An engineer (ITA) and researcher (Stanford) with a lifelong passion for space exploration. Former director and general manager of Brazilian satellite programs.
Investigações da Polícia Federal apontam que o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, alinhou estratégias com a empresária Roberta Luchsinger para intermediar acessos e facilitações dentro do governo federal.
Mensagens obtidas pela perícia revelam negociações que envolvem a tentativa de abrir portas em órgãos de grande porte, como o Ministério da Saúde, a Anvisa e a Dataprev. O caso ganhou forte repercussão pública em razão da proximidade de Roberta com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, motivando a abertura de inquéritos para apurar suspeitas de tráfico de influência.
Ainda que as defesas dos citados neguem qualquer irregularidade e os órgãos governamentais afirmem não ter concedido regalias, a gravidade das acusações atinge diretamente a credibilidade das instituições públicas. A mera tentativa de utilizar trânsito político ou contatos pessoais para obter vantagens financeiras e contratuais com o Estado afronta os princípios da moralidade e da impessoalidade administrativa.
Diante de fatos tão graves, é indispensável que a Polícia Federal, o Ministério Público e os órgãos de controle aprofundem as apurações sobre todos os envolvidos no esquema. A sociedade exige uma investigação isenta, célere e irrestrita, capaz de esclarecer todas as condutas e responsabilizar rigorosamente cada agente ou intermediário com provada participação, independentemente de nomes ou conexões políticas.
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Lula, mais uma vez
Editorial, O Estado de S. Paulo (04/08/2026)
Será a sétima eleição com Lula na cédula. Portanto, os brasileiros estão cansados de saber quem ele é. Mas o petista é imbatível na arte de engambelar: agora promete ‘fazer diferente’
O nome do petista Luiz Inácio Lula da Silva aparece na cédula eleitoral como candidato a presidente desde os tempos imemoriais do voto em papel, lá se vão quase 40 anos. Anteontem, o presidente foi oficializado como candidato pela sétima vez, e estará em busca de seu quarto mandato. Logo, os eleitores brasileiros estão cansados de saber quem ele é e o que é capaz de fazer quando está no poder. Mas Lula é imbatível na arte de engambelar: agora ele promete fazer diferente, “fazer o que a gente ainda não fez”.
Na convenção do PT que oficializou sua nova candidatura, Lula encarnou um super-herói boquirroto disposto a salvar o Brasil de vilões daqui e de fora. O petista prometeu blindar as terras raras da cobiça estrangeira, jurou que investirá em defesa para que o País jamais seja “invadido” como a Venezuela pelos EUA e anunciou que brigará com o Congresso para, ora vejam, retomar o controle do Orçamento e pôr fim à “promiscuidade” do Fundo Partidário. Para ficar perfeito na personagem, só faltou Lula vestir uma esvoaçante capa vermelha com a estrela do PT.
Esse Lula vingador mascarado é o mesmo que, na campanha de 2022, prometeu acabar com o orçamento secreto, mas que, uma vez no poder, deixou tudo como está. O insulto à inteligência alheia também vale para o suposto combate ao Fundo Partidário.
Mas o auge da farsa lulopetista veio no momento em que Lula anunciou que vai “mudar muita coisa neste país”. Para começar, o petista disse que vai recuperar os “direitos” do presidente da República, entre os quais o de definir o Orçamento, cada vez mais capturado pelos parlamentares e seus interesses paroquiais. Lula disse que não dá mais para ficar “chorando atrás da miséria que sobra do Orçamento”.
Ora, com que base parlamentar Lula pretende fazer isso? Se hoje o governismo no Congresso é uma massa disforme e incontrolável, a próxima legislatura promete ser ainda mais hostil ao presidente petista. Num surto delirante, Lula pode escolher a ingovernabilidade e brigar com o Congresso, mas, depois de tanto tempo no poder, ele sabe que isso não acaba bem.
Contando com a ingenuidade dos eleitores, contudo, Lula anunciou que será “mais ousado”: “Eu não quero o Lulinha Paz e Amor, eu quero o Lulinha Porreta. Eu quero o Lulinha que vai fazer o que a gente ainda não fez. Porque o básico nós já cuidamos, o povo já está comendo. Agora que estamos com o básico garantido, agora é hora de dar um salto de qualidade”.
Trata-se de uma fantasia recorrente do lulopetismo. Se estivesse realmente interessado num “salto de qualidade”, Lula teria ao menos mencionado a necessidade urgente de um ajuste fiscal. Mas esse tema, obviamente, esteve ausente do palavrório do presidente.
