Aos que me concederem a honra da leitura, peço apenas que tenham em mente tratar-se de um escrito de juventude; logo, de um texto inevitavelmente 'emocionado', com todos os excessos e imperfeições que costumam acompanhar tão temerária disposição de espírito.
Mesmo assim, creio que ainda haja material aproveitável nessas reflexões, se calhar sobretudo na parte II.
Hoje no Faroeste à brasileira da Revista Oeste:
“Existem estatísticas que mostram que jovens não tem coragem de manifestar politicamente. Isso é muito grave.”
https://t.co/iHZ86ehXEY
Assistam nosso documentário sobre mulheres e políticas de gênero no Brasil.
Mais uma contribuição da @MATRIAoficial p/ esse debate essencial à defesa das mulheres e do futuro do nosso país. Combater a ideologia identitária é dever de todo nacionalista.
https://t.co/TmX9GvYUWp
Um excelente artigo de Evola sobre a análise feita pelo escritor russo Dmitri Merezhkovsky da dimensão "secreta" e "esotérica" da obra de Dante Alighieri.
Clique para ler: https://t.co/1hPnWtGbs5
ODYSSEY
tradisyonalist ekolün en önemli temsilcilerinden titus burckhardt’ın aklın aynası kitabında yer alan “ulysses’in dönüşü” adlı bölümde, odysseia destanı neoplatonist ve ezoterik bir çerçevede yeniden ele alınır. burckhardt’a göre ulysses’in dönüşü; sıradan bir eve varış hikayesi değil, egodan arınarak insanın manevi özüne, yani başlangıçtaki kusursuzluğuna yaptığı içsel bir yolculuktur. nolan’ın filmini izlemeyi düşünseniz de düşünmeseniz de mezkur yazıyı okumanızı hassaten tavsiye ederim.
❤️🩹🥹'Mesmo eu não vendo ela, ela me vê' - Durante a Festa de Nossa Senhora do Carmo, no Recife, uma entrevista da repórter Bianka Carvalho mostrou um dos momentos mais emocionantes da cobertura.
Antonela, de 8 anos, falou sobre a saudade da mãe, que morreu há dois meses, e se comoveu ao lembrar do desejo de abraçá-la novamente. Durante a conversa, a menina chorou ao contar como lida com a ausência no dia a dia.
Em meio à celebração religiosa, o relato da criança chamou atenção pela delicadeza e pela força das palavras. Antonela disse que sente muita falta da mãe, mas afirmou que acredita que ela segue olhando por ela em todos os lugares.
A fala emocionou quem acompanhava a festa e também revelou como a fé e a memória afetiva se encontram em um momento de devoção tão presente para muitas famílias pernambucanas.
A participação de Antonela transformou a cobertura em um registro de afeto, saudade e esperança.
#mãe #filha #saudade #g1local #recife #g1
Desde que tive a oportunidade de estudar as teses de Sérgio Buarque de Holanda com mais cuidado e atentando para essa duplicidade histórica das suas interpretações conforme ele cede ao zeitgeist pós-histórico liberal, comecei a delinear a interpretação de que a cordialidade é de fato um símbolo marcante de nossa formação dionisíaca e que, como tal, ela possui em si uma representação outra que é sempre o seu duplo negro.
O homem cordial aparece como uma distinção importante de um novo homem americano que emerge como hóspito para a inospitalidade da terra. Alberto Buela é um importante autor que alude neste sentido em suas obras, quando enfatiza que esse espaço ibero-americano de lonjuras é um ápeiron onde o sujeito se difere profundamente da ética protestante e ianque do "time is money", assumindo antes um caráter profundamente fraternal.
Isso marca uma profunda diferenciação para o logos decadente da racionalidade tecno-burocrática, visando uma mediação que é sempre primordialmente caracterizada pelo espaço da vida, isto é, para longe da representação e para mais perto da presença instauradora de sentido.
Ao mesmo tempo, o lado sombra da cordialidade é a sua dissolução numa servilidade tropicalmente amolecida pelo labirinto colonial.
Assim, o risco é que essa essência da nossa civilização permaneça sempre aquém do seu potencial, presa sob uma elite que da fase apolínea resgata apenas a decadência para o estrato horizontal do mundo (na burocracia) e sendo regulada por uma fase cibelina de aceitação vagarosa da própria dissolução, uma caracterização marcante das fases em que tudo "é o que é" e se resolve no "jeitinho" (a pessoalidade frívola).
É fácil perceber o caráter anti-dialético dessa construção e como ela é escancarada pela Nova República.
Outro ponto a se considerar é a distinção nas tonalidades afetivas dessas cordialidades.
A cordialidade dionisíaca positiva é marcada pela melancolia do sujeito lançado ao mundo e ainda contemplando a existência antes dos novos deuses. É uma disponibilidade radical para um mundo que ainda está por vir, a espera resoluta do ócio potencial e não da preguiça resignada.
