É inadmissível que povos indígenas sejam ameaçados com o envenenamento da água por causa de sua escolha política. Os Guarani Kaiowá, em MS, denunciam ameaças após a vitória de Lula. Racismo e ódio político não podem ficar impunes!
São graves as denúncias que vêm sendo divulgadas de ataques e ameaças aos povos indígenas, em especial no Mato Grosso do Sul, em retaliação à derrota do bolsonarismo nas eleições. São manifestações brutais de racismo e violência etnocida, que exigem uma resposta firme e imediata do Estado. Junto ao movimento indígena estou solicitando formalmente ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal para que atuem com celeridade para investigar e coibir essas violências.
É MUITO GRAVE o que está acontecendo com os povos indígenas, sobretudo os Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, que estão sofrendo ameaças de envenenamento de água depois das eleições.
Além disso, há denúncias de assassinatos, atropelamentos, omissão policial, ameaças de morte e manifestações racistas.
É preciso uma investigação rigorosa do MPF, TSE e outros órgãos competentes para garantir a segurança dos indígenas e a punição dos criminosos.
Entre no canal Exército dos Povos Indígenas.
#ExercitoDosPovosIndígenas
INDÍGENAS SOB ATAQUE! Após a vitória de Lula, os originários estão sendo alvo de bolsonaristas. Um servidor público incentivou o ENVENENAMENTO da água dos Guarani Kaiowá. Outras denúncias incluem mortes e atropelamentos. QUEREMOS JUSTIÇA!#ProtejamNossosPovosIndígenas
⚠️Lideranças Indígenas pedem proteção contra retaliação de garimpeiros⚠️
Esse é mais um grave episódio de um genocídio em curso há mais de 500 anos. Garimpos ilegais foram desmobilizados e povos indígenas estão sob ameaça de morte!
#ProtejamNossosPovosIndigenas
Órgão dá prazo de 48 horas para prefeitura apurar envenenamento de terras indígenas no MS; denúncia foi feita pela deputada federal Célia Xakriabá
https://t.co/YVEOGd8pVf
A floresta está sangrando e nossos ancestrais continuam sendo ameaçados. Não podemos ficar em silêncio! Hoje na live de vitória vamos subir a tag e exigir justiça e proteção real para quem cuida da nossa terra.
#projetamnossospovosindigenas
A bancada da Federação PSOL/Rede na Câmara dos Deputados protocolou nesta quarta-feira (28.10) um ofício ao Ministério Público Federal, à Procuradoria Regional Eleitoral e à Polícia Federal no Mato Grosso do Sul, cobrando providências urgentes diante das denúncias de violência e ameaças contra indígenas no estado. O documento reforça a representação criminal apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
Segundo a APIB, integrantes de uma mesma família indígena foram assassinados em Naviraí, no domingo (25), e houve relatos de atropelamentos de indígenas em Coronel Sapucaia. A entidade recebeu ainda denúncias de demora ou ausência de atuação policial. Há suspeitas de que os episódios estejam relacionados a uma possível retaliação política após o resultado das eleições presidenciais, ocorridas em segundo turno no mesmo dia.
A representação da APIB também reúne cinco áudios associados aos municípios de Tacuru e Nioaque, com ameaças e manifestações discriminatórias contra indígenas, incluindo menções ao uso de armas de fogo e ao envenenamento da água. Não há confirmação de contaminação. No ofício, os parlamentares pedem a investigação dos fatos, a proteção imediata das comunidades, a verificação preventiva da segurança do abastecimento de água e a apuração de possíveis motivações político-eleitorais.
“Não podemos permitir que um grupo que não aceita o resultado eleitoral venha ameaçar e matar indígenas dentro do próprio território! A União tem hoje um passivo muito grande com os povos indígenas quando não avança com a demarcação dos territórios, deixa indígenas à mercê da violência histórica e principalmente quando não se aceita o resultado eleitoral, quem paga a conta são os povos que estão em situação de vulnerabilidade por conta desse direito que não está sendo implementado”, ressaltou a deputada Sonia Guajajara, ex-ministra dos Povos Indígenas.
“A emergência que toda a sociedade sentiu às vésperas do segundo turno é o que nós, povos indígenas, sentimos todos os dias há muitos anos. A vitória da Democracia e a reeleição do Presidente Lula nos traz uma alegria enorme! Mas as ameaças aos nossos Territórios estão se acentuando pela revolta dos fazendeiros e daqueles que nos querem mortos. Esse mês, acompanhamos uma série de denúncias de incêndios, envenenamentos e violência contra nossos povos e todos eles acompanhados de áudios de bolsonaristas dizendo que é uma resposta de ódio. Estamos atuando enquanto PSOL em diálogo com os movimentos de base e a APIB para garantir a responsabilização dos criminosos e a proteção das nossas crianças, anciãos, homens e mulheres indígenas e de nossos territórios sagrados”, enfatizou a deputada Célia Xakriabá.
A bancada do PSOL também solicita uma resposta inicial dos órgãos acionados, sempre que possível, em até 24 horas, conforme pedido feito pela APIB.
GRAVÍSSIMO! Indígenas do Mato Grosso do Sul estão sendo atacados e sofrendo ameaças de envenenamento em massa por agentes públicos bolsonaristas.
Vamos ajudar a espalhar a denúncia, os autores desse terrorismo não podem ficar impunes!
🚨 ATUALIZAÇÃO! Após as ameaças de envenenamento da água consumida pelo povo Guarani Kaiowá, em Tacuru (MS), a Polícia Federal foi acionada pelo Ministério dos Povos Indígenas para investigar o caso.
O Ministério Público Federal também abriu uma investigação e deu 48 horas para a Prefeitura prestar esclarecimentos.
Exigimos rigor na apuração e punição dos responsáveis!
#ProtejamNossosPovosIndigenas
Estamos em uma EMERGÊNCIA INDÍGENA. O povo Guarani em Mato Grosso do Sul está sendo assassinado, atropelados e ameaçados de envenenamento pela água. Criamos uma página e um canal #exercitodospovosindigenas para denunciar, mobilizar e apoiar os povos . nos ajudem a compartilhar
Os Guarani-Kaiowá já sofrem há muitos anos e têm suas vidas tiradas de forma cruel. Agora, no período pós-eleição, esse ódio se intensificou ainda mais, e isso é revoltante. Precisam de proteção, mas de uma proteção eficaz, porque esses ataques não são de agora. Até quando vão precisar lutar para ter o direito de viver em suas próprias terras?
Isso me deixa profundamente triste, porque conheço de perto a realidade desse povo. Um povo de uma espiritualidade e de uma força ancestral muito forte, que carrega sua história, sua cultura e sua luta mesmo diante de tanta violência. Eles não querem nada além de viver em paz, permanecer em seus territórios e viver com dignidade, sem medo de perder suas vidas por serem quem são.
É doloroso ver um povo que tanto luta pela vida ter que lutar, todos os dias, pelo direito de continuar existindo. Os Guarani-Kaiowá precisam de respeito, segurança e justiça. Não podemos normalizar essa violência, muito menos permitir que o silêncio seja maior do que a dor deles.
A luta dos povos indígenas é permanente, e nosso dever é fortalecer essa resistência e dar visibilidade às violências e aos ataques sofridos pelos povos indígenas no Mato Grosso do Sul.
Seguirei atuando no Congresso e cobrando medidas concretas para garantir a proteção dos povos originários, os verdadeiros donos deste território.
#ProtejamNossosPovosIndigenas