Aqui e ali, gente do governo diz que o quarto mandato será diferente. O último a fazê-lo foi o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, que disse ao jornal Valor que o “ajuste fiscal do próximo governo” teria “vários caminhos” e que seria preciso discutir “poupança de longo prazo” e mecanismos para estimular famílias e o poder público a poupar mais. Chega a ser ultrajante ouvir de um assessor de Lula que, depois de décadas incentivando os brasileiros a gastar o que têm – e, principalmente, o que não têm –, o governo petista agora acha que é o caso de estimular a poupança dos brasileiros.
Os números desmentem o suposto compromisso com a responsabilidade fiscal até como discurso. O País bateu recorde de arrecadação no primeiro semestre – R$ 1,587 trilhão – e, mesmo assim, fechou o período com déficit de R$ 92,2 bilhões, o segundo pior resultado desde 1997. A dívida pública federal chegou a R$ 9,268 trilhões em junho e deve encerrar o ano em R$ 10,3 trilhões, cerca de 82% do PIB, com custo médio no maior patamar desde a recessão de 2016.
Com esse histórico, Lula pode achar que ainda ilude os incautos com seu discurso de “fazer diferente” e “dar um salto de qualidade”, mas a verdade é que, se vencer a eleição, não será porque os eleitores acreditaram nessa patacoada, e sim porque a ojeriza ao bolsonarismo terá se provado maior do que a hostilidade ao lulopetismo.
Não adianta dizer que baixou, não adianta dizer que vai subir, não adianta insistir! Não vou comprar nem um barril de petróleo enquanto o preço do Brent estiver acima de 330 reais (65 dólares US).
Isto significa que o patrimônio do senador era de pouco mais de 3 milhões de reais há 8 anos e subiu cerca de 28 por cento ao ano! Difícil para chuchu, mas não impossível. O que é indispensável, no caso, é uma explicação tintim-por-tintim desse enriquecimento, sem desonestidade.
Hoje eles não tem nem o trabalho de esconder . Todo dia é uma notícia de político que aumentou o patrimônio em 500 % , 1000 % . A impunidade é o principal motivo de termos chegado a essa situação . Ainda tem gente que comemorou o final da lava jato
A 2 meses da eleição:
- Flávio não tem vice na chapa nem equipe consolidada, não detalhou propostas, não demonstrou capacidade de articulação, foi atingido por escândalos como o Master, não prestou contas do filme “Dark Horse” nem de seu escritório de advocacia, trocou de marqueteiros duas vezes, o último convidado a assumir o posto ainda não conseguiu reunir profissionais da confiança dele, e o que faz o bolsonarismo?
- Requenta narrativas falsas contra as mesmas urnas eletrônicas pelas quais Flávio foi eleito senador e o PL fez a maior bancada da Câmara dos Deputados;
- Desvirtua os pontos de debate americano sobre os elos do imunologista Antony Fauci com laboratórios chineses e a origem do vírus da Covid-19, para então requentar a propaganda antivacina e tentar legitimar a conduta aloprada de Jair Bolsonaro na pandemia, embora ambas tenham colaborado para a derrota do ex-presidente em 2022 e o próprio relatório divulgado pelo governo dos EUA reconheça que as vacinas “sem dúvida salvaram milhões de vidas ao diminuir a probabilidade de doenças graves e morte”;
- Apela, por fim, a um discurso dinástico de “sangue Bolsonaro”, que só ilustra o vazio de substância da campanha de Flávio e a necessidade de colocar a pretensa família real acima dos interesses do país.
Com Lulinha e Jaques Wagner investigados, o gabinete presidencial sob suspeitas, Lula tomando cafezinho com Moraes, enrolando sobre sigilo de 100 anos e ainda aloprando em seus discursos e pedidos antecipados de votos, o natural - se houvesse consenso em torno de um opositor sem rabo preso e com alguma capacidade cognitiva - seria o lulismo estar na defensiva, e não o contrário.
Mas se algo dá esperança a cada lado desse mesmo populismo sistêmico, é justamente a combinação de sujeira e asneira do outro.
Se houve atuação coordenada de autoridades na PF, STF e PGR para manipular artificialmente a distribuição do processo do filho do presidente, com o objetivo de afastar um relator considerado competente, as possíveis consequências jurídicas seriam:
- Prevaricação
- Abuso de autoridade
- Fraude processual
- Improbidade administrativa
Le immagini che arrivano da Ceuta sono impressionanti e dimostrano, ancora una volta, che l’immigrazione clandestina fuori controllo rappresenta una minaccia concreta per la sicurezza dei confini europei.
Mi sono confrontata con il Ministro dell’Interno Matteo Piantedosi. L’Italia non resterà a guardare. Stiamo convocando gli organismi preposti, e all'esito di queste riunioni siamo pronti a intervenire anche con strumenti straordinari per difendere i confini e la sicurezza dei cittadini, come la sospensione dello spazio Schengen con la Spagna.
