Alguém sabe se a outrora mui fogosa D. Fernanda, vulgo 'a Câncio', já falou sobre isto, seja como membro do Conselho de Redação do DN, seja como voz sempre pronta a denunciar este tipo de situações? Segundo a notícia que acabei de ler, parece que está "ocupada"...
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O façanhudo farmacêutico João Cordeiro anda a fazer escola. É entrar na farmácia do aeroporto de Lisboa, comprar um remédio, e pedir um pouco de água para tomar o comprimido em falta, que a resposta, já ouvida em Cascais, vem logo pronta: "Não temos água para dispensar...", desculpa-se a funcionária, apontando para as garrafas de meio-litro de água de Monchique prontas a serem vendidas...
O meu saudoso Amigo Fausto Correia (ai que saudades do nosso 'Faustolas'!) dizia muitas vezes, com aquela perspicácia que lhe era peculiar, que "em Coimbra, a coragem esgota-se à mesa do café". Hoje, se fosse vivo, estou certo que diria que não era só em Coimbra, que era por esse país fora, onde sobram os que privilegiam o calculismo em detrimento da coerência e do arrojo.
As declarações feitas ontem por Carlos Moedas durante a sua entrevista à SIC, onde o autarca lisboeta afirmou, a propósito da tragédia da queda da ponte de Entre-os-Rios em 2001, que Jorge Coelho se tinha demitido do cargo de ministro do Equipamento Social por, antes do acidente, “ter recebido informações no seu gabinete sobre problemas de manutenção naquela ponte” foram duramente criticadas por João Azevedo, considerado por muitos como o ‘herdeiro político’ daquele dirigente socialista, falecido em 2021.
Em declarações exclusivas ao 24Horas, João Azevedo, hoje candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Viseu, que foi amigo pessoal de Jorge Coelho, de quem chegou a ser adjunto no Ministério do Equipamento Social, desmentiu o autarca da capital, e considerou as afirmações de Moedas “profundamente lamentáveis” e que, na sua opinião, serviram apenas “para fugir às questões sobre a tragédia havida em Lisboa”. Na opinião de Azevedo, o edil lisboeta “inventou uma mentira sobre alguém que já não está entre nós”, ao mesmo tempo que desmente Moedas: “As investigações efetuadas em comissão de inquérito e as investigações periciais apresentadas em tribunal, demonstraram que o Ministério não tinha recebido qualquer informação sobre problemas estruturais na ponte de Entre-os-Rios”.
Ainda a propósito das declarações do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Azevedo foi perentório: “O dr. Jorge Coelho e a Democracia não mereciam essa atitude (...) na política não pode valer tudo, estas declarações são de uma infelicidade atroz, por não corresponderem à verdade, por denegrirem alguém que é sempre citado como um exemplo de elevação e nobreza pelo desprendimento que mostrou pelo poder”, afirmou.
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#24Horas #CarlosMoedas
Há muito que eu já sabia que o engº Moedas não passava de um merdas. Ficámos agora a saber que, além de ser um merdas, Moedas é um imbecil sem caráter. Basta ver a forma canalha como tentou manchar a memória de Jorge Coelho, para dissipar qualquer dúvida que pudesse eventualmente subsistir sobre este sujeito...
Quando me disseram que, qual partido ou coligação, o clã Balsemão tinha um candidato a Cascais, eu não acreditei - "que disparate!", exclamei.
Percebi agora que, afinal, isso era verdade... Bastou-me reparar no cuidado que a @SIC teve em tratar da fotografia e 'cortar' Piteira Lopes, o representante de Cascais no debate que promoveu sobre a habitação na Grande Lisboa - e que por acaso até é o candidato do PSD à autarquia - para perceber que ali em Laveiras já vale (mesmo) tudo...
Isso é que é um exemplo do tal rigor e ética jornalística que tanto apregoam, sim senhor!
Ontem, já não sei em qual das redes das que sou notificado, apanhei um lembrete sobre o saneamento ocorrido no Diário de Notícias nos tempos do PREC.
Pena que o autor do texto não refira outro saneamento, esse mais recente, ocorrido no ano passado, quando cerca de 30 jornalistas, entre os quais José Júdice, Margarida Davim, Duarte Moral, Mário Carneiro, Manuel Catarino, Isabel Laranjo, Rui Pedro Paiva, Bruno Horta, Nuno Ramos de Almeida, Ana Cáceres Monteiro, entre outros, foram despedidos num processo inqualificável de ajuste de contas, premiando a mediocridade e o mau jornalismo. Um grupo que curiosamente o autor integrava, e do qual se escapuliu, traindo os seus colegas e revelando o seu verdadeiro caráter.