Flávio Bolsonaro lança plano de segurança pública “Brasil sem Medo” ao lado de Moro e Derrite
Confira a seguir as 12 medidas anunciadas:
1) Terrorista vai ser tratado como terrorista
Classificar PCC, Comando Vermelho, milícias e outras facções como organizações narcoterroristas, ampliando o combate a essas organizações e fortalecendo o armamento, a inteligência e a valorização policial.
2) O crime do menor não é menor
Redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e punição mais rigorosa para adolescentes a partir de 14 anos que pratiquem crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e homicídio.
3) Tropas de elite nas fronteiras
Criação do Sistema Nacional de Fronteira, integrando Exército, Marinha e Aeronáutica para combater a entrada de drogas e armas pelas fronteiras terrestres, portos e espaço aéreo.
4) Mais presídios, menos bandidos soltos
Construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima inspirados no modelo de El Salvador e criação de 500 mil novas vagas no sistema prisional.
5) Cortar o mal pela raiz
Implantação da castração química para condenados por estupro e abuso sexual de crianças.
6) Tolerância zero para o feminicídio
Monitoramento de agressores de mulheres por tornozeleira eletrônica e cumprimento integral das penas para feminicidas e agressores.
7) Acabar com a cocaína “made in Brazil”
Emprego permanente de tropas especiais da Marinha para monitorar inicialmente os portos de Santos e Paranaguá, visando combater o tráfico internacional de drogas.
8) Menos verbo e mais verba
Dobrar os investimentos federais em segurança pública.
9) Luz, câmera, prisão
Criação da “Muralha Brasileira”, sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, com instalação de mais de 1 milhão de câmeras pelo país.
10) Auxílio às famílias das vítimas, não dos bandidos
Redirecionamento de recursos destinados às famílias de detentos para apoio às famílias das vítimas de crimes.
11) Sem desconto para a barbárie
Fim da progressão de regime para condenados por crimes hediondos, com cumprimento integral da pena.
12) Quem não entrar na linha vai ser desligado da sociedade
Endurecimento das penas para roubo, furto e receptação de celulares, incluindo quadruplicação da pena inicial para quem comercializar aparelhos oriundos de crime.
Leia a íntegra: https://t.co/ktHC9P2QeV
🇪🇸‼️| Rodríguez Zapatero tuvo su primera audiencia y su defensa tuvo un efecto nulo. De acuerdo a distintos reportes, las explicaciones del expresidente no han podido contrarrestar la inmensa cantidad de pruebas en su contra. Si bien se rechazó retirarle su pasaporte, la certeza es que no logró desvirtuar las acusaciones de cuatro delitos: tráfico de influencias, blanqueo de capitales, delitos fiscales y contrabando.
🇻🇪‼️| Diosdado Cabello pasó de creerse intocable a terminar contando historias en su programa televisivo. En este caso, aseguró: “María Corina Machado lamentó la muerte del Niño Guerrero porque le prometió hacerla presidenta. Es lógico había caído la persona que juró le haría presidenta a cambio de impunidad”.
🇺🇸 JD Vance on how this Iran deal differs from Obama's:
"The Obama nuclear deal allowed enrichment, ours will not."
"The Obama deal allowed the accumulation of stockpiled weapons-grade material; ours is actually leading to the destruction of that stockpile of enriched materials."
"The Obama deal gave them over a billion dollars of American money; this deal gives them zero dollars of American money."
For Vance, this isn't Obama 2.0. Not even close.
Writer: Daniyal
A Corte de Cassação de Roma, instância máxima da Justiça italiana, voltará a analisar no próximo dia 1º de julho o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. Desta vez, o processo está relacionado à condenação da ex-parlamentar por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, após o episódio em que perseguiu um homem armada pelas ruas de São Paulo durante o período eleitoral de 2022.
No Brasil, Zambelli foi condenada a cinco anos e três meses de prisão pelo caso. A Corte de Apelação de Roma já se manifestou favoravelmente à extradição, mas a defesa da ex-deputada recorreu da decisão, levando o processo à Corte de Cassação.
O julgamento ocorre poucas semanas após uma decisão que representou uma vitória para a defesa da ex-parlamentar. Em maio, a Corte de Cassação anulou outro pedido de extradição apresentado pelas autoridades brasileiras, referente à condenação de dez anos e oito meses de prisão por suposta participação na invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça.
Na ocasião, magistrados italianos apontaram questionamentos sobre a imparcialidade do julgamento conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, argumentando que ele próprio teria sido uma das vítimas dos ataques cibernéticos investigados no processo.
STF ADMITE MINHA INOCÊNCIA
Em notícia feita pelo próprio STF, publicada em 25/MAI/2026, a corte confessa que:
-Eu resido nos EUA. Logo, Moraes deveria expedir carta rogatória e não me julgar à revelia.
-Atuava no exterior contra a perseguição, não para absolver meu pai. Isso, dentre outros argumentos, desmonta a tese base da acusação que eu estaria buscando a absolvição de meu pai através de sanções americanas.