Sull’immigrazione clandestina non arretreremo di un millimetro: difendere i confini, fermare i trafficanti di esseri umani e garantire rimpatri efficaci continuerà a essere la linea di questo Governo.
49 000 migrants sont entrés dans Ceuta en un jour, sur une ville qui compte 82 000 habitants.
En un jour, la population de la ville a augmenté de 60%, exclusivement par cet afflux de clandestins violant les frontières de l’Espagne.
C’est une submersion sans précédent. Ceuta, c’est l’avenir de l’Europe si nous n’en finissons pas avec la naïveté migratoire.
Face à l’urgence, l’Union européenne doit immédiatement suspendre l’Espagne de l’espace Schengen : les peuples européens ne peuvent pas être les victimes collatérales de la politique du Premier ministre socialiste de l’Espagne Pedro Sánchez.
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LULA NUNCA FOI ABSOLVIDO
Nem provou que é inocente como argumentou falsamente ontem no programa Inteligência Ldta.
Vejam o que aconteceu.
Lula (Luiz Inácio Lula da Silva) foi condenado, em primeira e segunda instâncias, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em dois processos da Operação Lava Jato, ambos depois anulados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
1. Caso do triplex do Guarujá (apartamento no litoral de São Paulo)
Em julho de 2017, o então juiz Sérgio Moro (13ª Vara Federal de Curitiba) condenou Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A acusação era de ter recebido como propina da empreiteira OAS a reserva, reforma e benefícios de um apartamento triplex no Condomínio Solaris, em Guarujá (SP), em troca de favores relacionados a contratos da Petrobras.
Em janeiro de 2018, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) manteve a condenação e elevou a pena para 12 anos e 1 mês.
Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação, mas reduziu a pena para cerca de 8 anos, 10 meses e 20 dias.
Foi com base nessa condenação (após segunda instância) que Lula ficou preso por 580 dias, de abril de 2018 a novembro de 2019.
2. Caso do sítio de Atibaia (SP)
Em fevereiro de 2019, a juíza Gabriela Hardt (que substituiu Moro) condenou Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção passiva (e, em trechos da sentença, também referências a aspectos de corrupção ativa) e lavagem de dinheiro.
A acusação envolvia o recebimento de vantagens indevidas (reformas e benfeitorias no valor de cerca de R$ 1 milhão) das empreiteiras OAS e Odebrecht no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, frequentado pela família de Lula (formalmente em nome de outra pessoa).
Em segunda instância (TRF-4), a pena foi elevada para 17 anos, 1 mês e 10 dias.
Anulação das condenações
Em 2021, o STF (por decisão do ministro Edson Fachin, confirmada pelo plenário) anulou as condenações e os processos relacionados, por entender que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar os casos (que deveriam ter tramitado em Brasília) e, posteriormente, por reconhecer a suspeição/parcialidade do juiz Sérgio Moro. Os processos retornaram à Justiça Federal do Distrito Federal: o do triplex prescreveu e a denúncia do sítio de Atibaia foi rejeitada.
Lula foi filmado convidando Alexandre de Moraes para tomar um café, assim como Jair e Flávio Bolsonaro tomavam com Gilmar Mendes.
Um dos requisitos de Jair para indicações ao STF, como as de Kassio Nunes Marques e André Mendonça, era “tomar tubaína comigo, pô”. E Flávio, o sabotador da Lava Toga e louvador do “garantismo” de Cristiano Zanin, relatou várias vezes seu tour em gabinetes do Supremo.
A diferença é que Moraes foi o relator que votou pela condenação do ex-presidente à prisão, enquanto Gilmar votou para aliviar Lula da cadeia e de suas condenações por corrupção e lavagem de dinheiro, ajudando também a blindar Flávio com foro privilegiado retroativo e veto à reabertura das investigações de rachadinhas.
O irmão de Gilmar, Chico Mendes, ainda foi eleito prefeito de Diamantino-MT com apoio presencial de Jair Bolsonaro e R$ 300 mil do fundo partidário do PL.
O advogado de Gilmar, Rodrigo Mudrovitsch, foi indicado por Jair Bolsonaro em 2020 para concorrer a uma vaga de juiz na Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) do qual assumiu a presidência para o biênio 2026–2027.
Gilmar é blindado por baixo com seu amigo e ex-sócio Paulo Gonet na PGR e, graças a Jair Bolsonaro, também por cima, com seu amigo e advogado Mudrovitsch na Corte IDH, caso alguém recorra a ela contra o STF. “Esqueça qualquer crítica ao Gilmar”, resumiu o ex-presidente a seu filho Eduardo.
