@Visaojjg@ricardo_mbl Como se a constituição de 88 fosse a Verdade, não podendo ser alterada ou trocada, a atual constituição não só possui várias emendas como está longe de ser a primeira do Brasil
Essa confusão entre estado laico e estado ateu tem origem nas formas mais radicais de estado laico. A laicidade francesa, por exemplo, sempre fez o que pôde para destruir as ordens monásticas, que de fato foram expulsas seguidamente da França em 1790, em 1880 e, depois, de modo feroz, em 1902, com o claro objetivo de retirar as ordens do sistema educacional. Foram reintegradas, após estabelecida a hegemonia do estado sobre a educação. Portugal faria a mesma coisa em 1910. Apenas dois casos entre muitos. Enfim, de um estado laico para um antirreligioso bastam pequenos ajustes, vontade política e momentum. Acordem, meus caros. Há uma gigantesca guerra espiritual em curso, desde a Paixão de Nosso Senhor. O inimigo chega acenando como árbitro, como agente de tolerância, como pacificador, somente para, uma vez consolidado em poder e autoridade, censurar a fé. Não querem concorrência, é óbvio. São perseguidores da fé, desde o início, ainda que enrustidos. A laicidade, fundamento da ordem liberal, jamais admitirá a centralidade de Cristo em nossa cultura. Acordem, irmãos! Parem de se agarrar em boias furadas.
imagina estar fingindo indignação com perito vazando crimes das figuras mais poderosas da República pouco depois de festejar o fim da única operação que prendeu o alto escalão do poder público por corrupção, tudo baseado em vazamentos ilegais
vcs nao sao contra vazamentos, são contra punição de corruptos. o vazamento é bom ou ruim dependendo de sua utilidade pra manter a impunidade total dos poderosos
vassalagem total
Há muitos anos eu estou convencido, realmente convencido, de que muitas pessoas religiosas de hoje não acreditam no que alegam. A visão delas é basicamente materialista, no fim das contas. Nesse sentido, o ateísmo profundo é bem mais vasto do que indica a estatística.
O que está acontecendo com a Argentina hoje? A economia cresceu 4.4% no último ano, contra 2.3% do Brasil. A pobreza atingiu o menor nível em 7 anos. O governo registrou superávit primário pelo segundo ano seguido, enquanto o Brasil sob sua tutela fechou o último ano com déficit de 60 bilhões. A dívida pública da Argentina pela primeira vez ficou menor que a Brasileira em % do PIB. Isso pra não falar da inflação, que era mais de 30% ao mês quando ele assumiu e agora está em torno de 3%. E você ainda vem falar de "crescer mais e ajustar as contas", depois de entregar esse resultado pífio como ministro e deixar o Brasil tão atrasado na economia que ficamos pra trás na inteligência artificial e agora estamos vendendo nossas terras raras. Sua gestão foi patética, você quebrou o Brasil e é uma vergonha que você tenha sido Ministro da Fazenda.
A proposta do pré-candidato Renan Santos de fortalecer o papel e a responsabilidade dos prefeitos, na condução da coisa pública, é a meu ver excelente. Precisamos firmar um republicanismo genuíno em nosso país, em que a localidade/comunidade e seu executivo se tenham como os intendentes primeiros do interesse público. Um republicanismo verdadeiramente genuíno tem de ter sua organicidade primeira na cidade-estado, ou seja no próprio município.
Isso é o básico, do básico, do básico a qualquer cristão, mas o povinho adorador de Mamom quer um papa alinhado ou aos valores do Silicon Valey ou aos valores do PC chinês. Não passarão nem passarinho.
