@LIVREpt Falta aí uma palavra, o terrorismo é islamista. Não é “terrorismo religioso” porque eu não tenho memória de um católico se fazer explodir, nem de um judeu atirar carros contra multidões na Alemanha.
Os factos são teimosos.
Ontem quando soube do atentado em Berlim, cidade que conheço como a palma da mão, suspeitei logo que a autoria di mesmo só poderia ter uma origem. Porquê?
1. Este ano é o terceiro atropelamento de multidões na Alemanha, houve um em maio e dois em fevereiro. Estava a passar o natal com a minha família na Alemanha quando houve o atentado contra o mercado de Natal em Magdeburgo no Natal de 2024 e recordo-me bem ( ainda vivia na Alemanha) do atentado do ISIS contra o mercado de Natal em Berlim em 2016 ( ainda vivia na Alemanha). Os mercados de Natal antes lugares de celebração onde íamos em família comer um salsicha ou comprar amêndoas caramelizadas e beber um Glühwein tornaram-se fortalezas entre pilares de betão e polícia de metralhadora. Muitas pequenas cidades alemãs deixaram de os realizar devido aos custos incomportáveis com a segurança.
2. Quando a Polizei de Berlim disse que o autor saiu da viatura com uma arma branca e terá esfaqueado pessoas em seu redor fiquei sem dúvidas. Infelizmente 80 esfaqueamentos por dia não me permitem te-las.
3. O terceiro indício foi a mobilização da GDG9, a unidade especial de contra terrorismo da polícia federal alemã. Esta unidade cuja identidade dos seus elementos é secreta foi criada em 1972 na sequência do atentado nos Jogos Olímpicos de Munique , resgatou reféns do voo 181 da LH desviado por terroristas palestinianos para a Somália , e teve um papel determinante no combate à RAF ( Baader-Meinhof).
4. O aumento do número de islamistas dispostos a matar é algo que deixa as autoridades alemãs muito preocupadas.
28 645 é o número de pessoas sinalizadas pelos serviços de informação alemãs como islamistas com disposição para o uso da violência.
A ameaça representada pelo terrorismo islamista continua a ser elevada. Isto fica particularmente evidente nos seis atentados de motivação islamista ocorridos desde 2024 e nos quatro em 2025.
Para além da Alemanha, continuam a existir outros países europeus no radar de diversas organizações terroristas. Destacam-se, neste contexto, o «Estado Islâmico» (EI) e as suas ramificações regionais, como o «Estado Islâmico da Província de Khorasan» (ISPK).
5. Não é o primeiro atentado islâmico contra a comunidade LGBT, houve um em Dresden em 2020.
Sei que a tentação de alguns comentadores alemães e por cá também foi apontar o dedo de imediato à extrema-direita, também ela homofóbica. O enterrar a cabeça na areia face aos atentados terroristas de baixa intensidade é parte do problema e não da solução.
A ameaça islamista não o é apenas para a comunidade judaica alemã, mas é-o também para a comunidade LGBT e para as mulheres em geral ( veja-se o aumento das violações grupais ). Ignorar isto é alimentar populismos e não resolve nada.
Estamos em plena guerra civilizacional e aqueles que financiam as manifestações Free Palestine e a extrema esquerda alemã são os mesmos que financiam o terrorismo na Alemanha. Isto são factos.
O terrorista Abdul B. que ontem lançou um carro a grande velocidade contra a comunidade LGBT era :
a) membro do ISIS
b) tinha a cidadania alemã ( dada na farinha amparo a islamistas, mas difícil de obter por outras pessoas incluindo europeus da UE) e origem libanesa.
Isto é a globalização da Intifada que tantos pediram.
“Como homossexual, não tenho medo dos eleitores de direita do AfD na rua. Eles não me importunam no dia-a-dia. Temos medo de grupos completamente diferentes: dos muçulmanos árabes e afegãos. É desse lado que vem a agressão diária.”
A AfD é muito perigosa, é um facto, não o é no entanto perigosa para a comunidade LGBT, a sua presidente é lésbica. Já os milhares e milhares de islamistas na Alemanha o são diariamente.
Impressionante a mudança pela qual muitos influenciadores MAGA estão passando. Muitos deles ficaram marcados como propagandistas russos pagos indiretamente pelo Kremlin, como foi o caso de Tim Pool, que recebeu centenas de milhares de dólares através da Tenet, que recebia dinheiro de Moscou, e também de Laura Loomer, que no início da invasão russa disse que:
"eu não me importo com o que acontece com a Ucrânia e Putin deveria simplesmente tomá-la"
Hoje, após entrevistar Zelensky, ela disse que:
"Eu estava tão fortemente propagandizada pelo conteúdo que consumia online que fui levada a acreditar que os ucranianos eram ingratos neonazistas que só queriam sangrar a América até o fim enquanto a América queimava sob Joe Biden.
Eu percebi que os ucranianos são algumas das pessoas mais gentis, acolhedoras e pró-América.
