@cauebg@RenanSantosMBL No mais, concordo com a sua análise. Renan é ótimo, mas precisa amadurecer e entender que política é jogo de soma. Se os honestos e bons são poucos não se pode desperdiça-los.
Amoedo também precisa parar de buscar a perfeição, e agregar onde existem + qualidades que defeitos.
@cauebg@RenanSantosMBL Parte desse ataque é o lado mimado do Renan aparecendo. Passa a impressão que tem frustração clara pois imagino que contasse com o apoio público do Amoedo. A aproximação foi ensaiada e não aconteceu.
Outra parte vem de um esgotamento físico e mental pelo qual está passando.
@zichia_jose@carlosaviana Vamos afastar todos que tem envolvimento com o Vorcaro, Sr. JOSÉ GERALDO?
SOU a favor!
Tiremos da vida pública Lulas, Bolsonaros, Xandao e Alcolumbres!
Precisou o editorial de uma conceituada revista estrangeira publicar sua crítica aos candidatos Lula e Flávio e dizer que as ideias e projetos de Renan Santos são questões críveis para os problemas da realidade brasileira atual. Enquanto isso a imprensa nacional buscou apenas reduzir a única campanha com propostas como machista, fascista, misógina e boicotá-la da participação de debates por pressões dos dois falastrões à frente.
A imprensa brasileira é tão responsável como as facções políticas que dominam o debate pela miséria de nosso país.
Caberá a geração Z fazer o trabalho sujo de tentar arrumar o país nos próximos anos enquanto paga a conta da omissão de tantos agentes de nossa sociedade.
Em editorial, The Economist diz que nem Lula, nem Flávio têm credibilidade para lidar com os dois maiores problemas do Brasil: corrupção e expansão de gastos públicos.
Revista também diz que Renan Santos tem a candidatura que “mais se aproxima do que o momento exige”, mas salienta que “nem ele, nem qualquer outro outsider conseguiram avançar contra as máquinas políticas de Lula e Bolsonaro.”
O resultado, segundo o editorial, serão mais 4 anos de “estagnação”.
@patrick_1972@Flavidal81 Penso que aceitar que estrangeiros impulsionem ($) posts de campanha abre um precedente perigoso.
Imagina se a China começa a impulsionar posts pro-esquerda?
Nesse caso, considero importante investigar e combater problema na origem.
Quanto ao Missão, o partido bate em ambos.
Flávio Bolsonaro fez 5 postagens contra outros enrolados no caso Master antes da notícia de que viajou em avião de Vorcaro…
Uma delas sobre Moraes ter usado o mesmo avião.
E o festival de cinismo não parou por aí.
Flávio, para se blindar contra investigações de peculato e lavagem de dinheiro, ajudou o sistema a sabotar Lava Jato e Lava Toga, mas culpou o ministro do STF pela volta de Lula ao poder.
Criticou também a turma do clube do uísque por ficar “rindo da cara do povo sofrido”, mas leva igualmente uma vida de magnata, com mansão, jatinho e viagens ao exterior.
Várias dessas viagens - EUA e África do Sul, por exemplo - foram feitas com Willer Tomaz, “advogado” apontado pela Polícia Federal como “"hub financeiro, patrimonial e logístico" do esquema do INSS, além de dono do Rancho do Tomaz, onde ocorria a “pool party” do Centrão.
O Brasil que Flávio Bolsonaro quer resgatar é esse aí, em que políticos e outras autoridades enriquecem impunemente.
O mais maluco das imprecações de Renan Santos, que ataca sem parar, como fez nessa sexta defendendo inclusive a prisão de gente graúda do mercado financeiro, pelos seus negócios com o Banco Master, é que ele está CERTO. Sua ousadia, interpretada como destempero, pode não render votos, nesse momento. Talvez até os perca, por afrontar o “pacifismo” do brasileiro. Mas, repito, ele está coberto de RAZÃO.
O Sistema de Poder está enraizado para além da política, conforme temos visto. Tudo, na economia e na sociedade, no Congresso e no STF, está torto na República, sucumbido à lógica da corrupção, do tirar vantagem, do oportunismo, do ganhar dinheiro fácil, do me engana que eu gosto, do (mau) exemplo que vem de cima.
É difícil, mas é a dura realidade. Não sei, juro, como mudar essa situação. Veremos quais saídas a história trará.
Só não gosto de ver gente inteligente dizendo que o Renan está maluco. Maluco somos nós todos, democratas e idealistas, que deixamos isso acontecer.
Não tem a ver com direita ou esquerda. Tem a ver com DECÊNCIA.
