Guys you realize this is a good thing, right? They will Not eradicate the children with down syndrome. The gonna remove the syndrome from the Children. The Children will still be born but healthy. Down Syndrome is so much more than only a cute personality pls inform yourself
Atenção: as pessoas estão descobrindo por que o Minha Casa, Minha Vida é um programa social EXTREMAMENTE mal executado.
Há literalmente centenas (talvez milhares) de conjuntos residenciais iguais ao no Maranhão que está viralizando. Sem nem falar nos prédios que viram cortiços
Today, we’re sharing more about the future of Bungie, including our plans for Destiny, Marathon, and how we’re changing the way we work.
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A tentativa da esquerda de fingir que não tem nada a ver com Moraes -- e sua insistência de que não o está protegendo -- sempre foi cômica. Mas agora ninguém com o mínimo de dignidade pode sustentar isso.
O aliado político mais próximo de Lula no STF e o ministro mais ideologicamente à esquerda (Dino) -- com o total apoio do advogado pessoal de Lula (Zanin) -- atrasou deliberadamente qualquer investigação sobre Moraes no pior escândalo de corrupção que já assolou o STF. Em outras palavras, a apenas três semanas da eleição, uma das principais bandeiras da esquerda é impedir a população de saber por que a família de Moraes recebeu uma fortuna de um banqueiro bilionário corrupto, como ele conversou com o banqueiro sobre fuga e obstrução de justiça, e por que Moraes apagou todas as suas mensagens para evitar que a PF as lesse.
Agora, o objetivo eleitoral do PT, de Lula e da esquerda é fazer todo o possível para blindar Moraes contra investigações. Quando perceberam que estavam perdendo, recorreram ao seu último recurso: tentar adiar tudo para depois da eleição para que o público não descubra o que Moraes fez. Isso são apenas fatos.
Quando fiz graduação, entre 2007 e 2011, o Supremo era quase uma entidade idealizada: o órgão máximo do Poder Judiciário, responsável por interpretar nossa lei mais importante e por exercer o controle concentrado de constitucionalidade — algo que, por qualquer razão, fascinava a todos os estudantes.
Era o Supremo dos grandes casos de direitos fundamentais, dos votos eruditos que líamos com obstinação.
Era a Corte do caso Ellwanger, da eficácia horizontal dos direitos fundamentais, do debate sobre o mandado de injunção. O Tribunal que enfrentou os casos das células-tronco embrionárias, da Raposa Serra do Sol, da Lei de Anistia e da união homoafetiva. O Supremo da Marcha da Maconha e, pouco depois de eu me formar, da anencefalia e das cotas raciais.
O Supremo era um Tribunal que transmitia uma inquestionável aura de autoridade. Seus votos eram objeto de estudo, e suas decisões, mesmo quando criticadas ou criticáveis, eram entendidas como produto de um esforço autêntico, sincero e articulado de interpretar a Constituição.
Esse Tribunal que conheci quando estudante é o mesmo que amanhã enfrentará, em público, a mais profunda crise de sua história?
O país não vai parar amanhã para saber o que nossa mais alta Corte entende da Constituição. Ninguém vai ouvir os votos dos Ministros acreditando que ali estão as melhores razões jurídicas que, segundo cada um deles, se aplicam ao caso.
Em vez de intérpretes da Constituição, a população verá agentes interessados, grupos em disputa e votos que praticamente ninguém hesitará em chamar de cálculo político. O país vai parar para assistir a um Tribunal que já parou.
Não sou velho a ponto de ter vivido outra Corte. Nós sempre citávamos os tempos de Moreira Alves. Gilmar Mendes não era um estranho, ao contrário — era, com seus inúmeros livros e manuais, uma das grandes referências do Direito Constitucional no Supremo. E assim eram os outros Ministros, cujos votos moldavam o debate jurídico do país, a ponto de alguns juristas, com razão, acusarem a existência de certa devoção, quase um fascínio, pela jurisprudência do Supremo.
Falar em impeachment naquela época era algo impensável.
Na teoria do direito, costumamos discutir que uma Corte Constitucional tem a autoridade de suas razões. Ela exerce seu poder pela força de seus argumentos.
Falar disso hoje chega a ser ingênuo. Pueril, até.