Espero que Zelenskyy tenha sucesso em manter seu país seguro e em ajudar os EUA a avançar nossas capacidades de fabricação de drones, e espero que o Presidente Trump possa ajudar a encerrar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia em breve, para que as pessoas em ambos os países possam viver vidas prósperas e felizes."
Tim Pool também disse algo semelhante hoje. Outros influenciadores MAGA também estão dando declarações pró-Ucrânia e anti-Rússia.
Fica a questão: o dinheiro russo para pagar esses influenciadores acabou ou eles finalmente enxergaram a realidade depois de 4 anos e meio de guerra?
#hojenomundomilitar
🚿❌ DESASTRE NACIONAL
Há neste momento portugueses sem acesso a água com qualidade. Portugueses sujeitos a cortes de água constantes. É uma degradação inaceitável no serviço público mais básico. Onde foi acontecer? Na autarquia que foi governada 41 anos pelo PCP e agora 9 anos pelo PS
A Iniciativa Liberal avisou sem descanso. A Iniciativa Liberal fez uma campanha autárquica falando deste tema. A Iniciativa Liberal fez comunicados, vídeos, programas eleitorais, protestos. A Iniciativa denunciou que a rede não era mantida.
As consequências chegaram: o que foi avisado aconteceu.
50 ANOS! ESTÁ NA ALTURA DE LIBERTAR ALMADA!
(1/2)
Atentai nesta justificação.
'A direção do BE lamentou hoje a desvinculação de 60 militantes de um grupo que tem "saído parcelarmente" e considerou que as divergências se manifestam "há muito", incluindo "na crítica da posição solidária do Bloco com o povo ucraniano".'
Não, meus amores. Isto conta-se num ápice. Para chegar ao poder aliaram-se aos eternos inimigos, PS, e deram à luz uma geringonça que os trucidou.
Foi uma queda da terceira força política no parlamento, chegando aos 19 deputados, para um único boneco a lutar por causas que não comovem nem agregam ninguém.
A defesa da Ucrânia, apenas para agradar a um certo eleitorado de esquerda, só esclareceu o óbvio para a força inicial fundadora – venderam-se.
Mas não defenderem a Rússia, uma traição que estes sessenta que batem agora a porta não vos perdoam, é um pormenor na gestão na última década do partido aos trambolhões pela ladeira abaixo que tem sido um deleite assistir.
Campanhas como 'Jesus também tinha dois pais', as trapalhadas com a sede e os amigos no pátio, às lactantes despedidas por telefone e o batom vermelho contra os 'fascistas', enquanto os boaventuras da vida eram defendidos com fervor, mostraram que estavam numa corrida cuja meta era o velório na capela funerária.
Ainda assim, não passam de pormenores, números circenses na ante-câmara da estocada final — a defesa de organizações terroristas que em rooftops adoram torcer o pipo à malta LGBT, à boleia de flotilhas e de muito dinheiro a olear as mãos e a ser distribuído pelos pobrezinhos de espírito sob a égide do 'Free Palestine'.
Go woke, go broke. Mesmo com tanta moeda a circular e 'doutoramentos' na área das finanças, nem na prata da casa cativaram quadros que percebessem da boa gestão a ocultar activos tóxicos. Passaram do megafone revolucionário à caça aos gambozinos fascistas na tasca do Café Central.
É o velório, viva o estoiro do BE.
🇪🇸Spain in 1492: Expelled, killed, or forcibly converted all Jews.
🇪🇸Spain during the Holocaust: Closely aligned with the Nazis.
🇪🇸Spain after the deadliest attack on Jews since the Holocaust: Accuses Israel of genocide.
🇪🇸Spain last year: Refused to grant asylum to Palestinians fleeing Gaza.
🇪🇸Spain after recognizing a Palestinian state: Refused to move its embassy to the Palestinian territories because its diplomats didn’t want to give up the “standard of living and security” they enjoyed in Israel.
🇪🇸Spain last summer: Called the police to remove 50 French Jewish teenagers from a Vueling flight after hearing one word in Hebrew.
🇪🇸Spain in March: Officially withdrew its ambassador from Israel, but left its embassy in Tehran.
🇪🇸Spain today: Marchers equate the Nazi swastika with the Star of David they used to mark their Jewish victims.
Now that is what being on the wrong side of history looks like. 🤦♂️
🇿🇦 The South African government has significantly accelerated deportations and launched a major crackdown on illegal migration.
The first deportation flights have already arrived in Ghana and Nigeria.
Um alerta alemão : 751 casos de violação em grupo.
E sim a estatística criminal alemã permite a designação dos criminosos por nacionalidade.
Sempre houve casos de violação na Alemanha, infelizmente, a diferença está na dimensão dos mesmos e no modus operandi em grupo.
A tolerância com intolerantes tem consequências e as primeiras a sofrê-las são as mulheres.
Já há na Alemanha meninas pre-púberes de cabelo e cara veladas.
Há piscinas públicas que deixaram de abrir porque deixou de ser seguro para adolescentes alemãs frequentarem-nas devido ao assédio e mesmo abuso sexual ( vários casos de violação). Os casos de esfaqueamento são diários nas escolas alemãs.