O papa está certo: a questão central é - nos últimos cem anos - entre "edificar Babel ou reconstruir Jerusalém", desde que seja uma reconstrução orientada à recepção de sua contrapartida celeste. Babelizar Jerusalém é, no entanto, nossa tendência através do tempo, a grande entropia de nossa história comum. O problema com Babel é, sim, a uniformização radical da linguagem (leia-se, de uma ideologia orientada ao domínio do mundo), algo que a própria tecnologia pode ajudar a combater, caso usada sob a ação do Espírito em seu relacionamento com a consciência humana. Portanto a tecnologia não é um mal em si, jamais poderia sê-lo, sem antes sermos obrigados a nos condenar antropológica e historicamente, sem antes jogarmos no ralo a água suja com o bebê. O papa atual segue a tradição de Leão XIII, segue a tradição inspirada.
No mundo romano, era do pai, do chefe da família, a prerrogativa máxima de patria potestas: direito de vida e morte sobre os próprios filhos, incluídos os recém-nascidos. O pai tinha uma semana para erguer com os braços o bebê, era assim que o recebia oficialmente em sua família. Caso se recusasse, a criança era abandonada, exposta em lugar público ou ao ermo, ou seja era deixada à “sorte” dos deuses, o que quase sempre implicava morte por exposição. Bebês com deformação/má-formação e também meninas eram vítimas recorrentes dessa prática, hoje vista como atroz. O imperador Adriano, amante da filosofia, buscou refreá-la de algum modo, mas foi somente com Constantino, o Grande, à época altamente influenciado pelo clero cristão, que a prática foi atacada frontalmente. Será completamente banida com Valenciano I. Ainda que mandasse assassinar o próprio filho, em circunstâncias que nos escapam, Constantino fez o que pôde para desencorajar a prática de infanticídio. Ou seja, embora algoz do próprio filho, que amava fervorosamente, Constantino salvou incontáveis “filhos” e “filhas” de outros, mesmo que não os amasse, tampouco os conhecesse. Com efeito o estudo aprofundado da história é verdadeiro purgatório aos que não gostam de paradoxos, que lhe são refratários. Hoje em dia, se discute o que seria a autoridade completa do estado/governo sobre a vida. Progressistas radicais pensam o direito à vida como prerrogativa de um estado totalizante, em geral controlado por castas de “iluminados” em “saúde” pública. Impõe-se hoje uma autoridade absolutamente fria, esquivando-se da natural amorosidade familiar. Um mundo concebido por “padrastos e madrastas”, burocratas executores de políticas desumanas. A coisa sempre pode piorar, e muito.
Segundo alguns scholars, o Leviatã supremo, o grande Estado que Hobbes antevê baseado em sua própria teoria, é nada mais nada menos do que o próprio Reino do Anticristo.
Sim, isso é verdade e a teoria é recente E PLAUSÍVEL.
Os fatos nesse vídeo:
- Um juiz da Suprema Corte Brasileira
- Em entrevista para uma emissora de televisão
- Tira sarro da pronúncia de um político, pré-candidato a presidente: “uma língua lá do Timor Leste”
- Este mesmo juiz pediu que a PGR investigue o político em questão e pode, eventualmente, julga-lo na mesma Suprema Corte
É gozado ver gente que sempre foi fã do sacro império germânico, um bando de gibelino germanofilo baba- ovo, vir agora se dizer indignado com as falas de Trump. Porra mano, vocês sabem o que os imperadores que vocês cultuam faziam com os papas? Assim como o antissemitismo, o antiamericanismo também é uma doença, especialmente grave entre ibéricos. Dito isso, Leão XIV tem razão em suas críticas - a violência nunca será a palavra final, não pode ser.
O objetivo inconsciente de todo político do centrão é que você seja um favelado. A favela é a matéria prima que mantém o modelo político brasileiro vivo. Ele precisa que você seja um fodido, um quebrado, um dependente, um sujeito que agradece qualquer migalha.
O @Metropoles publicou um post sobre o artigo da J’accuse que fez uma análise do Renan Santos e do MBL… mas impressiona a má-fé e a incompetência interpretativa dos jornalistas.
No texto do post, o Metrópoles escreveu o seguinte:
“O artigo, que trata o Missão como um partido adepto do conceito político central do nazismo - a subordinação do Estado à vontade do partido e de sua liderança - cumpriu com o objetivo de atrair o interesse da extrema-direita americana […]”.
