O Banco Central anunciou mais um avanço na integração entre Pix e Open Finance: clientes poderão autorizar o compartilhamento de saldo e limite da conta ao conectá-la ao Pix por aproximação.
Na prática, a mudança torna a experiência de pagamento mais simples, eficiente e fluida para o cidadão. É mais uma etapa de um sistema financeiro cada vez mais digital, conectado e orientado à conveniência do usuário. Mas toda inovação tem uma infraestrutura por trás.
Cada nova funcionalidade do Pix e do Open Finance exige processamento de dados, segurança cibernética, interoperabilidade entre instituições, supervisão humana e computacional, monitoramento de riscos, prevenção a fraudes e capacidade permanente de resposta.
Nada disso acontece sozinho, para que o cidadão tenha pagamentos mais rápidos, seguros e integrados, o Banco Central precisa de investimento em tecnologia, equipes qualificadas, sistemas robustos e autonomia para planejar e executar suas prioridades institucionais.
Sem a aprovação da PEC 65/23, o Brasil corre o risco de ampliar a demanda sobre o Banco Central sem garantir os meios necessários para sustentar essa evolução. O resultado pode ser um gargalo operacional justamente na infraestrutura que hoje permite ao país inovar, incluir e proteger milhões de usuários.
O Pix, o Open Finance e as próximas inovações do sistema financeiro brasileiro dependem de um Banco Central forte, estruturado e preparado para o futuro, pois inovação exige estrutura.
Agora o Pix é do Brasil. Enquanto muitos discutiam de quem era o Pix, apresentei a PEC 65, que garante autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central e protege o Pix. Agora o Pix não poderá ser taxado, extinto ou privatizado, independente do governo que esteja no poder.
@PlinioValerio45 Senador, parabéns pela postura firme em defesa da autonomia plena do BC. É incompreensível a resistência do governo em equiparar o guardião da nossa economia ao que é prática comum e incontestável em qualquer país civilizado (e em muitos países menos desenvolvidos que o Brasil!).
Porque o Governo é contra ? Se a PEC que prevê a segurança do PIX na Constituição não for votada , o discurso do governo em defesa do PIX cai por terra . Nesses dois anos e meio de negociação com todos os setores , a cada votação o governo sempre apareceu para impedir
Dia de saborear essa deliciosa vitória! Dia histórico p os brasileiros! Graças à colaboração dos senadores , principalmente do presid Otto Alencar , vencemos na CCJ a 1* batalha c aprovação da PEC de autonomia orçamentária do BC e garantia de gratuidade do PIX na Constituição
A liderança gerencial e técnica do Banco Central do Brasil – composta pelo secretário-executivo, chefes de departamento e chefes de gabinete da diretoria e da presidência – divulgou hoje uma Carta Aberta histórica direcionada ao Senado Federal manifestando apoio integral à aprovação da PEC 65/2023.
Nesse manifesto assinado por 43 membros da elite técnica da instituição, os servidores reforçam que a autonomia orçamentária, financeira, administrativa e operacional do BC é essencial para assegurar que a atuação da autoridade monetária permaneça eminentemente técnica, transparente e voltada ao interesse público.
Entre os principais destaques defendidos no documento estão:
* Preservação e Fortalecimento do Pix: Como patrimônio público nacional e referência global, o Pix precisa de recursos humanos e orçamentários perenes para continuar evoluindo de forma segura e prestando serviços essenciais à sociedade.
* Garantia de Recursos para a Supervisão: A expressiva expansão da inclusão financeira no país exige que a supervisão sobre o mercado financeiro seja ampliada e rigorosa. A persistente redução do quadro de pessoal observada nos últimos anos ameaça essa capacidade operacional.
* Autonomia com Responsabilidade Técnica: O texto atual em debate no Senado fortalece as bases da instituição sem fragilizar o controle democrático e a fiscalização por órgãos de controle.
Como destaca o documento dos gestores do BC: "Entendemos que é chegado o momento de avançar. Por isso, manifestamos nosso apoio integral à proposta do relator e defendemos sua votação imediata."