-E corretamente diz que eu trabalhava por sanções individuais, não por tarifas contra Brasil. Cai a já moribunda tese de atentado contra a soberania nacional.
Eu mesmo printei👇
https://t.co/OUVTzitWhn
Brasília — O ministro do STF André Mendonça derrubou o sigilo da decisão que autorizou buscas contra os senadores Jaques Wagner (PT) e Augusto Lima no inquérito do Banco Master. A decisão identificou indícios de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar. Mendonça determinou que a Polícia Federal não informasse previamente o diretor-geral Andrei Rodrigues sobre os passos da investigação para preservar a imparcialidade e o sigilo, surpreendendo integrantes da cúpula da PF e do governo.
One of the fathers of a Pakistani grooming gang rapists speaks out, blaming the 13 year old girl.
Since she wasn’t a virgin, as she had previously been raped by other members of the gang, he believes it is her fault.
@Visegrád24
🇨🇴‼️| En un discurso cargado de enojo e impotencia por su situación política, Gustavo Petro apuntó contra Estados Unidos: “Ellos le están diciendo a Delcy Rodríguez que debe dolarizar Venezuela y poner como moneda oficial al dólar. Ya lo hicieron en Ecuador y solo queda Colombia. Ya propusieron acabar con el peso colombiano y disculpen, el peso es más fuerte que el dólar”.
Em 2002, quando Lula ascendeu à Presidência pela primeira vez, o espetáculo eleitoral brasileiro já exibia uma curiosa unanimidade. Os quatro candidatos que lideravam as sondagens - Lula (PT), José Serra (PSDB), Ciro Gomes (PPS) e Anthony Garotinho (PSB) - não se atreviam a confessar-se conservadores ou de direita. Eram todos, cada qual à sua moda, variações do progressismo reinante. Circula ainda, nas sombras da internet, um vídeo antigo, gravado em algum conclave do Foro de São Paulo ou afim, no qual Lula, com a satisfação de quem vê confirmada a própria profecia, declara: “A melhor coisa que eu vejo é que não existe direita na campanha presidencial, todos os candidatos são de esquerda”.
Salta-se agora para meados de junho de 2026, no encontro do G7 em solo francês. No meio de uma conversa sobre o tabuleiro global, Lula faz uma digressão histórica: a direita e os conservadores, lembra ele, governaram a maior parte do tempo nas grandes potências - Estados Unidos, França e outras. E conclui, com a solenidade de quem descobre a roda: “O que isso prova? Que o mundo não é de esquerda. O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade.”
Foi então que Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, observou, com a cortesia técnica de quem lida com números e não com mitos, que quando Lula assumiu o poder pela primeira vez havia quem o temesse como radical, mas que ele não governara como tal. A resposta veio imediata, à queima-roupa, talvez a maior mentira de uma carreira pródiga em falsidades: “Eu nunca fui esquerdista.”
Diz o ditado popular que “Lula mente que nem sente”. A questão, porém, não é moral, campo em que ele há muito se despediu, mas ontológica e psicológica. Pergunta-se: Lula mente por cálculo ou por compulsão? Por estratégia ou por uma necessidade quase patológica de reescrever a própria existência?
Se for o segundo caso, e tudo indica que sim, de pouco valem aqui os critérios da ética clássica. Melhor consultar os filósofos que entenderam a mentira como estrutura do ser. Sartre, o esquerdista de carteirinha, oferece em O Ser e o Nada a chave mais precisa: a má-fé, essa mentira existencial que o homem conta a si mesmo para fugir da angústia da liberdade. Não se trata de esconder a verdade do outro, mas de incorporá-la de tal modo que o mentiroso acaba por habitá-la. A descontinuidade de Lula torna-se, assim, quase patética: num dia, pai dos pobres; noutro, mãe dos banqueiros. Operário de origem que se vendeu como operário eterno, sem nunca ter sido, na essência, outra coisa senão político profissional. Uma vida inautêntica, vivida sob o disfarce permanente.
Nietzsche, por sua vez, leva-nos mais fundo. Em Sobre a Verdade e a Mentira no Sentido Extramoral, o filósofo alemão recorda que a dissimulação não é um defeito acidental, mas um instinto primordial do intelecto humano. A mentira mais corrente não é aquela com que enganamos os outros, mas aquela com que nos enganamos a nós mesmos. É o mecanismo que nos permite suportar a “dureza da realidade”.
E qual seria, para Lula, essa dureza insuportável? Resposta simples: perder o protagonismo. Envelhecer como figura secundária. Trump surge-lhe como a nuvem escura no horizonte: o homem que encarna o que Lula mais teme: a irrupção de um realismo bruto que dispensa as mediações que Lula sempre encarnou. Ele, que se via como o eterno elo entre o metalúrgico do ABC e os donos do poder, descobre-se agora supérfluo. Entre uma esquerda que agoniza e um Trump que não lhe oferece entrada, Lula fica suspenso no vazio.
No limbo, só lhe resta o que sempre fez com maestria: continuar mentindo, compulsivamente, como quem respira. Porque parar de mentir seria, para ele, parar de existir.