Eu não entendo a lógica de gente conservadora gostar desse cara como pessoa. É um “cristão” que trai a mulher grávida e viveu a vida inteira em putaria, divulga bet pra arrastar gente pobre pra miséria mesmo sendo bilionário, qual a porra do problema mental vocês?
EDITORIAL | Toga não é escudo – “Se a Justiça for capaz de condenar os seus com o mesmo rigor que condena o mais anônimo dos cidadãos, transformará essa crise reputacional em oportunidade de reafirmar sua credibilidade”. Leia o texto completo em @opiniao_estadao → https://t.co/thg7PrgaT5
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➡️ MINAS GERAIS | “Nós só queremos viver”: o pedido de socorro dos Maxakali em MG
Lideranças Maxakali denunciam fome, falta de atendimento, água suja e cobram ações imediatas do poder público
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Esse vídeo é uma tristeza. Não critico o jogador, que tem 15 anos e certamente está deslumbrado com a realidade, mas todo o entorno do futebol atual, que louva a ostentação. E tome carrão, helicóptero e culto à celebridade. Boa sorte pro Ariel, espero que tenha a cabeça no lugar.
Vcs lembram quando um juiz tava intervindo e advogando junto a Administração pra um golpista bilionário por 129 milhões de reais e ficou por isso mesmo? Loucura, né?
Ainda bem que aqui se protege o Estado Democrático de Direito 🤧
Como se pode verificar no perfil que postei de ambos funcionários do governo Trump barrados pelo governo brasileiro que, segundo o Washington Post, iriam ao Brasil “em uma missão para lançar dúvidas sobre a justiça e integridade do sistema eleitoral do país”, nenhum deles tem especialização em tecnologia da informação.
Logo, o objetivo não seria aprender com o sistema, checar o sistema, ou aferir o sistema. Eles não tem formação técnica para isso. Donde se depreende que o Washington Post parece ter razão. A intenção seria lançar dúvidas. Causar conflito.
Olha o tipo de lixo de pessoa que está com Flávio Bolsonaro. Além desse, o capo Trump, o assecla Milei, tá faltando os ditadores Bukelele, Erdogan. Não se iludam, o objetivo é transformar Brasil em uma colônia.
Um pré-candidato do @psol50 a deputado federal, que tem sido endossado por lideranças importantes do partido, chamou o Hamas de “resistência palestina” em um podcast, na noite de quarta-feira, após ser confrontado com o depoimento de Ilana Gritzewsky, judia israelense que foi mantida em cativeiro em Gaza por 55 dias após ser sequestrada pelo Hamas.
Diante do relato de violência sexual, ele teve a chance de fazer o mínimo que se espera de qualquer pessoa: condenar o estupro. Preferiu o oposto. Afirmou apoiar todas as formas de resistência do povo palestino e recusou, em suas próprias palavras, colocar-se como "sommelier de resistência".
Não existe ambiguidade possível aqui.
O Hamas não é um movimento de libertação nacional que, eventualmente, comete excessos. É uma organização fascista, teocrática, fundada em um projeto abertamente antissemita, sexista e antifeminista, como bem aponta a Prof.ª Dr.ª Karin Stögner, que, em 7 de outubro de 2023, executou, estuprou e sequestrou civis com a intenção explícita de aniquilar o Estado de Israel e os judeus que nele vivem.
É um escárnio chamar isso de resistência ou recusar-se a condenar seus crimes mais bárbaros, como se isso fosse sinônimo de deslegitimar a reivindicação palestina de soberania ou de legitimar qualquer violência por parte de Israel.
Um partido que se apresenta como portador de valores democráticos, defensor dos direitos humanos universais e da solidariedade internacional entre os trabalhadores não pode tratar isso como um detalhe de campanha.
Se essas declarações não geram nenhuma condenação pública e as lideranças que endossam essa candidatura permanecem em silêncio, esse silêncio também é uma posição política.
Os palestinos merecem dignidade, liberdade e um Estado soberano. O Hamas não é o caminho para essa emancipação. Ele representa o seu sequestro para um projeto de poder regional reacionário e fascista.
- “Você defende o estupro de mulheres, o estupro grupal, inclusive, de mulheres e de bebês, Jones Manoel?”
- Jones respondeu: “A gente apoia todas as formas de resistência do povo palestino. Eu não sou sommelier de resistência, não".
Diabólico
Não custa lembrar que a Trivia Trens, responsável pelas linhas onde aconteceu o caos de hoje em SP, é da família Constantino - aquela mesma metida em escândalos de favorecimento com Michel Temer, Joaquim Roriz, Ciro Nogueira, Eduardo Cunha, Geddel e companhia.
Lembrando: no caso da Vila Madalena, meu bairro, o ''adensamento'' resultou em QUEDA no uso da estação V. Madalena do Metrô. Claro, o ''adensamento'' foi feito com arranha-céus de 40 andares (liberados pelo PD-2014), de apartamentos caríssimos pra gente q não usa Metrô...
Esquece de dizer que o ''adensamento'' feito em São Paulo não adensou nada, pelo contrário, trouxe, pra perto de Metrô e ônibus, milionários que não usam o transporte público.