O dia 15/9/2026 precisa ficar marcado na história do Brasil como a data de atuação mais ostensiva do sistema contra a ética, a transparência, a honestidade intelectual, o interesse público e a igualdade perante a lei.
No momento em que milhões de brasileiros se indignam com o cinismo, a truculência e as manobras da ala pró-Moraes do STF, no entanto, milhões também manifestam intenção de voto em um dos dois maiores grupos políticos atingidos pelo escândalo do Banco Master e que, em razão de rabos presos e esqueletos no armário, sabotaram juntos a Lava Jato e a Lava Toga, e ainda consentiram em 2019 com a criação do inquérito das fake news, agravando os vícios da pior composição da história do Supremo.
Não existe República funcional sem uma base moral sólida, presente não apenas no espírito das leis escritas, mas também no espírito de mulheres e homens públicos, ou pelo menos no das pessoas que têm o dever de fiscalizá-los para que ajam conforme os princípios constitucionais, não conforme a sua ganância e a conveniência da tribo.
Kassio Nunes Marques, que se declarou impedido no julgamento sobre os indícios de crimes de Moraes, ajudando o alvo, foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro antes de André Mendonça, quando o então presidente buscava blindar o filho e atual candidato Flávio contra investigações de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, como acabou conseguindo fazer, com voto de Nunes Marques.
Flávio Dino, que pediu vista do processo com medo dos efeitos eleitorais negativos para Lula, foi indicado pelo atual presidente, quando o petista quis justamente emplacar uma “cabeça política” no Supremo.
Gilmar Mendes, que repetiu sua perfomance histriônica contra investigações de aliados e seus ataques tradicionais ao juiz do caso, é o mesmo que blindou Lula e Flávio Bolsonaro contra a Lava Jato e um
desdobramento: a operação Furna da Onça.
Já a fortuna de Daniel Vorcaro, seus sócios e operadores foi construída com dinheiro privado de 1,6 milhão de investidores enganados pela propaganda Master e com dinheiro público obtido com ajuda do PT da Bahia no caso do Credcesta e do PL do Rio de Janeiro no caso do Rioprevidência, entre tantas outras fontes suspeitas.
Com essa fortuna, Vorcaro garantiu a “consultoria” do lobista lulista Guido Mantega, contratou o escritório da esposa de Moraes e pagou o filme bolsonarista Dark Horse, abrindo portas palacianas e janelas de WhatsApp para turbinar seus negócios.
Agora que ele está preso e o conteúdo de seu celular veio à tona, Moraes passou a defender até que haja pedido da PGR para abertura de inquérito, o que não aconteceu quando foi aberto o inquérito das fake news, relatado por ele por sete anos e meio.
O bolsonarismo tenta faturar politicamente em cima da aliança entre lulismo e alexandrismo, mas é corresponsável pelo estado de coisas que denuncia em carros de som e redes sociais, para enganar segmentos anestesiados da população.
Cada um desses grupos se suja na lama do poder e acaba alimentando o outro, que aproveita para se limpar na sujeira alheia.
Manter esse ciclo em vigor é aprisionar o Brasil em um eterno 15/9/2026.
4 anos atrás eu saí da política
Me desiludi com o ambiente em que a lacração é mais importante que a construção, em que a gritaria sufoca o diálogo e no qual o eleitor prefere a doce ilusão do que a dura realidade.
Foram 4 anos sem comentar sobre o assunto, mas os últimos acontecimentos, nas eleições, na justiça e principalmente no STF me OBRIGAM a voltar ao tema.
Esse relato aqui não é a análise de um cientista político, ele é o desabafo de um cidadão que enxerga seu país chegar no fundo do poço.
Essa resposta seria o básico da direita lá por 2016, mas infelizmente hoje é um corte único que merece ser enquadrado de tanto que lava a alma.
Todo nosso campo foi cedendo espaço para o imaginário da esquerda a ponto de uma jornalista da Jovem Pan se sentir confortável para pressionar o candidato nesse sentido.
Não fosse Renan Santos e a Missão, a direita brasileira já estaria completamente coloniza pelos ideais do inimigo sem nem perceber ou se questionar.
Vamos fazer isso rodar e recuperar o território de ideias que nossos pais e avós entregarem por estarem ocupados na grande micareta inócua que é o bolsonarismo?
#RenanSantosPelaNação
Já ouviram falar do vídeo que Flávio Bolsonaro tentou esconder a todo custo nas redes sociais?
É este aqui: o vídeo em que ele apoia publicamente a milícia e tenta normalizar o crime organizado.
