... vazio de tantas vezes cair no chão, de tantas vezes se quebrar, uma vidraça repleta de curativos, como voltar? Como ser algo? Não restou nenhuma gota de sangue, sangrar o vazio, sangrar a inexistência, sangrar ele próprio... Quantas vezes um coração pode se quebrar?
Um caco de vidro em meio ao escuro de seu sangue, apesar de ser frágil como as lágrimas de fogo em seus olhos, apesar do seu amor podre em vestes limpas de pecado, apesar dos seus olhos cheios de seu amor podre, de carícias de nojo, vejo em sí, meu coração dilacerado vazio...