Eu sei. Você acreditou em Bolsonaro. Eu também. Idealizou nele o homem que enfrentaria o sistema e mudaria o Brasil.
Mas, quando chegou ao poder, fez justamente aquilo que prometia combater. Se rendeu ao sistema para proteger Flávio das investigações que o cercavam. E, quando finalmente esteve frente a frente com Alexandre de Moraes, adotou um tom completamente diferente daquele que usava nos palanques, chegando a brincar que ele poderia ser seu vice. Naquele momento, deveria ter sido firme. Teria entrado para a história.
Mesmo assim, parte do eleitorado da direita resolveu apostar justamente em Flávio Bolsonaro.
Lula não tem condições de vencer esta eleição por mérito. O país está cansado. A economia patina, a popularidade do governo caiu e há uma oportunidade real de mudar o rumo do Brasil.
Mas você escolheu justamente o candidato que reúne as fragilidades do bolsonarismo, sem reunir as qualidades que levaram Jair Bolsonaro à Presidência.
Você pode não admitir e até me atacar por dizer isso. Mas a realidade é simples: passou a defender Bolsonaro acima dos próprios princípios. Prefere proteger a família dele a proteger a sua.
Acham normal fazer negócios com um banqueiro de reputação controversa, mas se indignam com o contrato da esposa do ministro que chamam de ditador. O critério deixou de ser moral. Passou a depender de quem está do seu lado.
Parem de cobrar união enquanto atacam quem manteve a coerência. Flávio representa muito daquilo que a própria direita sempre criticou.
E há um problema ainda maior. Apesar de estar enfraquecido, o melhor adversário que Lula poderia enfrentar é justamente Flávio. Flávio não é Jair. E, mesmo que seja eleito, dificilmente terá condições de enfrentar quem hoje concentra tanto poder, porque já demonstrou disposição para compor com aqueles que dizia combater.
Não precisamos reviver a sensação de ter que votar no Aécio apenas porque era contra Dilma. A direita ainda pode colocar outro candidato no segundo turno.
Ainda dá tempo de fazer o que é certo.
Gostei . Rasgou a fantasia que a grande maioria da chamada crônica esportiva no país se recusa a aceitar .
O Brasil há algum tempo não tem mais hegemonia no futebol
mundial e mais grave nem mesmo está entre a melhores seleções há algum tempo.
Nosso problema é moral. Messi é honrado, CR7 têm reputação, H. Kane é respeitado. Prezam família, têm valores.
Aqui, Vini Jr é biscateiro, Neymar, fábrica de filhos. CBF, ladrões.
O futebol brasileiro se tornou a moradia da vaidade, da ostentação, da luxúria.
Está tudo errado.
Se o eleitor brasileiro tivesse o hábito de pesquisar acerca dos candidatos, com o objetivo de eleger o melhor para o país, não haveria dúvida de Zema estaria praticamente eleito. Todavia, a maioria dos brasileiros vota mediante cabresto, ou seja, votam em quem o " coroné" mandar
Feministas são uma espécie de ariete do totalitarismo globalista.
Inventam nos países ocidentais uma infinidade de “violências contra a mulher” que não configuram violência alguma, banalizando o conceito, com a finalidade de solapar a constituição de famílias.
Mas onde há efetivamente violência real, brutal, organizada, sempre se calam, como no Irã.
Aqui a coisa foi pior.
Feminista que faz o papel de relatora de uma das intermináveis agências globalistas para “violência contra a mulher“ foi surpreendida e confrontada por vítima real, mulher sequestrada, agredida, abusada pelos terroristas do hamas.
Ao final exige desculpas da feminazi, que surpreendida com o contraditório, limita-se ao silêncio ensurdecedor.
Lula já sabia do envolvimento de Jaques Wagner com o Banco Master/Vorcaro/Augusto Lima há muito tempo.
Foi “atendendo a pedido” que Wagner arranjou emprego para o ex-ministro petista Guido Mantega no Master.
Com salário de 1 milhão, Mantega levou Vorcaro para reunião com Lula fora da agenda, como mostrou minha coluna.
Se tirar Wagner da liderança do governo só agora (e com cara de paisagem) vai ter que fazer uma reforma ministerial se usar o mesmo critério com outros membros da sua equipe.
Se a Ortobom terá de pagar R$ 300 mil por não ter mulheres em cargos de gerência, preciso concluir que a escolha de quem manda na empresa é do Estado. Se é o Estado, a empresa não é privada.
E há quem diga que é coisa de maluco enxergar risco de socialismo no Brasil atual.
Desde a sua criação em 1946, o TST teve 38 presidentes. Apenas 1 foi mulher.
Dos 27 magistrados atuais, apenas 7 são mulheres.
Mas o pau no cu do magistrado que parece um analfabeto falando se acha no direito de multar uma empresa por conta disso.