O cara que constrói império vendendo “mentalidade de dono” para empresário olha para o outro e diz, com cara de especialista: “não acho @RenanSantosMBL melhor que o Flávio porque ele nunca foi vereador”.
Nunca foi vereador. Esse é o critério.
Como se 24 anos de Flávio Vorcaro no sistema fossem currículo de competência e não de sobrevivência política. Como se tempo no cargo fosse o mesmo que resultado. Como se o teste máximo para presidir o Brasil fosse ter passado pela Câmara Municipal.
Renan construiu movimento, partido, base, discurso e candidatura do zero. Enfrenta debate, sabatina, rua, live. Se coloca à prova todo santo dia. O Tallis, que fala para 16 milhões, prefere o atalho: o herdeiro já pronto, já conhecido, já encaixado no segundo turno “porque é o que tem”.
Isso não é análise. É acomodação.
Se o problema de Renan é “nunca ter assinado folha de pagamento relevante”, então o que o Flávio assinou nesses 20 e poucos anos que justifique esse voto de confiança automático? Experiência de quê, exatamente? De ocupar espaço? De herdar máquina? De não quebrar o acordo que mantém o mesmo eixo no poder?
O Tallis cobra de Renan o que ele mesmo não cobraria de um CEO que só chegou no cargo porque o pai fundou a empresa. No G4 isso se chama nepotismo. Na política, o Tallis chama de “experiência”.
Renan Santos é a única variável que ainda pode quebrar o jogo Lula vs. Flávio. O resto é gerenciar o previsível. Quem tem microfone grande e escolhe o previsível não está sendo realista. Está sendo cômodo.
70% do país ainda não conhece o Renan. Debate existe. Câmara existe. Rua existe. O que não existe é coragem de quem já tem alcance para apontar o caminho diferente e o Tallis acabou de mostrar que, nesse ponto, prefere o caminho já asfaltado, afinal NEM MESMO ELE sabe dizer NADA que o Flávio fez de bom. Zero!
Mostre as propostas de Renan para o povo e deixem eles decidirem. Veja o que acontece!
Se o Alexandre de Moraes disser que o dinheiro que a mulher dele recebeu do Vorcaro é privado, vocês vão aceitar essa história? Não, né? Então, por que vocês aceitam a versão de que os 61 milhões que o Flávio Bolsonaro recebeu do Vorcaro é privado?
-> Toffoli retira os direitos de campanha de Renan Santos;
-> Renan faz coletiva de imprensa dizendo que não cumprirá decisão ilegal e que não reconhece Dias Toffoli como ministro;
-> Toffoli recua e devolve os direitos de Renan.
É assim que se lida com abuso de poder.
Vamos entender a decisão do Min. Dias Toffoli no caso do Renan Santos.
Mas antes de tudo precisamos entender como se dá o registro de uma candidatura. No Brasil, o processo de registro é um processo judicial, com inúmeras fases e que resultam num julgamento final de deferimento ou indeferimento.
Via de regra, o que gera indeferimento é alguma situação de elegibilidade do candidato (ele está inelegível ou está com direitos políticos suspensos).
Vícios formais no registro podem gerar indeferimento? Sim, mas não é a regra. E por que? Porque, para esses casos, o procedimento prevê uma fase de diligências em que o candidato pode sanar as falhas.
Exemplo: se o candidato esquece uma certidão negativa, pode ser intimado para juntá-la.
O que aconteceu, então, no caso do Renan Santos? No pedido original de registro, de 07/08/2026, ele não informou suas redes sociais, conforme exigência legal.
Em 17/08/2026, o TSE certifica nos autos os dados do registro do candidato, sem informar nenhuma pendência (não analisou a questão das redes sociais, no entanto).
Logo em seguida, em 19/08/2026, e sem que sequer tenha sido aberta alguma diligência (o processo havia sido distribuído no dia anterior), os advogados de Renan peticionam nos autos informando as redes sociais.
Logo após essa petição, e sem nenhuma observação aparente, o Ministro Relator encaminha, em 20/08/2026, os autos para o Ministério Público para parecer.
O parecer é lançado nos autos em 22/08/2026: a Procuradoria Geral Eleitoral opina pelo DEFERIMENTO do registro, sem qualquer menção à pendência de redes sociais.
O processo é enviado para pauta de julgamento em 28/08/2026 e, novamente, sem qualquer observação sobre a questão das redes sociais. Em 29/08/2026, o Relator retira o processo de pauta após constara "ilicitudes" no fato de as redes não terem sido mencionadas no requerimento inicial. Em 30/08/2026 defere cautelar para:
"a) a suspensão da realização de propaganda eleitoral da chapa majoritária do MISSÃO por meio de quaisquer endereço eletrônico de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas não informados tempestivamente à Justiça Eleitoral;
b) a suspensão de repasses de recursos do FEFC à chapa majoritária e da realização de gastos com eventuais recursos já repassados;
c) a suspensão do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou quaisquer outros meios de comunicação.".
