Eu acho incrível como algumas pessoas, a maioria homens, acham que o atendimento pra aborto em vítimas de estupro é como agendar uma ida ao dentista, ao salão de beleza. Acham que é só apresentar o B.O., marcar, abrir as pernas na maca e deu. Não fazem a menor ideia da realidade.
Qd o movimento reacionário começa a revogar direitos, ele não pára. A extrema direita nao vai parar. Aborto em caso de estupro é básico. Inimaginável pensar na tortura que eles estão impondo a vitimas de estupro com essa lei. Mas se passar, eles nao vao parar aí
Daniela Lima: “O pai vai na UTI e estupra a filha traqueostomizada, impossibilitada de reagir. Ele pega pena máxima de 15 anos. Se a menina engravida e aborta pega uma pena maior que a do pai”.
PL DO ESTUPRADOR
#PLdoEstupradorNão#CriancaNãoÉMãe
JUNTAS CONTRA O PL DO INCENTIVO AO ESTUPRO
Ontem, com voto contrário do PSOL, Deputados decidiram que para eles a vida de mulheres, meninas e pessoas que gestam vale menos. E aprovaram a urgência ao PL do Incentivo ao Estupro e da Gravidez Infantil.
Nós não podemos e não iremos ficar paradas. Desde o começo da semana estamos em um movimento plural contra esse Projeto que só cresce, das organizações feministas como a Nem Presa Nem Morta aos fandoms de Divas Pop, o grito é uníssono: CRIANÇA NÃO É MÃE.
E hoje ocorrerão os primeiros protestos nas ruas. Caso você não possa comparecer, amplifique a mensagem contra essa monstruosidade. Compartilhe, publique nas suas redes, grave seu próprio vídeo, faça sua voz ser ouvida.
Os Deputados precisam entender que se esse Projeto for aprovado, eles sofrerão consequências eleitorais pelo resto de suas vidas.
Porque se ele for aprovado, quem sofrerá pelo resto de suas vidas com o fim do direito ao próprio corpo, são as meninas deste País.
Os locais e horários de protesto e outras formas de se manifestar, como nas próprias redes, estão aqui no meu perfil.
🚨 VITÓRIA! CRIANÇA NÃO É MÃE! 🚨
A Justiça Federal suspendeu a resolução do CFM que na prática proíbe o aborto para mulheres, meninas e pessoas que gestam vítimas de estup*o.
A luta contra essa resolução envolve várias frentes, na sociedade civil, no judiciário, no parlamento e ainda não acabou.
Mas hoje celebramos que, em sua decisão, a Justiça reconheceu que não é competência do CFM legislar sobre o aborto e os corpos de mulheres, meninas e pessoas que gestam.
O embate de ontem na Câmara valeu a pena. A luta SEMPRE vale a pena. VENCEMOS!
Não tem nada mais identitário do que pessoas cis. A Érika está defendendo no Congresso Nacional a legalidade do aborto, num Brasil em que o aborto já é realizado e a sua qualidade depende da classe social da pessoa que realiza, mas a preocupação é com os termos que ela usa.