🇧🇷🇺🇸 As Forças Armadas Brasileiras vão "abrir o portão" em caso de invasão militar dos EUA, segundo o Ministro de Defesa do Brasil, José Múcio. Segundo o ministro, supostamente não há dinheiro nem armas para enfrentar os EUA, então seria melhor entregar o país para os invasores.
The Iranian navy, which has been destroyed eight times, has apparently closed the Strait of Hormuz again, because the United States, for the seventh time, won the war that wasn’t a war, so now the United States has to open the Strait of Hormuz that was already open before the not-war began.
The not-war began because Iran had uranium that was totally, completely, beautifully obliterated, so they can’t build the nuclear bomb they weren’t building, which is why the United States had to start the not-war it definitely didn’t start.
Now the United States, which has nuclear weapons, is threatening to use nuclear weapons to stop Iran from getting nuclear weapons, because nuclear weapons are far too dangerous for countries with nuclear weapons to allow other countries to have.
If the United States saw the United States doing what the United States does in other countries, the United States would invade the United States to liberate the United States from the tyranny of the United States.
Deixei para ler o "Ainda estou aqui" de Marcelo Rubens Paiva agora. Queria que passasse um tempo do sucesso do filme. Mas, eu não sabia, o livro e o filme são obras de arte bem distintas. O livro me pegou muito mais. Como a maioria de vocês já sabe, minha mãe foi presa na ditadura, também no Rio de Janeiro. Quando saiu da prisão, disseram que se ela fosse presa de novo não escaparia com vida, e por isso ela veio para Manaus, conheceu meu pai e eu nasci. Acabou que meu nome é Luís Carlos em homenagem ao Prestes, mas isso vocês já sabem. Minha infância e adolescência foram durante a ditadura, filho de dois pais que sofreram aquele período, com muitos livros perigosos em casa, o medo sempre presente, e o livro do Marcelo traz muito isso. Minha mãe nunca contou detalhes de sua prisão, algumas coisas ouvi aos poucos, outras ela contou para terceiros e eu estava do lado, guardou muito do seu sofrimento, como guardou Eunice, a mãe de Marcelo. Não sei se para poupar os filhos ou para poupar a si mesma, como Marcelo não sabe sobre Eunice. Em "Ainda estou aqui", quando Marcelo, logo no 2º capítulo, começa a falar dos militares foi pesado para mim. Ele diz que não se pode generalizar, alguns militares foram presos, torturados e mortos na ditadura também. Conta que sua mãe, anos depois, em uma cerimônia com o presidente Fernando Henrique, acabou cumprimentando um general com um abraço. Marcelo pediu detalhes do encontro e Eunice disse que tinha um militar na reunião realmente, "era o general, acabei abraçando-o também", nada demais. Há algo de angústia nesse abraço, nesse deixar a vida rolar, deixar acontecer, nas pessoas que sobreviveram à ditadura. Mas o que me pegou mesmo é o fim do capítulo, e desculpem pelo spoiler: "grandes gestos são humildemente casuais, tenho um agradecimento a fazer aos militares brasileiros: obrigado por não terem matado a minha mãe".
Chorei, chorei muito quando li esse final. Tive que parar o livro no meio, voltei chorei mais um pouco, voltei mais tarde.
Eu também acho que devia agradecer, Marcelo! Obrigado pelo texto!
Não sei...mas esse tarifaço tem forte indício de ser um teatro " Bad Cop and Good Cop", pra deixar o Rachador como salvador da pátria e, consequentemente, alavancar votos, caso desista de tarifar.