Vamos lá.
O fundamento central da decisão do Min. Toffoli é que, ao não informar suas redes sociais, Renan teria não só cometido um erro formal, mas tido uma vantagem ilícita em sua campanha: isso permitiu, segundo ele, que Renan pudesse ter seu perfil recomendado pelas plataformas.
Aqui há o primeiro erro: o Min. considera que o mecanismo de recomendação que estaria vedado às contas de candidatos é aquele que aparece nos perfis "sugeridos" da rede vizinha.
Mas se você navegar por lá verá que TODOS os perfis de presidenciáveis aparecem, vez ou outra, em sugestão quando você acessa o perfil de algum correligionário.
Mas digamos que, de fato, Renan tenha tido um benefício aqui. Isso, por si só, não justifica a cautelar no seu REGISTRO DE CANDIDATURA.
Lembrem: o registro serve para verificar se um candidato está apto a disputar as eleições. E, no âmbito do processo de registro, a Justiça Eleitoral concede inúmeras oportunidades para candidatos sanarem vícios, a exemplo da omissão de redes sociais. Se o requisito foi preenchido ANTES até de uma fase de diligência, não há razão para qualquer decisão que não seja o DEFERIMENTO do registro (considerando, claro, que os demais requisitos estão preenchidos -- como estão).
O precedente do Marçal em nada se aplica aqui: o que fundamentou a decisão naquele caso, como eu já expliquei, foi a altíssima probabilidade de indeferimento do registro em razão da flagrante inelegibilidade do candidato. Renan não está inelegível e nem possui qualquer outra restrição em seus direitos políticos.
A questão do benefício decorrente de uma suposta demora de informar as redes sociais deveria, em realidade, ser discutida em eventual ação de investigação judicial eleitoral para apurar fraude ou abuso. Mas isso geraria uma CASSAÇÃO do registro, e não seu INDEFERIMENTO.
Avançando ainda: mesmo que fosse cabível a cautelar (eu acho que não), ela deveria se limitar, por óbvio, às páginas informadas, e não a um impedimento geral de que o candidato participe de debates ou receba recursos públicos do FEFC.
Mas eu ressalto novamente: o candidato informou espontaneamente as redes sociais, elas constam no sistema da Justiça Eleitoral (ou seja, a própria Justiça delas tomou ciência e já as processou) e, até hoje, não houve sequer uma ressalva no processo de registro quanto a este fato.
Se formos pegar ao pé da letra, Renan demorou 12 dias para sanar essa omissão no requerimento de registro. E o Relator levou 12 dias para perceber que havia essa omissão -- nesse meio tempo, Renan já fez campanha, participou de debates etc.
É importante lembrar a todos: a campanha eleitoral é muito, muito curta. Lidar com uma decisão como essa, ainda mais na dinâmica de uma campanha presidencial, é algo que gera um prejuízo difícil até de mensurar.
Penso ser importante que a Justiça Eleitoral reveja essa posição e encaminhe essa questão para as vias adequadas, a saber: para ações eleitorais de cassação, sem qualquer prejuízo para o registro do candidato.
- Ordem ilegal não se cumpre.
- Nossa, seu autoritário, mas o guardião da Constituição é o Supremo Tribunal Federal!! Você está ameaçando o Estado Democrático de Direito.
Como se uma instituição política não fosse constituída por seres humanos falhos...
Não nos esqueçamos que a "instituição" STF são 11 brasileiros togados por políticos e que, eles próprios, possuem conflitos de interesses em relações diretas com políticos, empresários, condenados e criminosos. Nenhum tribunal do mundo é composto por algoritmos desinteressados. Juízes têm histórico, visões de mundo, laços sociais, simpatias e interesses. Muitos interesses.
O que mais me espanta é o fato das críticas não serem direcionadas aos abusos de poder em si, mas sim na audácia de quem as questiona e afirma querer enfrenta-las.
A pergunta elementar e que todos se esquecem na polarização: quem vigia os vigilantes?
Não quero viver a mentira de um sistema democrático onde os poderes legislativo, executivo e judiciário abriram mão de serem pesos e contrapesos uns dos outros para se transformarem em um grande órgão parasita de uma nação. O jornalismo brasileiro se transformou no violinista do Titanic naufragando.
Não quero pagar essa conta. Meu voto é @RenanSantosMBL