Homicidio imprudente.
De los 2 tipos que la lanzan y de la persona que graba , por no advertir del enganche defectuoso.
#BRASIL🇧🇷 : Una joven de 21 años, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, murió tras caer de 40 metros en la "Ponte do Esqueleto" (Limeira, São Paulo).
Los operadores de la empresa "Entre Cordas" la levantaron en posición "superman" y la lanzaron al vacío .
L
Reportagem de Sarah Peres (@sarahperesjorn) e Cristyan Costa | Moraes pede parecer da PGR sobre pedido de progressão de regime para ‘Débora do batom’ https://t.co/NHBUW4BMMc
Jovens utilizam dinheiro do programa Pé de Meia do Lula para comprar drogas dos terroristas do Lula, desviando dinheiro público do povo para o PCC do Lula.
Acelera Brasil!... Geração de futuro lindo na mão da esquerda!!!🤡
Governo Bolsonaro aplicou austeridade, apresentando, nos primeiros meses, a MP 871, logo convertida na Lei 13.846/2019, criando filtros inéditos contra abusos nos descontos sindicais e associativos, com exigência de autorização expressa, confirmação de vínculo real e auditoria em convênios como regra.
No final do governo Bolsonaro, já em transição para o governo Lula, o Congresso derrubou os principais dispositivos da lei. Os filtros acabaram e a fraude recomeçou.
O grande volume dos 6,3 bilhões em descontos indevidos acontece a partir de 2023, com o governo Lula, que nunca estipularia qualquer filtro. Ao contrário, todos sabem a vontade do governo Lula em alimentar sindicatos.
Apenas Bolsonaro assinou uma Medida Provisória, converteu em lei, enfrentando o sistema, impedindo descontrole e desvio de recursos da população a entidades favorecidas pelo PT.
Não foi por falta de aviso. Fraude e desvios de aposentadorias, dos mais necessitados. Histórico escancarado da corrupção perpetrada pelo governo PT, em um esquema bilionário para roubar idosos.
- Discurso de Ódio Que Pode: Quando o Sistema Escolhe Seus Alvos
- Recentemente, o governador da Bahia afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores deveriam “ir para a vala”. Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu.
- Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como “ameaça à democracia”. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito.
- Agora imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido, ou usasse a palavra “vala” em qualquer contexto. Seria manchete, seria prisão, seria processo por “discurso golpista” e “incitação ao ódio”. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema, só há repressão quando o alvo é a oposição.
- Esse tipo de discurso, vindo de uma autoridade de Estado, não apenas normaliza o ódio como incentiva o pior: a violência política, o assassinato moral e até físico de quem pensa diferente. É a institucionalização da barbárie com o verniz de “liberdade de expressão progressista”.
- Quando se permite que se deseje a morte de opositores impunemente, o que mais pode ser permitido? O que mais pode vir à tona com a conivência de quem deveria conter o extremismo, e não alimentá-lo?
- A verdadeira ameaça à democracia não está em frases de WhatsApp ou em manifestações populares. Está no alto da cadeia de poder, onde os que gritam por “tolerância” e “combate às fake news” são os mesmos que, na prática, incitam o ódio, mentem descaradamente e permanecem blindados por um sistema que escolheu lado.