Já tradicional na UnB, começou a temporada de depredação de material de campanha das demais chapas pela chapa da majoritária (chapa 1). Qual o medo das pessoas saberem que a última gestão lutou pela diminuição do preço do RU? Precisa sair arrancando os cartazes?
Já tradicional na UnB, começou a temporada de depredação de material de campanha das demais chapas pela chapa da majoritária (chapa 1). Qual o medo das pessoas saberem que a última gestão lutou pela diminuição do preço do RU? Precisa sair arrancando os cartazes?
GAROTAS DO JUNTOS FAZEM ASSIM! 💅🏼 Fernanda e Sâmia, linha de frente na luta pelo fim da escala 6x1, começaram sua trajetória no ME com o Coletivo Juntos! Mais do que parlamentares, são militantes que apostam na organização da juventude, nas ruas e nas mobilizações sociais.
🌎Ecocídio legislado: o Congresso quer transformar devastação em política de Estado
A “Semana do Agro” no Congresso Nacional escancarou o que os movimentos ambientais, povos indígenas e tradicionais vem denunciando há anos:
Por essas e outras precisamos eleger mais deputados do PSOL na Câmara dos Deputados nas eleições de outubro. Não fazemos acordo com o Centrão e vamos pra cima da extrema-direita sem medo! ✊🏾
CARA DE PAU! Entreguei ao Nikolas o presente que ele merece por mentir tanto sobre o fim da escala 6x1. Até hoje ele não apresentou a carteira de trabalho.
Notícia ótima sobre a luta contra a 6x1.
O PSOL apresentou o destaque de preferência pela PEC da Erika, em prol da 4x3, agora à tarde.
Como é exatamente o mesmo destaque do PL e foi apresentado pouco antes do deles, a extrema-direita TOMOU UMA INVERTIDA e vai ficar sem esse destaque, que iriam usar de forma hipócrita e oportunista.
O destaque votado será o do PSOL.
É a linha que estou defendendo desde ontem. Corretíssima. Agora vamos ver o que os bolsonaristas hipócritas vão fazer.
De qualquer forma, acredito que não é hora de ler o truco como blefe. É hora de dobrar a aposta e incampar não só a 4x3, mas as 30h semanais sem redução salarial e sem tempo de transição. É possível? Sim, mas é necessário apostar na única força que temos: a nossa mobilização
O grande problema de apostar na instrucionalidade é cair no jogo que quem ganha são sempre eles. Agora a "esquerda" debate se é manobra ou não.
Haveria, caso houvesse aposta na mobilização, pressão popular pela 4x3, e não seria discutível se se trata de um jabuti ou uma manobra
🇧🇷 AGORA: PL muda de posição, declara apoio ao fim da escala 6x1 e decide apresentar texto alternativo na hora da votação para baixar a jornada de trabalho para 4x3.
Anúncio foi feito na noite desta terça-feira, no Plenário, pelo deputado Sóstenes Cavalcante, líder do partido.
O caminho da conciliação e dos jogos nas cúpulas leva a isso: abre o caminho pra demagogia da extrema-direita, desintegra a pauta, e pior, doméstica o movimento.
Com pressão vindo das ruas ou de greves generalizadas, a 4x3 seria imposta pela vontade do povo
Oi @ErikakHilton , se a ideia é enfrentar e derrubar a transição, posso dar uma sugestão? Torço para o @rickazzevedo também avaliar a ideia e, se for o caso, cobrar esse tipo de destaque.
Fica aqui também o informe para a militância. Esses detalhes são pouco conhecidos pela militância. Então não custa explicar como funciona.
É possível derrubar a transição com bem menos da metade dos votos do plenário e derrubar a jornada imediatamente.
Basta o PSOL colocar em votação um destaque supressivo (DVS) na PEC da escala 6x1 para retirar a transição, a lógica do quórum vira a nosso favor.
Sabemos que para aprovar algo via PEC, precisamos de 3/5, 60%. Mas nesse caso invertemos o jogo. Como é destaque de PEC, caberá aos defensores da transição conseguir 3/5 (308 votos) para manter o trecho no texto. Ou seja, na pior das hipóteses vamos precisar de 206 deputados.
Hoje, o núcleo progressista puro da Câmara tem cerca de 127 deputados. A base ampla do governo passa dos 250, o que nos deixa com um "resto da base" (partidos de centro aliados e com Ministérios no governo) de aproximadamente 123 parlamentares.
E é aqui que a matemática fica muito favorável para nós:
Na pior das hipóteses (com zero ausências, painel com 513), a gente derruba a transição com apenas 40% dos votos (206 deputados).
Como já temos os 127 progressistas, faltariam apenas 79 votos. Ou seja, precisamos convencer pouco mais da metade desse "resto da base governista" (79 de 123). Sem sequer precisar encostar em um único voto da oposição bolsonarista ou da direita.
E, na prática, toda falta e abstenção joga do nosso lado e diminui essa necessidade, já que a meta deles de 308 é engessada:
Em um cenário com 50 ausências (o caso mais comum por lá), precisamos de apenas 156 votos contrários (30%) para derrubar a transição. Nesse caso, precisamos de irrisórios 29 votos dessa base de centro.
Já com um cenário de 100 ausências (dia de esvaziamento ou obstrução armada), bastam 106 votos contrários (cerca de 20%). Nesse cenário, o campo progressista sozinho tem mais votos do que o necessário para arrancar a transição.
Ou seja, é um excelente destaque. A gente derruba a transição com muito menos esforço do que parece.
Aliás, ainda não vi essa possibilidade ser cogitada. Fica aí a sugestão.
⚒️ A vida é bela. Que a classe trabalhadora se liberte de todo o mal, opressão, violência e que a desfrute plenamente
A crise multidimensional capitalista revela inúmeros problemas, mas uma saída:
@idrinhooo Tem um querido do MES que mora por la, amg, se quiser, posso ver com ele se posso te passar o contato! Ele é um amor de pessoa
De indicação, eu sugiro vc conhecer o norte da Argentina, em especial Jujuy, que é o lugar mais lindo que já conheci na minha vida, juro
A ESCANDALOSA PROPOSTA DA EXTREMA DIREITA NO DEBATE DO FIM DA ESCALA 6X1
"Eu tenho uma vontade louca de pedir que eles mostrem a carteira de trabalho, eu aposto que ali não vai ter nada assinado, ou é filho de herdeiro, ou é patrão, ou teve tempo pra só estudar", afirmou a deputada @fernandapsol na Comissão Especial do Fim da Escala 6x1 ao comentar sobre a proposta escandalosa da extrema direita: 10 anos de transição e 52 horas semanais. Para Fernanda, essa ideia demonstra a cara de um grupo representado por Flávio Bolsonaro, cuja máscara está caindo. "A luta do trabalhador é o motor da história. 40 horas já!"