A islamização da sociedade alemã está a alertar a forma de viver no país, a esmagar direitos de mulheres, homossexuais e minorias como os judeus. Já não é algo escondido em relatórios, é visível a olho nu, basta ir a Colónia ou Berlim. E não me venham com a conversa da emigração portuguesa, porque portugueses , polacos , italianos, gregos e até os turcos dos anos 50,60,70 se integraram e adoptaram a cultura europeia e alemã.
O desconforto popular é evidente e sobretudo legítimo.
Depois fica tudo chocado com o crescimento de um partido, esse sim de extrema-direita, como a AfD.
Não se deve também escamotear o crescimento do islamo-esquerdismo na Alemanha, violentíssimo, e recordar também aqui o passado terrorista que só acabou em 1998, e com as últimas condenações em 2026.
Isto não é islamofobia, isto é realismo e uma profunda tristeza em ver um país fantástico e generoso como a Alemanha a auto-destruir-se.
Peguei no famoso gráfico de Mark Perry sobre os preços americanos e refi-lo para Portugal, com os dados oficiais do INE (IHPC, 2000–2025). A inflação total foi +70,6%. O que subiu mais, o que desceu — e as três lições que o gráfico mostra.
1. Onde há concorrência global, os preços caem. Onde não há, sobem.
Computadores: −87%. Televisores: −82%. Brinquedos: −23%. Vestuário: −24%. Tudo o que é transacionável, produzido em concorrência mundial e tocado pela tecnologia ficou drasticamente mais barato — em termos reais, um computador custa hoje uma pequena fração do que custava em 2000.
Habitação, água, eletricidade e gás: +124%. Educação: +105%. Serviços hospitalares: +126%. Tudo o que é local, protegido, licenciado e intensivo em trabalho subiu muito acima da inflação. O padrão não é português nem americano — é universal: a concorrência é a única política de rendimentos que funciona todos os dias.
2. Em Portugal, quando os preços incomodam, o Estado não os baixa — esconde-os.
Reparem na linha dos livros: despenha-se 60% em 2019–20. Os livros não baratearam; os manuais escolares passaram a ser "gratuitos". A queda dos serviços hospitalares em 2022–23 coincide com a abolição das taxas moderadoras. A educação achata depois do teto às propinas. O índice mede o que o consumidor paga no balcão — quando o Estado assume o custo, o preço não desaparece: muda de morada, do vosso bolso à vista para o vosso bolso via impostos. O gráfico tem uma segunda camada invisível, e chama-se Orçamento do Estado.
3. A linha vermelha escura é a mais portuguesa de todas.
O salário mínimo subiu +174% — duas vezes e meia a inflação. Parece uma boa notícia, e para quem o recebe é. Mas o salário médio não acompanhou este ritmo, e o resultado é a compressão salarial que define o nosso mercado de trabalho: a distribuição inteira esmagada contra o mínimo, com quase um terço dos trabalhadores a recebê-lo ou pouco mais. Quando o mínimo sobe por decreto e a produtividade não sobe por decreto, o que se comprime é o prémio de ser bom — a diferença entre o salário de quem começa e o de quem vale muito. É a anatomia do salário baixo: não falta redistribuição, falta produtividade que a pague. O fim da meritocracia.
A moral do gráfico cabe numa linha: baixou o que enfrenta concorrência; subiu o que está protegido; e o que o Estado "resolveu" foi apenas mudado de fatura.
Fonte: INE — Índice Harmonizado de Preços no Consumidor, médias anuais (via Eurostat); salário mínimo: Eurostat. Nota: uso o salário mínimo, e não o médio, porque não existe série oficial contínua do salário médio para 2000–2025.
ESCANDALOSO
O chat control já foi duas vezes rejeitado no parlamento europeu. O que fizeram agora? Uma votação para se poder votar de emergência novamente. Essa votação passou com os votos dos deputados portugueses do PS e da AD.
E agora o Chat Control vai ser novamente votado amanhã, na última sessão antes das férias, enquanto decorre o campeonato do mundo, para ver se à terceira passa com as muitas ausências dos eurodeputados que já foram de férias.
Não pode acontecer, o Estado não tem que ter as ferramentas para ler as nossas mensagens privadas, a nossa privacidade tem de ser salvaguardada.
Contacta os eurodeputados portugueses, contacta o porta-voz do PSD. Esta golpada anti-democrática não pode passar.
A leaked German domestic intelligence report warns that Islamists, particularly the Muslim Brotherhood, are pursuing a long-term strategy to "gradually transform social and political decision-making processes" in Germany.
The assessment also warns of efforts to gain influence within public institutions rather than through violence alone.
The report comes amid scrutiny of state-funded organizations, including Islamic Relief Germany, over alleged ties to the Muslim Brotherhood, and renewed concerns about cooperation between public institutions and Islamist-linked organizations.
Há 1 pessoa decente que tenta acalmar o bicho.
Para os demais, 1 gajo à catanada a 1 mulher em Lisboa é só mais 1 dia normal.
Desde que não seja comigo, siga.
Enquanto sociedade, morremos aqui.🥸