A IMPUNIDADE é o fulcro maligno das anormalidades que assolam o país.
Até não quebrar a espinha dorsal desta impunidade continuaremos atolados.
Justiça severa (feroz quando necessário) e aplicação efetiva da pena gera: AUTO-REGULAÇÅO.
É o que o país precisa, desesperadamente.
Aí a esquerda vem com discurso de soberania, enquanto os incompetentes não conseguem nem controlar o próprio território. Ou será que conseguem e simplesmente preferem deixar certas áreas nas mãos dos aliados? 🤔
Renan Santos está coberto de razão!!!
O povo tem que agradecer ao Lula por isso!!! 🤡
Criaram a máfia do diploma e venderam para milhões de brasileiros a ideia de que bastava fazer uma faculdade para ter emprego garantido.
Muita gente saiu com um diploma na mão, sem emprego na área, cheia de dívidas e tendo que buscar outro caminho para ganhar a vida.
Mais uma vez, o Renan Santos levanta um ponto que pouca gente tem coragem de discutir.
A CAMPANHA DE FLÁVIO BOLSONARO ESTÁ DERRETENDO
E a de @RenanSantosMBL não para de crescer. Ele vai para o segundo turno e vai derrotar o Lula. Petistas e Bolsonaristas sabem disso.
Sanção dos EUA ao PCC e ao CV: o que aprendi seguindo dinheiro ilícito por 28 anos
Desde 5 de junho, o PCC e o Comando Vermelho são tratados pelos Estados Unidos como Organizações Terroristas Estrangeiras. Dias antes, em 29 de maio, já haviam entrado na lista de sanções do OFAC, o braço financeiro do Tesouro americano. A imprensa noticiou como assunto de segurança pública. Eu li de outro jeito, e quem dirige uma empresa deveria ler como eu.
Durante quase três décadas como juiz federal, meu ofício foi um só: seguir o dinheiro. Entender como recursos ilícitos entram em estruturas formais, vestem o terno de uma operação legítima e atravessam balanços, contratos e cadeias de fornecedores sem que ninguém — aparentemente — tenha feito nada de errado. O crime organizado raramente aparece de frente. Ele chega pela borda, pela ponta terceirizada, pelo intermediário que ninguém checou.
É essa experiência que me faz enxergar o que mudou agora. E o que mudou é sério.
A sanção americana alcança o chamado apoio material, e essa expressão é mais larga do que parece. Não se trata apenas de transferir dinheiro a uma facção. Pode ser prestar um serviço, ceder logística, alugar um imóvel, manter na cadeia de pagamentos uma ponta que, lá atrás, se conecta a um grupo designado. E há um detalhe que aprendi a respeitar: nesse regime, a responsabilização não exige intenção. A empresa não precisa ter querido ajudar o terrorismo. Basta a conexão existir e alguém encontrá-la.
Por isso companhias brasileiras já começaram a vasculhar as próprias cadeias atrás de qualquer fio que as ligue ao PCC ou ao CV. Não é zelo excessivo. É instinto de sobrevivência. Quem opera em dólar, exporta, capta no exterior ou tem sócio estrangeiro descobriu, da noite para o dia, que carrega um risco novo: o de sanção secundária, capaz de fechar o acesso ao sistema financeiro americano sem aviso e sem defesa prévia.
E aqui está o ponto que poucos estão dizendo com a clareza necessária:
Um programa de integridade desenhado só para a régua brasileira não protege mais ninguém. Ele foi feito para a Lei Anticorrupção, para a CGU, para o ambiente doméstico. Não foi feito para cruzar o nome de um fornecedor com a lista do Tesouro americano, mapear a exposição geográfica de uma operação, nem enxergar o beneficiário final escondido três camadas abaixo de um contrato banal. A diligência que bastava ontem é insuficiente hoje.
Vi muitos programas de compliance na minha carreira, sempre do outro lado da mesa, do lado de quem precisava decidir se aquilo era um sistema vivo ou um teatro montado para o dia da crise. Essa perspectiva não se adquire montando programas. Adquire-se examinando, sob pressão, os que não resistiram ao teste. E aprendi a reconhecer, em minutos, a diferença entre uma empresa que se protege e uma que apenas se enfeita.
A reação a um evento como este separa dois tipos de companhia. A primeira espera o problema bater à porta, a transação travada, a pergunta do banco correspondente, a notificação do regulador estrangeiro. A segunda antecipa: revisa a cadeia antes, redesenha a diligência de terceiros, mapeia onde está de fato exposta e constrói a prova de que agiu com diligência antes de ser cobrada. A diferença não está no tamanho do departamento jurídico. Está na qualidade do julgamento de quem olha.
O recado a conselhos e diretorias é direto: o tema saiu da caixa do risco reputacional e entrou na do risco existencial. A pergunta não é mais se a empresa está exposta. É o quanto, e se alguém com o olhar treinado para seguir esse rastro já olhou de verdade.