Algo mudou. O Supremo, que sempre se relacionou com a política — muitos falavam, na época, do fenômeno da judicialização da política —, foi agora consumido por ela. Não é mais o Tribunal decidindo, a partir da Constituição, matérias que achávamos pertencer aos políticos. É um Tribunal literalmente fazendo política, formando alianças, influenciando governos e agindo, sem muita vergonha, em um terreno até então vedado a seus membros. De Ministros do Supremo, passaram a agir quase como Ministros de Estado.
Mas a Corte não passaria incólume por essa tomada pela política. Ao deixar o terreno seguro de seus argumentos, sujeitou-se ao mesmo tipo de crítica e desconfiança que os políticos em geral recebem. Com um acréscimo: não podemos trocá-los, nem dar vazão, pelas urnas, a uma crescente crise de confiança.
Os movimentos seguintes só agravaram a situação: um inquérito inconstitucional, conduzido com poderes nunca antes vistos e que serviu a toda sorte de interesses do Supremo, ou de parcelas dele. E, depois, uma tentativa clara e evidente de acobertamento por meio da implosão mútua dos próprios Ministros.
Alguns dizem que o Supremo acabou. É um exagero. Uma das mais antigas instituições da República passa, sem dúvida, por sua pior crise. Mas este não será o seu fim.
Não. O Supremo não acabou. Mas é certo, pelo menos, que UM CERTO Supremo acabou.
Amanhã veremos o novo Supremo julgando a si mesmo.
Moraes é como um imperador romano louco, completamente embriagado pelo poder e fora de controle.
Ele é movido pela mentalidade mais básica de um ditador: ele acredita que qualquer pessoa que o incrimine, desafie ou critique é culpada de um crime grave.
Eu prefiro aguardar o juíz Alexandre de Moraes analisar se é crime o advogado Alexandre de Moraes editar contrato da esposa do Ministro Alexandre de Moraes.
Pera aí... então é possível que os R$ 131 milhões que o Banco Master concordou em pagar a Viviane Barci de Moraes não se devessem apenas ao fato de ela ser a maior superadvogada do mundo, mas pudessem também estar porque o marido dela governar o Brasil a partir do STF?😲
Está agora indiscutivelmente provado que Alexandre de Moraes prendeu Filipe Martins com base em um documento falso e fraudulento por seis meses durante o governo Biden.
Um juiz federal -- indicado pelo democrata Bill Clinton -- não apenas disse que isso é indiscutível, mas também está enfurecido pelo fato de que os documentos que mostram quem fez isso, e o porquê, e como chegou nas mãos de Moraes, ainda não foram divulgados.
Nem sequer era argumentável que se tratava de um erro inocente. Montanhas de evidências provaram que Filipe nunca saiu do Brasil, ao ponto de a própria PGR -- que havia solicitado sua prisão -- instar imediatamente Moraes a soltá-lo. Moraes ignorou tudo isso por meses, mantendo Martins na prisão com base em uma fraude, esperando conseguir forçá-lo a uma delação.
Se você não fica indignado quando um ministro do STF prende falsamente um cidadão e inimigo político com base em um documento fraudulento que todas as evidências provam ser falso, e nem sequer se dá ao trabalho de reconhecer isso, quanto mais pedir desculpas quando se torna impossível de negar, o que te deixa com raiva?
O que é abuso de poder judicial se não isso? Existe algum abuso que Moraes possa cometer que deva levar a consequências para ele?
Dados de educação na China. Resultados muito interessantes.
O gráfico não é de simples leitura. O eixo Y é a nota do aluno no exame. O eixo X é a nota do aluno no dever de casa. Notas médias em um período.
Os alunos são divididos em dois grupos, aqueles que usam IA para fazer dever de casa e os que não usam IA para fazer os deveres de casa.
Naturalmente, esperaríamos que quem tem melhores notas nos deveres de casa também teriam melhores notas nos exames. É o que acontece na linha cinza.
Já na linha vermelha a história é bem diferente. Primeiro, a linha vermelha está sempre abaixo da linha cinza o que pode sugerir prejuízo de aprendizado.
Além disso, a linha vermelha a partir de uma certa nota do dever de casa, mostra colapso no exame. Isto ocorre para níveis tão baixos que mesmo o pior aluno no dever de casa de quem não usa IA é melhor do que aqueles que tem notas muito altas no dever de casa usando IA.
