No Aeroporto de Congonhas (que está em plena reforma) há um hangar histórico que era o principal de manutenção da Varig e que está sendo convertido em sala de embarque.
É quase certo que o Lito trabalhou nesse hangar fazendo a manutenção nos Electras, já que ele ficou baseado em CGH até 2007.
Muitos passageiros, aeronautas e mecânicos ficariam felizes se nessa reforma, a atual operadora desse aeroporto, a @AenaBrasil, encomendasse a um artista um mural com o rosto do Lito. Desde que a família autorizasse, é claro. Fica aqui a sugestão.
Para saber mais sobre a reforma em curso desse hangar: https://t.co/VJskk49im3
La BBC tiene una página donde puedes ver cómo se van armando los cruces del Mundial 2026 conforme avanzan los partidos. Sin drama, sin "última hora". Solo el cuadro, actualizado, con el camino posible de cada selección. Parece un detalle menor. No lo es.
En un torneo con 48 equipos y 12 grupos, como aficionados, además de saber quién ganó, queremos imaginar contra quién podrían jugar nuestras selecciones, qué tan difícil se pone el camino, qué escenarios son posibles. Esa página responde exactamente eso, sin obligarte a calcular nada.
Y eso es lo que hace bien, convierte la información compleja en algo fácil de entender, en el momento exacto en que la gente lo necesita.
Les comparto la página por si quieren seguir los cruces: https://t.co/xo3HWSuTp3 ⚽
#Comunicación #Mundial2026 #ComunicaciónDigital
🇧🇷 O Brasil é o país com...
🇯🇵 mais japoneses (e descendentes) fora do Japão.
🇮🇹 mais italianos (e descendentes) fora da Itália.
🇱🇧 mais libaneses (e árabes do Levante) fora do mundo árabe.
🇵🇹 a maior comunidade portuguesa fora de Portugal.
🌍 a maior população afrodescendente fora da África.
🇺🇦 um dos maiores polos de ucranianos fora da Ucrânia.
✡️ a 2ª maior comunidade judaica da América Latina.
🪕 Uma das maiores populações ciganas (Romani) do mundo.
🏹 Um dos países com maior diversidade indígena.
👨🏿🦰🧒🏻🧒🏾👩🏿🦱🧔🏼👨🏽🦲Maior miscigenação e diversidade cultural do mundo.
Somos a terra onde o mundo diverso se encontra e se torna um só. Não atoa, o passaporte brasileiro é um dos mais falsificados ao redor do mundo, pois literalmente qualquer um poderia ser um brasileiro.
A gente ama a Copa do Mundo e as Olimpíadas porque quando vemos pessoas de QUALQUER país do mundo, também nos vemos!
@trindaderafael@pablovinicius1_ Veja parcerias com empresas de mídia tipo de condomínios e elevadores. É provável que você consiga sem custo de implantação.
Após um ano com um carro elétrico BYD Dolphin Plus, volto aqui pra contar e mostrar as contas, conforme o prometido.
As contas de luz de Junho/25 até Maio/26 são com o carro elétrico, ou seja, exatamente 12 meses. A de Maio/25 refere-se ao mês de Abril e foi de 388kW/h. Descontando Set/25 (que estávamos viajando), a média de consumo foi de 495 kWh, apenas 84 kWh a mais que a média dos seis meses anteriores que foi de 411 (veja o post que estou retuitando).
(sobre o valor baixo de Fev/26, a Enel não fez a leitura e cobrou a taxa mínima, mas isso se acertou nos meses seguintes, o valor já está na conta)
Nesse período rodamos cerca de 20 mil kms. Você pode ver na imagem que o desempenho médio nesse período (consultado hoje) foi 16,1 kwh/100kms. Considerando o custo de R$ 1 por kwh (em SP está um pouco abaixo disso), estamos falando de 6,2 kms para cada 1 kwh, ou 6,2 kms/R$. O meu carro anterior (um Mini Cooper) fazia 9 kms/litro, considerando o custo de R$6,30 no litro da gasolina, o seu custo era de 1,4 kms/R$.