Passei a carreira desfazendo o caminho que o dinheiro ilícito percorre. Hoje ofereço ao setor produtivo exatamente essa leitura: a de quem persegue o ilícito, não a de quem preenche formulário.
Se ninguém ainda olhou a sua exposição com esse olhar, este é o momento.
Marcelo Bretas — Juiz Federal por 28 anos.
O Renan Santos tem razão!!!
O Lula ajudou a criar uma cultura em que a pobreza é romantizada. E isso tem uma lógica política, quanto mais dependente a população for, mais fácil é mantê-la sob controle.
A mentalidade deveria ser exatamente o contrário. O foco deveria estar em incentivar as pessoas a crescer, empreender, estudar, acumular patrimônio e conquistar independência. Quando indivíduos prosperam, famílias prosperam.
Quando famílias prosperam, a economia cresce. E quando a economia cresce, o país inteiro avança junto.
Pobreza não deveria ser celebrada. O que deveria ser celebrado é a capacidade das pessoas de evoluir, produzir riqueza e construir uma vida melhor para si e para seus filhos.
Acho o "Fernando Burrão", personagem criado pelo ator Maurício De Barros, do canal no YT Embrulha Pra Viagem, uma das melhores coisas que a internet já produziu.
Roteiros inteligentes, textos rápidos e fáceis de absorver. Os "amigos" do Burrão são a expressão perfeita do bolsonarista de classe média.
Sensacional !
Renan Santos sempre teve ideias interessantes e sempre teve autenticidade.
A curiosidade de outras pessoas fora da bolha era questão de tempo.
Elas vão pesquisar e vão gostar.
Em outros tempos poderiam ter até uma conversa direta com ele, ele é gente boa!
>Rode o Brasil.
>Grave 2050 videos em um dia
>Tenha a militância mais engajada
>Fale a verdade
>Não tenha nada além de dinheiro de doação, fé e força de vontade
Absolute Renan Santos
@mfriasoficial#mfriasoficial é o retrato do oportunismo político: sem relevância duradoura fora da política, encontrou no mandato um caminho para permanecer em evidência. Enquanto cultiva a própria imagem, faltam resultados concretos que justifiquem a confiança do eleitor.
@PedroPRSales Quando você entendeu que o MBL tem uma estratégia. A estratégia é criar um nicho e eles vão buscar os eleitores onde puder criar desilusão ou seja ele briga com o NOVO em 1º lugar por ser mais fácil e com o PL por ser maior. Com isso eles elegem deputados e pegam fundo partidário
Tenho minhas ressalvas com o mbl e crítico algumas escolhas que fizeram no passado. Dito isto, é impossível negar que existe um abismo entre o nível de conhecimento, profundidade e eloquência do Renan para os demais candidatos na disputa.
Lula é malandro e só fala superficialmente apelando para a emoção e jogando clichés e falácias. Flávio não consegue elaborar uma frase com profundidade. Não demonstra domínio de nenhum tema. Isso quando não evita falar de certos pontos com medo de perder votos. Zema tem muita limitação para se expressar e Caiado apesar de inteligente não consegue cativar ninguém quando fala. Renan consegue juntar inteligência, profundidade, eloquência, carisma, pitadas de humor e capacidade de cativar. É uma combinação rara de se encontrar em uma liderança política.
Eu NÃO VOTO no segundo turno para Presidente desde 2014.
Sou sempre criticada, mas NÃO FAÇO a escolha do menos pior. Só voto em quem acredito e quando conheço claramente as propostas e elas vão de encontro àquilo que acredito.
Referente ao MBL/Partido Missão - Renan Santos, já fui muito crítica ao movimento numa etapa específica, no passado.
Como acompanho a política nacional, me acho bem a par do que rola por aí e não coaduno com a família Bolsonaro, nem com o Lula. Mas, algo me chamou a atenção...
Comecei a perceber as propostas organizadas do MBL, a partir dos fascículos do Livro Amarelo (um estudo do Brasil, de onde estamos, potencialidades, problemas e propostas p/ sairmos deste caos) que comprei e li e fazia tempo que não via, ou melhor, não me lembro de já ter visto, um plano de Governo tão aprofundado e os passos para combater as imensas dificuldades.
Me empolguei mesmo e nasceu uma nova esperança que há muito tempo não sentia.
Acho que os jovens serão os herdeiros daquilo que a minha geração e a geração anterior a minha deixaram no país e, com o mundo com tantas mudanças, acho que eles merecem a chance de tentar gerenciar da forma que acreditam. O PAÍS NÃO DEU CERTO, A CORRUPÇÃO É A GASOLINA QUE MOVE O MEIO POLÍTICO, na sua grande maioria e, desta forma, NÃO CHEGAREMOS A LUGAR ALGUM.
Meu voto será @RenanSantosMBL do Partido @PartidoMissao, nos 2 turnos.