Algumas das confidências entre Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo foram reveladas sem constrangimento pelo próprio Gilmar, como no caso do lamento da indicação do ex-juiz Sergio Moro como ministro da Justiça e da satisfação do decano com o então presidente por “tê-lo devolvido ao nada” (embora Moro seja hoje o líder das pesquisas para o governo do Paraná).
Já Moraes virou um aliado mais próximo de Lula em maio de 2023, quando, depois de outro cafezinho, o petista indicou ao TSE dois de seus camaradas: Floriano de Azevedo Marques Neto e André Ramos Tavares. Fora uma pequena desavença em relação à indicação de Jorge Messias para o STF, Moraes e Lula têm agendas e interesses comuns, como a regulação das redes sociais a pretexto de combater “fake news”.
As reuniões informais entre autoridades da cúpula dos Três Poderes, cada qual interessada em decisões da outra (não raro tomadas logo após esses encontros), são sintomas de um patrimonialismo cruzado, ou seja, da utilização do Estado como propriedade pessoal de ocupantes temporários de cargos públicos, alinhados entre si para satisfazer mutuamente suas ambições de poder e blindagem.
Os efeitos, no entanto, são distintos em cada episódio. A aliança entre bolsonarismo e gilmarismo contra a Lava Jato ajudou o lulismo, enquanto a aliança de lulismo e alexandrismo contra os alegados golpistas atrapalhou o bolsonarismo.
Como os Bolsonaro conseguiram ser aliviados no caso das rachadinhas, mas Jair e Eduardo acabaram condenados por tentativa de golpe e coação no curso do processo, eles usam as extrapolações de Moraes para conservar um discurso de vítima do sistema - o mesmo que alimentam desde 2019. Sem falar no apoio a Hugo Motta e Davi Alcolumbre no Congresso, e a outros candidatos do Centrão, como André do Prado e Arthur Lira, queridinho de Gilmar.
As tensões específicas entre bolsonarismo e Moraes, bem como entre lulismo e Mendonça (nos casos do INSS e do Banco Master), não escondem a realidade mais ampla de que ambos os lados, com seus enormes rabos presos, só querem um sistema para chamar de seu, à base de muito café e alguma tubaína.
Lula confessou ter usado a influência do cargo para beneficiar um “companheiro de Caraguatatuba”, que ligou para ele porque “teve um problema no coração”, “foi internado” e “ficou deitado esperando”, enquanto se investigava se o plano de saúde dele “dava conta de pagamento”.
“O (ministro da Saúde, Alexandre) Padilha conseguiu, por um pedido meu, levar o cara para o hospital para operar”, relatou o presidente na quarta-feira, 29/7, na convenção do PSB que oficializou a candidatura do vice Geraldo Alckmin na chapa que disputará a reeleição.
Lula é o Marcelo Crivella do Palácio do Planalto.
No episódio que ficou conhecido como "Fala com a Márcia”, o então prefeito do Rio de Janeiro indicou o nome da servidora Márcia Nunes a líderes religiosos como forma de furar filas de cirurgias, agilizando o atendimento na rede municipal de saúde.
O artigo 37 da Constituição Federal prevê que a administração pública “obedecerá”, entre outros princípios, ao da “impessoalidade”, ou seja, que o governante deve trabalhar para o bem de todos, e não para ajudar amigos ou prejudicar inimigos.
Agora, no entanto, os demais “companheiros” do presidente já sabem que, diferentemente do restante da população, basta ligar para ele se quiserem uma ajudinha - o antigo “pistolão” - para agilizar o tratamento hospitalar.
Fala com o Lula, que ele fala com o Padilha.
Gustavo Petro - um dos três populistas de esquerda que restaram na América Latina (agora sobraram apenas Lula e Claudia Sheinbaum) - termina seu mandato pateticamente, sem reconhecer o resultado das eleições em que seu candidato perdeu e imerso em suspeitas de corrupção.
Resumo do UOL
Colômbia: fantasma da corrupção marca reta final do governo Petro. A nove dias do fim do mandato, o presidente colombiano Gustavo Petro enfrenta uma sequência de escândalos de corrupção que atingem seu círculo mais próximo. A ex-secretária-geral da Presidência, Angie Rodríguez, acusou Petro de tê-la pressionado a renunciar após denúncias sobre desvios de recursos; Petro nega e diz que vai processá-la. O caso se soma a outros episódios que marcaram o governo, como a condenação do filho do presidente por financiamento irregular de campanha e o escândalo de superfaturamento na compra de carros-pipa pela UNGRD, agência de gestão de desastres. Mais recentemente, a assessora Juliana Guerrero — apresentada por Petro publicamente em 2025 — foi alvo de denúncias de cobrança de propina e já responde a processo por fraude em diploma. O presidente eleito, Abelardo de la Espriella, crítico de Petro, toma posse na próxima semana.
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