🚨 O QUE É A ARDEN ASSESSORIA E POR QUE O NOME DA EMPRESA COMEÇA A CHAMAR ATENÇÃO NO UNIVERSO VASCAÍNO?
Fundada em 2025, a Arden Assessoria em Reestruturação Empresarial atua nas áreas de recuperação judicial, reestruturação financeira, administração judicial e consultoria para empresas em crise.
Mas o que desperta interesse para quem acompanha os bastidores do Vasco não é apenas a atividade da empresa.
Em pesquisa publicas é possivel identificar que entre os sócios estão nomes que tiveram participação direta em episódios relevantes da história recente do clube e da SAF:
▪️ Marco Schroeder – integrante do Conselho Fiscal que participou do parecer que embasou o afastamento de Pedrinho da gestão da SAF.
▪️ Felipe Carregal – ex-VP Jurídico do CRVG, posteriormente exonerado pela atual gestão.
▪️ Silvio Almeida – ex-VP de Finanças do clube, também exonerado por Pedrinho e citado nas investigações relacionadas ao processo de venda da SAF para a 777.
▪️ Eduardo Faoro – advogado com atuação em processos de reestruturação empresarial e recuperação judicial.
A empresa afirma reunir profissionais com experiência em grandes casos de recuperação empresarial no Brasil e já atua em processos de grande porte.
O fato que chama atenção é a concentração, em uma mesma sociedade, de personagens que estiveram envolvidos em momentos decisivos da governança do Vasco, da SAF e da ação que que afastou Pedrinho do comando da Vasco SAF
Apuração: Gustavo Cunha - @gustavotutinha
Só fiquei sabendo de tudo sobre a operação da PF contra o líder do Governo Lula porque o @TheInterceptBr é um jornal extremamente honesto, isento e independente… Graças a eles, que fizeram toda a cobertura do roubo do PT, estamos sabendo de tudo.
Obrigado, IntercePT. 👏🏻
Ninguém aguenta mais isso. Devido processo legal é uma coisa que acabou no Brasil já faz um bom tempo.
Daqui 4 anos, o Demétrio vai acordar pra realidade também de que nunca houve tentativa de golpe.
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