o mesmo estado em que uma criança ergueu uma arma para o alto em comemoração ao extremismo, foi o estado em que uma criança levanta com orgulho a constituição do seu país
pois existe esperança
e ela é a coisa mais forte do que o medo
A pena de morte é inadmissível porque atenta contra a inviolabilidade e a dignidade da pessoa. O bem comum pode ser protegido e as exigências da justiça podem ser salvaguardadas sem recorrer à pena capital: foram desenvolvidos sistemas eficazes de detenção, que protegem os cidadãos e, ao mesmo tempo, não retiram completamente dos culpados a possibilidade de se redimir. #NoDeathPenalty
A pena de morte é inadmissível porque atenta contra a inviolabilidade e a dignidade da pessoa. O bem comum pode ser protegido e as exigências da justiça podem ser salvaguardadas sem recorrer à pena capital: foram desenvolvidos sistemas eficazes de detenção, que protegem os cidadãos e, ao mesmo tempo, não retiram completamente dos culpados a possibilidade de se redimir. #NoDeathPenalty
"Ninguém dá a mínima para assuntos de trabalho desde que possam aplacar suas necessidades imediatas"
Lula Molusco é pisoteado por mutidão após fazer um discurso de greve e faz um pensamento profundo
(Lula em Greve - 2ª Temporada 38º Episódio)
"PT perdeu porque não ouve o povo"
Para quem acredita realmente nisso, a reportagem de hoje do podcast O Assunto é interessante.
Entrevistando entregadores de aplicativo, a repórter falou como eles temem abordagem mais violenta da polícia num governo Flávio Bolsonaro.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A paridade de preços internacional vai voltar e Uber vai pagar 10 reais de gasolina e ser obrigado a sair do mercado mas você vai ver que valeu a pena porque tiramos o petê
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.