A cordialidade dionisíaca negativa, o duplo negro, a sombra, é marcada por essa servidão sorridente do Brasil aberto para o mundo que já há e que ele subverte numa superfície anestesiante que dissolve a angústia fundamental pela liberdade verdadeira para o real.
É justamente nessa segunda em que o caráter antifrásico cibelino domina e nos remete uma existência continuamente colonizada, insegura de si e ressentida do mundo.
O caminho não é matar a cordialidade, como parecem concordar uma direita e esquerda apátridas e comprometidas com nossa dissolução; sim, resgatar na cordialidade o espírito comunitário e impetuoso que nos formou e aguarda o despertar.
"Calculative thinking computes. It computes ever new, ever more promising and at the same time more economical possibilities. Calculative thinking races from one prospect to the next. Calculative thinking never stops, never collects itself. Calculative thinking is not meditative thinking, not thinking which contemplates the meaning which reigns in everything that is...
There are, then, two kinds of thinking, each justified and needed in its own way: calculative thinking and meditative thinking.
This meditative thinking is what we have in mind when we say that contemporary man is in flight-from-thinking." -Martin Heidegger
Heidegger on Plato's instantaneous event of being:
"The third passage of the Parmenides [155e4-157b5] is the most profound point to which Occidental metaphysics has ever advanced. It is the most radical advance into the problem of Being and time—an advance which afterwards was not caught up with [aufgefangen] but instead intercepted [abgefangen] (by Aristotle)."
- Martin Heidegger, Plato: Parmenides, 8, quoted in All of a Sudden: Heidegger and Plato’s Parmenides, by Jussi Backman
Parte da "Santíssima Trindade" dos estudos nacionais, Raízes do Brasil sofre com o problema de ser muito mais mencionado do que realmente lido, o que fica evidente com a maioria das críticas apressadas ao conceito do "homem cordial", que é mais a ideia (também bem presente em Freyre e Oliveira Viana) da primazia das relações afetivas e pessoais sobre as "distâncias" hierárquicas, religiosas, burocráticas, etc. do que uma suposta tendência à "abertura social" ao ponto do servilismo, que é como o conceito costuma às vezes ser retratado.
Mas, de fato, a própria característica da "intimidade" excessiva, é simultaneamente uma boa descrição do pathos nacional, bem como um "problema" de difícil solução. "Problema", digo, porque as tarefas que são demandadas do brasileiro para que este país possa ser realmente grande, exigem algum grau de superação da promiscuidade social nacional. Na visão do Oliveira Viana, de fato, os dois únicos períodos de esforço de construção de Estado e de elite contra os impulsos clânicos e personalistas, se deram no Segundo Reinado e no Estado Novo. Ou seja, exatamente os dois períodos mais comumente apontados como "soberanistas" foram os mais culturalmente "antinacionais" e "supranacionais".
No sentido contrário, na política contemporânea dos partidos de aluguel e dos sindicatos fisiológicos e da promiscuidade social das favelas, estamos onde sempre estivemos, apenas afundando e afundando numa constante extremização de nossas piores tendências.
Aqui, aliás, eu teria que dizer que apesar de preferir a primeira edição do Raízes do Brasil, não compartilho do otimismo desmedido do Buarque de Holanda em relação ao "homem cordial", e prefiro o pessimismo do Buarque de Holanda tardio, mesmo que este seja um "pessimismo liberal". Por outro lado, é interessante como o Buarque de Holanda mais autoritário e "fascista" era também o que tinha a visão mais positiva do "homem cordial", o que nos faz pensar numa "Roma Tropical", no meio termo entre a promiscuidade da favela e a impessoalidade burocrática de uma Escandinávia.
Tendo dado a esse tema mais atenção do que eu queria, não vou me estender em demasia, mas me agrada uma certa leitura do português e do lusobrasileiro como "aventureiro" - a lógica do desprezo pelo "trabalho honesto" e da preferência pela riqueza adquirida em momentos de ousadia e golpes de sorte. Essa é uma característica que também tem um lado sombrio, mas nos fala de um tipo humano dotado de uma certa nobreza que poderia ser ressignificada. Há sempre algo de muito nacional, portanto, na apologia do ócio, do feriado, do descanso, do repouso. E isso não é uma característica negativa, penso eu. Ao contrário, representa a possibilidade cultural de um Brasil aberto para uma percepção não-calculista do mundo.
Esse livro, aliás, para ser corretamente analisado precisa ser tratado como 2 ou mais livros, já que o autor fez inúmeras mudanças entre diferentes edições, mas qualquer que seja a edição, permanece um dos livros indispensáveis na "Brasiliana" de qualquer biblioteca pessoal.
"A responsabilidade pela imigração atual reside principalmente, não nos imigrantes, mas nas nações industrializadas que reduziram o homem ao nível de mercadoria que pode ser deslocada para qualquer lugar."
~ Alain De Benoist
@ASovereign30930 Amid growing instability and war threats in the Middle East involving competing alliances, what are the main possibilities for Iran-Turkey relations? Is there a strong chance both countries can achieve their strategic objectives in the region without direct conflict?