Lula.
Enfim. Impressões.