Isso significa que agora eu rodo com o custo 4,3x menor. É como se a gasolina de R$ 6,30 estivesse, para quem tem um BYD Dolphin Plus, por R$ 1,45. Tudo isso enquanto eu ando mais, já que o Dolphin Plus entrega 210 cavalos (o tempo todo), enquanto meu Mini Cooper turbo tinha somente 170 cavalos (e somente em algumas RPMs mais altas e só depois que o turbo começa a atuar - maldito turbo lag).
Considerando os 20 mil kms que foram rodados nesse primeiro ano, o custo do BYD foi de 3,2 mil reais de eletricidade. Com o Mini Cooper seria de 14 mil reais. Poupamos 11 mil reais nesse primeiro ano, só no deslocamento (sem considerar desconto de IPVA etc).
E agora, somente com 20 mil kms, virá a primeira revisão. Ou seja, economizamos nas primeiras revisões de um carro a combustão, também, que não foram necessárias.
Não tivemos nenhum acidente ou nada de custos extras, então não tenho muito a comentar sobre isso. Depois que fizer a primeira revisão eu conto como foram os custos.
E notem que as contas não batem, se gastei 3200 reais, ou 3200 kwh, por mês deveria ter visto um aumento de 268 kwh na conta de energia (ou quase 268 reais). Não vi. Uma parte foi porque foram feitas duas viagens longas nesse período, então mais de 3 mil kms foram recarregados na rua, onde o custo costuma ser 2 a 3x maior do que em casa (e ainda assim mais barato que a gasolina).
Nesse meio tempo o carro desvalorizou dos 170 mil reais que paguei por ele para 150 mil reais, ou 12%. Em comparação um Toyota Corolla Cross XRV, um carro híbrido, caiu de 211 mil para 176 mil reais, ou 17%.
Nesse período a BYD saiu da oitava maior montadora no acumulado até Maio de 2025 para a quinta maior, superando Honda, Jeep e Toyota, sendo maior ainda que Renault, Nissan e Peugeot. Só perde para a lider, VW, seguida por Fiat, GM e Hyundai (sendo essa por apenas 0,5%). As 4 primeiras perderam vendas nesses 12 meses, enquanto BYD cresceu de 39 mil para 55 mil veículos emplacados no acumulado do ano até Maio (40%).
Meu carro segue funcionando perfeitamente, e segue sendo uma excelente experiência de direção. As previsões catastróficas feitas por muitos no primeiro post que fiz a respeito não se confirmaram. Eu não perdi dinheiro, minha conta de luz não estourou, o carro não quebrou ou deu qualquer problema, e, se eu resolvesse vendê-lo agora, receberia mais dinheiro do que se tivesse comprado um carro europeu, dos EUA, coreano ou japonês.
O futuro é elétrico e é chinês.
Essa história do prefeito de Recife é bizarra demais. E você nunca descobriria isso se não fosse o X, porque a mídia tradicional está vendida:
Como foi noticiado, o prefeito de Recife, João Campos, tentou passar ilegalmente, no lugar de um PCD que tinha dmsido aprovado, um homem para um concurso público que pagava R$ 30 mil memsais.
O que a mídia não contou:
O Juiz Rildo Vieira da Silva, seu pai, utilizou sua nova posição para anular uma investigação de corrupção de grande porte contra a prefeitura em tempo recorde, logo após ser promovido para a vara que julga tais crimes.
Menos de um mês após sua promoção, em novembro, o juiz recebeu o processo referente à Operação Barriga de Aluguel, deflagrada pelo GAECO/MPPE para investigar um esquema de corrupção em obras da prefeitura, com valores que superam R$ 200 milhões
Ele levou apenas três horas para anular toda a operação de busca e apreensão, arquivando o processo.
Já a procuradora Maria Nilda Silva, mãe do homem, tem um relacionamento institucional com o Procurador-Geral do Município, Pedro Pontes, em projetos do Hospital da Criança, que foi alvo de denúncias de superfaturamento no TCE-PE.
O Prefeito João Campos, através de seu Procurador-Geral, Pedro Pontes, concretizou a nomeação do filho do casal por meio de uma reclassificação, que contrariou pareceres internos e ocorreu imediatamente após o juiz Rildo ter beneficiado a gestão com a anulação da Operação Barriga de Aluguel.
