Yuri Knorozov, el lingüista soviético que logró descifrar la escritura maya, era conocido tanto por su rigor intelectual como por una peculiar costumbre que desconcertaba a editores y colegas: solía incluir a su gata siamesa, Asya, como coautora de sus artículos académicos. Cuando los editores eliminaban su nombre, Knorozov protestaba abiertamente. También insistía en que Asya apareciera junto a él en las fotografías oficiales de autor, y se molestaba cuando la recortaban.
Más allá de esa anécdota entrañable, su logro científico fue extraordinario.
Durante décadas, la escritura jeroglífica maya había sido uno de los grandes enigmas de la arqueología. A diferencia de otros sistemas antiguos, no existía una “Piedra de Rosetta” que facilitara su comprensión. No había textos bilingües ni traducciones antiguas. Solo glifos tallados en estelas, códices fragmentarios y monumentos dispersos por Mesoamérica.
Knorozov trabajó a miles de kilómetros de esos lugares, desde la Unión Soviética, sin viajar nunca a las ruinas mayas y con acceso limitado a publicaciones occidentales. Aun así, a partir de fotografías y copias, llegó a una conclusión decisiva: la escritura maya no era puramente ideográfica ni alfabética, sino silábica. Cada signo representaba una sílaba, no una letra ni una idea aislada.
Esta hipótesis contradecía la visión dominante de la época, defendida especialmente por el influyente mayista británico J. Eric S. Thompson, quien rechazó con firmeza cualquier lectura fonética. A ello se sumaron los prejuicios propios de la Guerra Fría: durante años, muchos académicos occidentales ignoraron o desacreditaron el trabajo de Knorozov simplemente por su origen soviético.
Con el tiempo, la evidencia se impuso. Nuevos desciframientos confirmaron una y otra vez que Knorozov había tenido razón. Su método se convirtió en la base de la epigrafía maya moderna y permitió, por primera vez, leer nombres de gobernantes, fechas históricas, rituales y acontecimientos políticos inscritos hacía más de mil años.
El antropólogo Michael D. Coe resumió décadas después la magnitud de su logro: un investigador que jamás había pisado una ciudad maya había hecho posible la lectura de toda una civilización.
Hoy, Yuri Knorozov es reconocido como la figura clave en el desciframiento de la escritura maya. Y en muchas fotografías y recuerdos, aparece acompañado por Asya, la gata que, según él, también merecía figurar en la historia del descubrimiento.
VIOLÊNCIA E CENSURA!
Quando golpistas ocuparam por 48h o plenário da Câmara para chantagear por anistia a golpistas, sobrou docilidade do presidente Hugo Motta, já com um deputado que defendeu a honra da mãe e denunciou o Orçamento Secreto, sobrou violência e censura à imprensa. Inadmissível!
“Missionários procuravam índios para os cristianizar e proteger da escravatura.”
Na piauí de dezembro, as persistentes omissões e distorções sobre a colonização do Brasil nos livros didáticos portugueses.
Por João Sundfeld, de Lisboa
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Temos membros do Grupo de Pesquisa com trabalhos aprovados no XIV Encontro de História da Associação Nacional de História - Seção Pará, com o tema “Ensino de História, Meio Ambiente e diversidade na Amazônia Oriental”
Nesta quarta-feira, dia 22 de maio nosso encontro será pro Google Meet às 19h00. Vamos assistir a palestra “Povos indígenas e a ciência colonial no Vale Amazônica” do prof. Dr. Rafael Rogério dos Santos (UNIFESSPA)
Inscrições pelo e-mail: [email protected]
NDB vai destinar R$ 5,750 bilhões para o Rio Grande do Sul
“Quero dizer aos gaúchos que podem contar comigo e com o NDB neste momento difícil”, disse Dilma Rousseff, presidenta do Banco dos BRICS. Ela conversou com o presidente Lula e o governador Eduardo Leite para acertar o repasse de US$ 1,115 bilhão para obras de infraestrutura urbana, saneamento básico e proteção ambiental e de prevenção de desastres no estado
O Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos BRICS, vai destinar R$ 5,750 bilhões para o estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de reconstruir a infraestrutura urbana e rural nos municípios atingidos pelas fortes enchentes ocorridas desde o final de abril e ajudar na retomada da vida gaúcha. O anúncio foi feito pela presidenta do NDB, Dilma Rousseff. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a economista anunciou que a instituição financeira multilateral vai liberar US$ 1,115 bilhão para o Brasil.
