@PauIoGuedes Acho que não! Mas tá correndo um sério risco de ser preso por destruir a economia do país em benefício próprio e de alguns amigos, pois o título de pior ministro da economia de todos os tempos, esse já é seu!
@tabataamaralsp Eu poderia te xingar, dizer um monte de coisas que vc precisa ouvir, mas vou me limitar a dizer o seguinte: VC PERDEU UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE FICAR CALADA, OU MELHOR, ANTES DE TERCER A CRÍTICA, LAMENTASSE A MORTE DAS CRIANÇAS E MULHERES PALESTINAS!
O bolsonarista é tão DESPREZÍVEL, tão VAGABUNDO, que eles inventam a mentira, propagam e passam a acreditar nela mesmo! Isso é doença misturado com mau caratismo! 🤮
@deltanmd Para de falar merda seu desprezível!!! Se esse país houvesse justiça de fato, vc já estaria preso seu bosta! De ex-deputado, vc está muito próximo de um futuro presidiário! VTNC 🤮
@blitzRJoficial E tem aí um deputado desprezível de "excrema" direita, pago com o nosso dinheiro, apoiando a homofobia do segurança! O ódio dessa corja de inúteis continua a todo vapor! O nome do deputado de merda é @carlosjordy Não queria dar palanque pra esses LIXOS, mas denunciem!
CENSURA NA JOVEM PAN:
EXTREMA-DIREITA ALIADA AO SIONISMO
Fui convidado a participar, na última quinta-feira, dia 12 de outubro, de uma gravação para o programa Linha de Frente, apresentado pela JP News, o canal de televisão da Jovem Pan. Durante mais de duas horas, debati a guerra de Israel contra os palestinos. Segundo a emissora, a edição deveria ir ao ar às 16h30 deste sábado, 14 de outubro.
Para minha surpresa, poucas horas antes da exibição, a redação de Opera Mundi recebeu a seguinte mensagem: “Tivemos um problema na edição de ontem [13/10] à tarde e perdemos parte do que havia sido gravado. Tivemos que regravar com urgência. Infelizmente a participação do Breno não vai ao ar.” A mensagem foi enviada por Elaine Keller, apresentadora do programa.
Os outros três participantes, vinculados ao pensamento de extrema-direita, foram convidados para a regravação, eventualmente ocorrida na sexta-feira, dia 13, à noite. Eu não.
Meus colegas de bancada, na gravação original, eram o deputado federal Delegado Palumbo (MDB-SP), o comentarista Alessandro Negão e o jornalista Luis Kawaguti. Bastante despreparados e desinformados, o trio fez de tudo para defender incondicionalmente o Estado colonial de Israel e sua agressão criminosa contra a Faixa de Gaza, com a aquiescência da apresentadora.
Procurei rebater os argumentos e falsidades repetidos à exaustão, a maioria com erros históricos e factuais extravagantes. O compromisso de meus interlocutores, afinal, não estava alinhado à verdade, mas com o sionismo e a extrema-direita brasileira.
O resultado final deve ter levado o comando da Jovem Pan a decidir pela censura. Por desonestidade, inventaram uma história sem pé nem cabeça, e não me convidaram para a suposta regravação.
Trata-se de uma atitude absurdamente antiética, antidemocrática e antiprofissional, além de mentirosa. Nunca presenciei, em quarenta anos de jornalismo, um comportamento tão baixo e deplorável.
Mas diz muito acerca do que é a Jovem Pan: porta-voz da extrema-direita, especializada em mentira e desinformação, com profissionais submissos escolhidos a dedo, e disposta a qualquer coisa para defender o neofascismo e seu primo, o sionismo.