E ninguém está falando nada. Ninguém indignado. Obviamente, também, ninguém vai ser preso.
E a Tabata do Amaral, namorada do prefeito, não falou nada. Afinal, não foram feitas piadas em stand up.
Google analisou 10 mil desenvolvedores durante 5 anos pra encontrar os lendários "10x engineers" (que produzem 10x mais que a média) e descobriu que eles não existem.
O que existe são "10x teams".
Essa pesquisa mudou completamente a forma como empresas de tech contratam mas que se vc for inteligente, vai perceber que isso serve pra sua cia.
Verdades desconfortáveis da vida adulta
1. Você não terá tempo para tudo. As prioridades mudam o tempo todo e sempre haverá algo ficando para depois.
2. Nem todos os relacionamentos duram. Isso não significa fracasso e faz parte do processo de seguir caminhos diferentes.
3. Ninguém pensa em você tanto quanto você imagina. As pessoas estão ocupadas lidando com suas próprias batalhas internas.
4. Trabalhar duro não garante reconhecimento. Fatores como política, timing, contatos e sorte influenciam mais do que parece.
5. Cuidar da saúde se torna responsabilidade total. A falta de sono, a má alimentação e o sedentarismo cobram preço mais cedo ou mais tarde.
6. A vida adulta exige engolir sapos com frequência. Chefe difícil, clientes exigentes, burocracias e contas fazem parte do pacote.
7. Dinheiro não é tudo. A presença dele traz tranquilidade e a ausência traz problemas que se acumulam rapidamente.
8. Os pais deixam de parecer invencíveis. Eles envelhecem, erram e precisam de cuidado, o que muda nossa percepção sobre eles.
9. A vida se torna mais solitária quando não há esforço para mantê-la cheia. Amizades exigem intenção e atenção constantes.
10. A comparação com os outros acontece mesmo com consciência disso. O desafio está em focar no próprio ritmo e respeitar o próprio tempo.
11. Crescer não aumenta a segurança. A maturidade ensina a agir apesar do medo e a administrar incertezas.
12. A felicidade é irregular. Ela aparece em pequenos momentos que precisam ser percebidos e valorizados.
Certo dia fui na Casa dos Rolamentos, rua Brasil, 1000 - em São Leopoldo-RS e pedi um rolamento conforme amostra que eu levara. O Sr. atendente, talvez proprietário da loja, de nome Hélio, disse: "É pro skate?" (Não tenho cara de skatista kkk) Rimos e disse que era pra Cadeira de Rodas. Disse-me: normalmente são dois rolamentos. Continuou: De quem é a Cadeira? Respondi: Olha amigo, foi do meu pai, da minha mãe, da minha sogra e agora empresto pra quem precisa. Recebi de volta de um amigo que a usou com esse probleminha que vou consertar. Seu Hélio retornou con quatro rolamentinhos, colocou-os na minha mão e disse!: Não custa nada. Não vai fazer falta pra mim nem pro senhor. Quem faz o bem merece receber o bem!. Não sei se ando meio emotivo, mas fiquei impactado com o gesto, quase chorei. Agradeci com um nó na garganta.
Que Deus proteja sempre o Sr. HELIO, sua família e seu comércio!
Também por isso que A VIDA É BELA!
O LAMENTO DE UM PORTUGUÊS:
Em 2000, o carro mais vendido na Europa era o Volkswagen Golf — o símbolo de uma Europa industrial, produtiva e confiante.
Um carro sólido, fabricado por operários bem pagos, com aço europeu, motores feitos na Alemanha, e orgulho na engenharia.
Em 2025, o carro mais vendido é o Dacia Sandero — feito na Roménia, com componentes espalhados entre a Turquia, Marrocos e a China.
Eis o progresso europeu.
Passámos de produzir o que o mundo comprava, para comprar o que o mundo produz.
De fábricas cheias, para “centros de inovação” cheios de PowerPoints.
De engenheiros de motores, para gestores de “sustentabilidade” e “inclusão”.
A Europa transformou-se no continente dos relatórios bonitos — e das carteiras vazias.
A destruição do setor industrial europeu
Em 2000, a indústria representava quase 20% da economia da zona euro.