Trata-de de uma evidência importante quanto ao impacto negativo da IA na capacidade de aprendizado dos alunos.
Em resumo: não deixe seu filho fazer o dever de casa com a ajuda de IA. Em hipótese alguma.
@Geezaws2 I myself personally leave my game with crossplay on + console-only, which means only PS5/Xbox matches. Playing against the PC sweaties is just horrible and a pain. Best decision I made with the game.
Cyberleek, the person behind the alleged GTA 6 map and gameplay video leak has stated in page that he will not stop until Rockstar Games issues a public statement and apology with a concrete commitment to be better.
"No consumer shall pay for a game through digital storefronts before release and independent review. Physical preorders for tangible media remain permitted. Preorders were not created for gamers. They were created because physical discs had manufacturing limits. In digital distribution, there is no inventory. There is no stock shortage. A digital copy cannot sell out. Yet publishers kept the preorder system and stripped away its only consumer benefit. Now gamers pay early and receive nothing in return except a countdown timer and a cosmetic skin.
If publishers want revenue before launch, they can press discs. Print boxes. Put them on shelves. Earn that money through physical production"
Another quote seen from the GTA 6 leaked map says "Fighting for gamers' rights"
Its evident that the whole reason behind those leaks are the decision to ship GTA 6 without a physical copy, making GTA 6 the one game that got leaked the most during its development time.
What is going to be more interesting to see however is if more leaks are going to happen because of this, no one can tell how much info or leaked footage Cyberleek has to share.
Trabalhei com a Erika Hilton em 2024. Ela era a líder da bancada do PSOL na Câmara. Eu, assessor na área de economia. Em 2024, algumas das pautas mais importantes do país foram votadas, como a segunda fase da Reforma Tributária e o fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (gravíssimo, pois impacta diretamente justamente quem sofre na escala 6x1).
Durante toda a Reforma Tributária, por exemplo, nunca troquei uma palavra com a LÍDER da bancada sobre esses temas. Eu era o responsável pela pauta.
Ela nunca estudou uma nota técnica sobre esse tema, nem sequer queria saber do que se tratava, quais eram as polêmicas, quais eram as possibilidades. Nunca participou de absolutamente nada. Total descaso com suas responsabilidades como líder. Não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo no Congresso sobre esse e tantos outros assuntos FUNDAMENTAIS PARA A CLASSE TRABALHADORA.
Na votação do fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (uma espécie de 14º salário para o trabalhador formal que está, em muitos casos, na escala 6x1), ela não fez ABSOLUTAMENTE NADA para reverter isso. É só olhar as redes sociais dela na época. É factual.
E ela não era uma parlamentar qualquer. Era a LÍDER. A representante do partido, da bancada e de toda a militância.
Eram outros parlamentares da bancada que assumiam responsabilidades que deveriam ser da líder. A construção de emendas e destaques, as reuniões e toda a articulação em torno dessas pautas ficavam a cargo de outros parlamentares. Eu nem tentava mais falar com ela. Era inacessível, uma verdadeira diva pop.
Duvidam do que eu falo? Peguem, então, a participação dela nas notas taquigráficas e nos vídeos dessas votações históricas e importantes. Está lá. É factual. Tudo registrado. Vamos ver se estou mentindo.
Ela é uma influencer de redes sociais brilhante e da mais alta importância, fundamental na luta contra a escala 6x1, mas é péssima como parlamentar.
E repito: ser parlamentar não é o mesmo que ser influencer. Ser uma boa parlamentar é duríssimo. Tem que se dedicar, trabalhar, estudar, se preparar. Fazer muita coisa nos bastidores que não dá like, não tem glamour, mas é fundamental para a luta institucional.
Podem me cancelar, mas certas coisas precisam ser ditas e debatidas.
Todo mundo sempre teve medo de debater isso publicamente. Medo do cancelamento. Eu me incluo. Mas já tô de saco cheio de ler tanta inverdade sobre a atuação parlamentar dela.
Digo isso como eleitor. É uma declaração pessoal, de minha inteira e exclusiva responsabilidade.
NÓS temos todo o direito de cobrar parlamentares e políticos.