A ANBCB apoia e subscreve essa visão técnica e confia que o Senado Federal compreenderá a relevância dessa decisão histórica para o futuro do Sistema Financeiro Nacional e do Brasil.
O Pix deixou de ser apenas uma ferramenta de pagamento. Hoje, é uma infraestrutura estratégica do Brasil. Criado, operado e regulado pelo Banco Central, o Pix ampliou o acesso da população aos serviços financeiros, reduziu custos, aumentou a eficiência das transações e se tornou parte essencial da vida econômica do país.
Com esse tamanho, também cresce a responsabilidade de protegê-lo. Infraestruturas públicas digitais exigem tecnologia, segurança, monitoramento permanente, equipes qualificadas e capacidade de investimento contínuo. Não basta criar uma solução de sucesso. É preciso garantir que ela continue funcionando, evoluindo e protegendo os cidadãos.
É nesse ponto que a PEC 65/23 ganha importância. Ao garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, a proposta cria condições para que a instituição possa planejar, investir e fortalecer sistemas estratégicos como o Pix, sem abrir mão da supervisão do Congresso Nacional, do controle externo com auxílio do TCU e das diretrizes do Conselho Monetário Nacional.
Proteger o Pix é proteger uma conquista brasileira. E conquista brasileira precisa de Banco Central forte.
Não é por falta de aviso. Estou cansado de alertar sobre a urgência de aprovarmos meu relatório da PEC de autonomia orçamentária do BC , para regulamentar e blindar a gestão do PIX na Constituição. Mas o governo a cada dia bota um entrave para impedir a votação na CCJ DO Senado
@PlinioValerio45 , o tempo urge para garantir a continuidade e gratuidade do Pix. O Brasil merece um BC autônomo e o Pix garantido e protegido.
#PEC65#PixProtegido#PixGratuito
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O governo escancarou de vez que não quer deixar votar de jeito nenhum a inadiável autonomia orçamentária do Banco Central. Como relator não aceito essa tentativa de tumultuar a votação na CCJ com uma proposta de autonomia meia boca vinda do min Durigan e q não resolve nada p o BC
Em artigo publicado no Estadão, Thiago Cavalcanti e Guilherme Solino, presidente e vice-presidente da ANBCB, defendem que a PEC 65/23 não representa ruptura democrática nem “cheque em branco” ao Banco Central.
O texto reforça que a proposta busca garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o BC tenha condições reais de cumprir sua missão institucional, mas mantendo mecanismos claros de controle, fiscalização e prestação de contas.
O Banco Central continuará submetido à supervisão do Congresso Nacional, ao controle externo com auxílio do Tribunal de Contas da União e às diretrizes institucionais do Conselho Monetário Nacional.
Autonomia, portanto, não significa ausência de responsabilidade. Significa fortalecer uma instituição pública essencial para que ela possa planejar, investir, supervisionar o sistema financeiro e proteger a sociedade com mais eficiência.
A ANBCB segue defendendo um debate baseado em fatos, responsabilidade pública e compromisso com a estabilidade do país.
Leia completo em: https://t.co/Aia6NnjQLj
Em fala na IV Conferência Anual do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo destacou que o país enfrenta um cenário desafiador, marcado por sucessivos choques de oferta, eventos climáticos, tensões geopolíticas e impactos sobre preços de itens essenciais, como alimentos e energia.
Esses choques não nascem da política monetária, mas afetam diretamente a vida das pessoas. Quando o custo de vida sobe, quem sente primeiro é o cidadão, especialmente as famílias de menor renda. É nesse contexto que o Banco Central precisa atuar com vigilância, responsabilidade e compromisso com sua missão principal: conduzir a política monetária para manter a inflação sob controle e preservar a confiança na economia.
O desafio é separar o que é efeito temporário de um choque externo daquilo que pode contaminar expectativas, salários, contratos e preços futuros. Essa leitura exige análise permanente, dados consistentes e capacidade técnica para tomar decisões difíceis no momento certo.
Controlar a inflação não é apenas uma meta econômica. É uma forma concreta de proteger renda, planejamento e estabilidade para milhões de brasileiros. E o papel dos Auditores é fundamental nesse processo, por isso a ANBCB encampa a proteção dos Servidores do Banco Central, e defende a autonomia do Banco Central do Brasil.