Hoje ronda 13%, e em países como França caiu para menos de 11%.
A produção de aço — base de qualquer economia sólida — caiu 30% desde 2008, segundo a World Steel Association.
Entre 2023 e 2024, a produção industrial da zona euro caiu mais 2,2%, segundo dados do Eurostat.
Mas os políticos continuam a repetir o mantra: “Estamos a liderar a transição verde.”
Claro que estamos — diretamente para o desemprego verde.
O resultado é simples:
As fábricas foram para a China, Índia, México e Vietname — onde há energia barata, menos burocracia e governos que ainda sabem o que é proteger a produção nacional.
Nós ficámos com o que sobra: as reuniões do Parlamento Europeu, e a sensação de superioridade moral.
Fechar o campo, importar a comida
O setor primário europeu — aquele que alimentava o continente — também foi “modernizado”.
Entre 2010 e 2020, fecharam mais de 3 milhões de explorações agrícolas na União Europeia.
Os agricultores foram esmagados por burocracia, metas de carbono, e uma avalanche de regulamentos.
Agora importamos fruta do Chile, cereais da Ucrânia e legumes de Marrocos — tudo em nome da “sustentabilidade”.
A lógica é brilhante: deixamos de produzir localmente para reduzir emissões...
mas trazemos os mesmos produtos de barco e camião, vindos de 5.000 km de distância.
Genial.
A China agradece
Enquanto nós discutíamos “identidade de género” e “quotas climáticas”, a China comprava a Europa — pacientemente, empresa a empresa.
Hoje, eis alguns exemplos:
Volvo pertence à Geely (China).
MG pertence à SAIC Motor (China).
Pirelli tem capital maioritário chinês.
Mercedes-Benz e Volkswagen têm acionistas estatais chineses (BAIC e FAW, respetivamente).
E as baterias elétricas da nova era verde europeia vêm... da CATL (China).
As importações da UE da China representam 21% de tudo o que compramos fora, mas só 8% das nossas exportações vão para lá.
Resultado: dependência, défice e vulnerabilidade.
A Europa entrega o seu know-how, a China entrega os produtos — e os lucros.
O poder de compra evaporado
Com fábricas a fechar, salários estagnados e impostos em alta, o europeu médio perdeu aquilo que tinha de mais valioso: o poder de compra.
Hoje, para muitos, o sonho de ter um carro novo é o Dacia Sandero — simples, barato, funcional.
Não é culpa do Dacia; é o sintoma de um continente que já não consegue produzir o seu próprio Golf.
Mas continuamos convencidos de que “somos ricos”.
Ricos em dívida, em taxas, em energia cara, e em ilusões.
O europeu moderno acha-se desenvolvido porque tem Netflix, painéis solares e delivery vegan —
mas já não tem independência económica, nem indústria, nem segurança alimentar.
A ironia do “progresso”
A Europa passou 25 anos a lutar contra tudo o que a tornava forte:
Contra a agricultura (“polui”).
Contra a indústria (“não é sustentável”).
Contra o carvão, o gás, o nuclear (“não são verdes”).
Contra a propriedade (“é privilégio”).
E agora olha à volta e pergunta-se:
“Porque é que estamos a ficar mais pobres?”
Talvez porque confundimos progresso com autoflagelação económica.
Conclusão: o caminho errado com orgulho.
A PENSÃO SOCIOAFETIVA PRECISA ACABAR!
Protocolei nesta terça-feira o Projeto de Lei 4604/2025, que estabelece que vínculos meramente socioafetivos não configuram parentesco e, portanto, não geram obrigação de pagar ou receber pensão alimentícia.
Ou seja, a idéia é deixar claro que a obrigação alimentar deve decorrer apenas de vínculos expressamente previstos em lei, como laços biológicos, civis ou de adoção formal e não simples relações afetivas.
Estou circulando aqui 3 petições. Favor assinar para gente dar prosseguimento aos respectivos projetos de lei.
1- Pela proibição do uso da expressão "silêncio ensurdecedor". Institui multa diária.
2- Pelo fim do Menu em QR code.
3- Pelo fim de secador de mãos a ar quente.