☢️ Reflexão da Cooperativa: Minorias oprimidas que ameaçam derrubar a democracia
A minoria oprimida já não se limita a pedir respeito e direitos, até porque direitos, já tem todos. Agora, as minorias oprimidas andam saídas da casca.
Ameaçam incendiar o parlamento. Não parece coisa de minoria oprimida.
⚠️Eu acho que há aqui qualquer coisa de errado que não está abater certo. Estas criaturas que se dizem esmagadas pelo sistema enquanto desfilam pela avenida, escoltadas, fotografadas, acolhidas e financiada por autarquias, estão suficientemente confortáveis para fantasiar em voz alta e por escrito com incêndios ao órgão de soberania que aprova as leis do país. A casa da Democracia.
➡️➡️Depois o Presidente TóZero olha para isto tudo e veta uma lei que, no fundo, nem deveria precisar de existir. Porque a pergunta decente não é quando é que deixámos de poder içar bandeiras ideológicas em edifícios públicos. A pergunta honesta é outra.
Quando é que alguém decidiu que podia?⬅️⬅️
A lei de 1987 sobre a bandeira nacional não é propriamente um manifesto anarco/festivo. É um diploma simples. Diz onde a Bandeira Nacional deve ser hasteada, preserva a dignidade que lhe é devida e, quando admite a presença de outras bandeiras, fala num quadro de protocolo, precedência e representação. Outras bandeiras, portuguesas ou estrangeiras, sim; mas dentro da ordem do Estado, da diplomacia, das regiões, dos municípios, das instituições. ⚠️Não abre a porta ao mastro público como estendal emocional de todas as causas que acordaram nesse dia com vontade de existir administrativamente.⚠️
A bandeira Nacional, convém lembrar, não é decorativa. Não é uma moldura para campanhas ideológicas. Não é o fundo neutro onde cada tribo pendura o seu pedaço de identidade. O edifício público pertence a todos precisamente porque não pertence simbolicamente a nenhum grupo em particular. Quando se transforma a fachada da câmara, da escola, da junta ou do ministério num expositor de causas, o Estado deixa de ser casa comum e passa a ser uma espécie de montra de facções. Hoje entra uma bandeira porque a causa é bonita, amanhã entra outra porque a minoria também chora, e já se sabe, neste país, quem não chora não mama, e depois aparece uma terceira porque a exclusão dói bués, e quando dermos por ela temos a República transformada numa loja de panos às cores.
O veto presidencial tem, por isso, uma beleza muito à portuguesa. Não resolve nada, e não explica grande coisa. Faz aquela dança clássica entre o princípio e o medo, entre a neutralidade do Estado e a vontade de não irritar a clientela da moralidade. Porque há causas que já não se discutem; elas veneram-se. É neste patamar indecente que estamos.
⚠️O problema é que o Estado não pode viver refém do cartaz mais histérico da semana. Se uma faixa a dizer que a lei se f@da e que o Parlamento arda é recebida com encolher de ombros, então não estamos perante uma minoria oprimida; estamos perante uma minoria convencida de que a sua superiorade moral e sexual lhe dá livre trânsito para cuspir no regime que a protege, há vários anos.
Claro que, agora que temos a feira aberta, podemos ser inclusivos até ao delírio. Querem bandeiras de causas em edifícios públicos? Muito bem. Então venha a bandeira dos therians, que também existem, coitados, almas incompreendidas presas pelo chamamento interior da raposa, ou de outros bichos, galinhas, elefantes, tudo. Hasteie-se ao lado da bandeira municipal, olha que lindo.⚠️
Logo a seguir, por uma questão de justiça poética, suba a bandeira marxista. Afinal, os marxistas são hoje uma minoria em extinção, embora se reproduzam abundantemente em departamentos universitários, comissões parlamentares, museus e outros organismos públicos pagos pelo contribuinte. Se a opressão simbólica dá direito a mastro, então o camarada também merece pano, digou eu, vá, já na p@ta da loucura.
Camaradas, quem quer hastear bandeiras ideológicas tem rua, associação, sede, varanda, manifestação, festival, rede social, palco, tenda, podcast e desfile. O que não tem, ou não devia ter, é o direito de confundir o Estado com a sua própria militância. Masesta m@rda é só e apenas o verdadeiro retrato do país. Uns querem igualdade, outros querem visibilidade, outros querem reparação, outros querem incendiar simbolicamente aquilo que lhes dá palco real. Na prática, querem todos é mama.
