Uma pergunta aos platônicos e plantonistas de plantão: para leitura pessoal, sem pretensões acadêmicas, as edições dos Diálogos de Platão publicadas pela Edipro são aceitáveis?
@kackinha1@philoantonio Seria correto pensar que uma multidão no transporte público, como no metrô de São Paulo em horário de pico, também forma uma egrégora? Isso teria impacto sobre o estado de ânimo das pessoas individualmente?
A pessoa que só lê clássicos é alguém que nasceu no topo de uma montanha e não só nunca saiu de lá, como nunca sequer olhou pra baixo. Pra saber o que é uma montanha é preciso descer, olhar a montanha lá de baixo, voltar a subir, e só daí saber: "É isto que é uma montanha."
Acabo de saber que meu livro está prestes a bater a marca dos 2000 exemplares vendidos — em menos de um ano.
Para o meu tamanho e para o tamanho da editora, isso já é um sucesso extraordinário. Para o mercado, não sei!
Um livro continuar a vender meses depois do lançamento não é uma banalidade — ao menos não no Brasil. Aqui, passado o burburinho inicial, uma obra cai no esquecimento uns 4 meses depois de publicada. Não foi o que aconteceu com meu primeiro livro, o que me deixa feliz da vida!
O filme pode ser criticado, claro; eu mesmo acho que o título foi uma escolha ruim. Mas o filme está longe de ser a catástrofe que andam dizendo por aí.
Assisti a “Auto da compadecida 2” e gostei muito. Aliás, pretendo reassistir. Às vezes a galera se perde na ideologia (e na suposta crítica a ela). O Jesus negro do primeiro filme foi concebido pelo próprio Suassuna, como se pode ver no trecho a seguir.
Acusar o filme de “lacração” porque a Taís Araújo representou a Compadecida é má vontade pura e simples; em primeiro lugar, a padroeira do Brasil é preta; em segundo lugar, a representação de Nossa Senhora como uma mulher preta não destoa em nada do espírito da obra original.
@circoinaudito Não nego, mas não é isso que está em pauta. Eu não disse que boa condição econômica favorece a vida intelectual; eu só disse que condições econômicas ruins a dificultam. E estou falando de pessoas que já têm certa propensão aos estudos.
O marketing digital matou a vocação intelectual de gente verdadeiramente talentosa; no entanto, frilas e subempregos também matam; relações acadêmicas também matam; falta de dinheiro também mata. No fim das contas, sem feijão, não há sonho que resista.