O problema é que o artigo não associa o Partido Missão com esse conceito partidário nazista… porque não é um conceito nem originariamente e nem exclusivamente nazista. O artigo EXPLICITAMENTE associa esse conceito à ideia do “Partido de Vanguarda” dos bolcheviques.
E o J’accuse está certo, porque Hitler aprendeu estratégias de formação partidária com os marxistas e os bolcheviques - ele mesmo confessa isso no Mein Kampf. E esse conceito havia ainda sido criado pelos jacobinos da Revolução Francesa e depois aprimorado por Auguste Blanqui, que depois inspiraram Lênin.
O artigo ainda cita Robert Michels, sociólogo da teoria das elites que era um teórico marxista que se transformou em defensor do sindicalismo e do fascismo mussoliniano, como influência desse conceito de partidarismo totalitário. De fato, ele foi um dos primeiros a sistematizar esse conceito num livro que ainda é lido e estudado em todas as universidades no mundo.
Ainda, o artigo ainda cita STEVE JOBS como exemplo de prática desse conceito partidário ao mundo dos negócios - porque o MBL tem suas empresas atreladas ao Partido.
Em nenhum momento do artigo há qualquer associação do MBL ou do Missão ao nazismo, mas à Lênin, Michels e Jobs, se formos citar as menções feitas. Se o Metrópoles fosse honesto, teria escrito que o “jornal de extrema-direita” americano “associa MBL e o Missão aos bolcheviques de Lênin”, mas aí não daria cliques, né? Aí não pode falar que a “extrema-direita” se inspira em Lênin, como Hitler se inspirava, né?
No mais, vou consertar o texto do Metrópoles: o MBL e o Missão, segundo o J’accuse, estariam resgatando táticas de construção partidária de inspiração na clássica extrema-esquerda jacobina e leninista, com influências de elitistas clássicos como Robert Michels, mas com capacidade de monetização intrapartidária similar à estruturas que Jobs aplicou na Apple. Tudo isso para inaugurar uma forma radical de fazer política fora dos incentivos perversos do Estado brasileiro e com o fim de modernizá-lo e eliminar seus inimigos internos como o narcotráfico.
Pronto. Consertado, e nem vou cobrar nada do Metrópoles. Faço por vocação.
A cutting reflection from Cardinal Ratzinger, Good Friday 2005:
"Pilate is not utterly evil. He knows that the condemned man is innocent, and he looks for a way to free him. But his heart is divided. And in the end he lets his own position, his own self-interest, prevail over what is right.
Nor are the men who are shouting and demanding the death of Jesus utterly evil. Many of them, on the day of Pentecost, will feel "cut to the heart," when Peter will say to them: "Jesus of Nazareth, a man attested to you by God... you crucified and killed by the hands of those outside the law."
But at that moment they are caught up in the crowd. They are shouting because everyone else is shouting, and they are shouting the same thing that everyone else is shouting. And in this way, justice is trampled underfoot by weakness, cowardice and fear of the diktat of the ruling mindset. The quiet voice of conscience is drowned out by the cries of the crowd.
Evil draws its power from indecision and concern for what other people think."
In 1703 Leibniz wrote to a Jesuit missionary in China
He had just completed his system of binary arithmetic: every number expressible as combinations of 1 and 0
Something and nothing: being and void
He believed it was a mathematical proof of Creation
God as the 1, the void as the 0
The entire universe as what happens when unity acts on nothing
He proposed using it to convert the Chinese emperor
The binary system Leibniz built to explain God to an emperor is the same system running every computer, every phone, and every piece of software on earth
Todo esse papo de que a misoginia, o machismo, o reacionarismo etc são grandes fatores no aumento dos crimes cometidos contra mulheres não resiste à óbvia constatação de que o Brasil era muito mais conservador há 60 anos atrás e muito MENOS violento.