E assim seguimos nós feitos pacóvios, com uma lei que não é necessária porque nenhuma lei permite bandeiras ideológicas, desde 87 que há abuso da lei, um veto que não devia acontecer mas também não surpreeende, uma bandeira nacional que devia bastar e uma elite política refém, não sei de quê, mas é possível que existam vídeos.🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa
⚠️Nota: o rídiculo de ter um Presidente a vetar uma lei que visa impedir aquilo que legalmente nunca foi possível torna-nos num meme soberano. Que vergonha que eu tenho.
Fui-me informar sobre a notícia destacada do Expresso, que estranhei por só ver declarações da oposição e descobri o seguinte:
É falso que um agregado familiar com rendimentos de 1000€/mês deixe de ter apoio. Continua enquadrado no escalão B, e, portanto, apoiado a 100%.
Actualmente Lisboa é o único município que, desde 2024, por imposição da esquerda, apoia a refeição de todos os alunos, inclusive dos que não têm Acção Social Escolar. A proposta agora apresentada retoma a filosofia de apoiar quem efectivamente precisa.
Ainda assim, Lisboa continua a dar apoios que vão muito além daquilo que é determinado pelo Estado, que estipula apenas apoios ao escalão A (100%) e B (50%). Lisboa apoia o escalão A a 100%, o B a 100% e o C (equivalente ao 3º escalão do Abono de Família) a 50%.
Com esta proposta só deixa de ser apoiado um agregado familiar que:
a- Tendo um filho, ganhe mais de 1.826€/mês;
b- Tendo 2 filhos, ganhe mais de 2.740€/mês.
Não é bem o q foi reportado, mais uma vez. Será só descuido?
The EU’s new Migration Pact came into force today.
Poland announced that it will refuse to receive quota migrants under the pact’s “mandatory solidarity mechanism” and will also refuse to pay the EUR 20 000 fee per refused quota migrant that the EU will place on refusing states
Pacto migratório europeu entrou ontem em vigor. A Polónia recusa receber qualquer cota migratória e pagar o que seja. Ou seja, a Polónia é o único país europeu que ainda não foi capturado pela insanidade
Aqui fica a "network" de Paulo Pedroso.
Quanto a contratos públicos da PPLL Consultant, são simplesmente estes:
- Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P. - 1 contrato - 1 949 999 €
- Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P. - 1 contrato - 177 500 €
- Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e Energia - 2 contratos - 177 162 €
- Secretaria-Geral do Ministério do Trabalho, - Solidariedade e Segurança Social - 1 contrato - 129 950 €
- Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência - 1 contrato - 118 050 €
- Município de Melgaço - 1 contrato - 64 400 €
- Direção-Geral do Território - 1 contrato - 45 000 €
- Camões - Instituto da Cooperação e da Lingua, I.P. - 1 contrato - 39 733 €
- Associação do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular - 2 contratos - 18 500 €
- Associação para o Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico - 1 contrato - 14 278 €
- Município de Braga - 1 contrato - 12 000 €
- Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, Braga - 1 contratos - 6500 €
Os que trouxeram toda esta canalha para dentro de Portugal é que deviam passar por tudo isto. Esses traidores esquerdistas que, mesmo com tudo o que está a acontecer ainda defendem estes monstros dentro do nosso país! Que corja de merda!
Harrow council hiring 7th century cavemen to hand out fines, which they recieve commission from.
Those arguing their case not to be fined are being threatened by the inbreds.
Ahmed Mohammed Hassan Abu al-Atta, un futbolista gazatí cuya muerte en un ataque aéreo en junio de 2024 fue difundida por medios de todo el mundo, ha sido identificado como subcomandante de pelotón en la unidad de cohetes de la Yihad Islámica Palestina.
Los medios internacionales presentaron a Abu al-Atta principalmente como un deportista que murió junto a su familia. Sin embargo, nueva información indica que también ocupaba un cargo de mando en una de las principales organizaciones terroristas de Gaza, sirviendo en la Brigada de Gaza de la Yihad Islámica Palestina y ayudando a supervisar operaciones con cohetes dirigidas contra civiles israelíes.
A bit odd, don’t you think?
As soon as Muslims started immigrating to Japan, its Shinto shrines and Buddhist temples started burning down, just like the churches in Europe.