A PEC 65/23 busca garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, fortalecendo sua capacidade de supervisão, investimento e resposta diante de um sistema financeiro cada vez mais complexo.
Neste carrossel, explicamos de forma simples como a proposta funciona, quais mecanismos de controle permanecem e por que esse debate impacta diretamente a segurança financeira e a vida do cidadão brasileiro.
A PEC 65/23 propõe fortalecer a capacidade de atuação do Banco Central, garantindo autonomia orçamentária, financeira e administrativa, mas isso não significa ausência de controle, pelo contrário, ele continua existindo e será ampliado.
O Banco Central seguirá submetido a mecanismos institucionais de supervisão, com acompanhamento direto do Congresso Nacional, que continuará responsável por avaliar, aprovar e fiscalizar sua atuação, nos três eixos.
Esse modelo já é adotado em diversas democracias consolidadas, que construíram instituições com autonomia operacional, mas com prestação de contas permanente à sociedade e aos seus representantes.
Na prática, isso significa mais capacidade de ação com responsabilidade, transparência e controle público.
Fortalecer a estrutura não é abrir mão da supervisão, é garantir que ela funcione melhor.
A mobilização realizada nesta semana em Brasília reuniu Servidores do Banco Central e Auditores filiados à ANBCB em torno de um ponto central: a necessidade de fortalecer a estrutura institucional da autoridade monetária.
Thiago Cavalcanti, presidente da ANBCB, alertou para algo que vem sendo reiterado por diferentes atores ao longo das últimas semanas: o Banco Central continua entregando resultados relevantes, mas enfrenta limitações estruturais que se acumulam ao longo do tempo. Redução do quadro de servidores, restrições orçamentárias e aumento da complexidade do sistema financeiro colocam pressão sobre a capacidade de atuação da instituição, que hoje opera próxima ao seu limite em diversas frentes.
Esse cenário acende alerta importante sobre o futuro: manter uma estrutura crítica funcionando majoritariamente apoiada no esforço individual, sem o devido reforço institucional, pode gerar riscos à continuidade e à qualidade da supervisão.
É nesse contexto que a PEC 65/23 ganha centralidade no debate. Ao propor autonomia orçamentária, financeira e administrativa, a medida busca garantir as condições necessárias para que o Banco Central possa planejar, investir e se estruturar de forma compatível com suas responsabilidades.
A mobilização é um chamado à responsabilidade institucional. Fortalecer o Banco Central é proteger o sistema financeiro e o cidadão brasileiro.
Em continuidade à entrevista concedida à GloboNews, ao jornalista Rafael Colombo, o Senador Vanderlan reforçou um ponto que tem ganhado cada vez mais atenção: o papel estratégico do Banco Central para o funcionamento do Estado brasileiro.
Segundo o senador, além de cumprir funções essenciais para a estabilidade do sistema financeiro, o Banco Central também contribui diretamente com a União, tendo repassado R$ 28,2 bilhões em 2025, valor que pode crescer à medida que a instituição amplia sua capacidade de atuação.
Mas há um ponto crítico: mesmo diante dessa relevância, o Banco Central segue sujeito a limitações orçamentárias que impactam diretamente sua capacidade de operação, especialmente em cenários de contingenciamento. O alerta feito é claro: sem condições institucionais adequadas, há risco de comprometimento da estrutura da instituição, com impactos que vão muito além do próprio BC.
Nesse contexto, a PEC 65/23 surge como uma resposta estruturante, ao propor autonomia orçamentária, financeira e administrativa, garantindo previsibilidade e capacidade de planejamento para que a instituição continue cumprindo seu papel. O debate, portanto, deixa de ser apenas técnico e passa a ser também sobre responsabilidade institucional e sustentabilidade de uma das principais engrenagens do sistema financeiro brasileiro.
Sistema essencial não pode operar no limite.
O Senado analisa esta semana o projeto que concede autonomia administrativa e financeira ao Banco Central. É um complemento à independência, formalizada em 2021. Falo sobre a necessidade disso na minha coluna de hoje no @Estadao.
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