“Conversei com o presidente Lula e com o governador Eduardo Leite para tratarmos desta situação dramática e definir como prestar ajuda financeira”, disse a ex-presidenta do Brasil. “Quero reiterar minha solidariedade aos gaúchos e aos governos federal e estadual. O Banco dos BRICS tem compromisso e atuará na reconstrução e na recuperação da infraestrutura do Estado. Queremos ajudar as pessoas a reconstruir suas vidas”.
Dilma disse que o Novo Banco de Desenvolvimento vai destinar recursos sem burocracias para o Rio Grande do Sul por ação direta e ainda por meio de parceria com outras instituições financeiras brasileiras, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
De Xangai, na China, sede do Banco dos BRICS, Dilma declarou que a instituição financeira multilateral que ela comanda, fundada em 2015 pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e que hoje conta ainda com Egito, Bangladesh e Emirados Árabes Unidos, está solidária. “O Novo Banco de Desenvolvimento está ao lado do povo gaúcho. Quero anunciar que vamos destinar US$ 1,115 bilhão em recursos para ajudar o Estado do Rio Grande do Sul e os gaúchos, que me adotaram há mais de 50 anos, a superar esta tragédia”, disse.
Do total de R$ 5,570 bilhões, pouco menos da metade dos recursos, cerca de 500 milhões de dólares do Banco dos BRICS, serão transferidos por meio do BNDES, sendo US$ 250 milhões para pequenas e médias empresas e outros US$ 250 milhões para obras de proteção ambiental, infraestrutura, água e tratamento de esgoto, e prevenção de desastres. O NDB tem US$ 200 milhões disponíveis para aplicação direta, podendo contemplar obras de infraestrutura, vias urbanas, pontes e estradas.
Em parceria com o Banco do Brasil, o NDB vai destinar US$ 100 milhões para infraestrutura agrícola, em projetos de armazenagem e infraestrutura logística. Já com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), serão liberados imediatamente US$ 20 milhões para projetos de desenvolvimento e mobilidade urbana e recursos hídricos. Outros US$ 295 milhões previstos no contrato BRDE, em processo de aprovação final, vão para obras de desenvolvimento urbano e rural, saneamento básico e infraestrutura social.
A presidenta detalhou que os recursos serão transferidos rapidamente e sua destinação é passível de direcionamento de acordo com as urgências e as prioridades do Estado do Rio Grande do Sul. “Quero dizer aos gaúchos que podem contar comigo e com o NDB neste momento difícil”, afirmou. “Tenho certeza que pela força do povo gaúcho, a solidariedade do povo brasileiro e da comunidade internacional essa crise será superada. E devemos tomar todas as medidas para que ela não mais se repita”. E concluiu sua mensagem: "Fiquem firmes e amparados pela esperança e a solidariedade. Estamos juntos”.
Bom dia camaradas!
Essa semana (19/10) no LabHeN vamos conversar com o pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA) MaurícioQuaresma.
Estão tod@s muitíssimo convidad@s, esperamos vocês!!
O evento "Gigantes pela própria natureza: uma história das grandes baleias no Brasil", apresentado por Geórgia Albuquerque do LabHen/UFRI, promete ser uma fascinante jornada pelo mundo das baleias que habitam as águas brasileiras. Marcado para o dia 10/10/2023 às 19h30