Pela distância técnica entre os dois times, hoje era jogo pra ganhar com larga vantagem e sem dificuldades.
Carpini levou a partida como se fosse técnico de time pequeno. Classificação constrangedora.
“Ao final, goleados, tricolores repetiam que o Fluminense jogou à sua maneira. Fica parecendo uma sessão de convencimento coletivo para manter ativada a fantasia de que daria jogo. Não deu. Na prática o City derrotou o campeão sul-americano como se fosse o Fulham ou o Burnley…”
É lamentável vermos que, não é de hoje, o futebol brasileiro traz como resignação a uma derrota em final de mundial de clubes, ter “jogado de igual pra igual”, “dominado o adversário por 20 minutos”, e por aí vai. Pobre futebol brasileiro.
“Ao final, goleados, tricolores repetiam que o Fluminense jogou à sua maneira. Fica parecendo uma sessão de convencimento coletivo para manter ativada a fantasia de que daria jogo. Não deu. Na prática o City derrotou o campeão sul-americano como se fosse o Fulham ou o Burnley…”
Sabemos o quanto de tempo já gastamos nessa vida, mas não sabemos o quanto de tempo nos resta.
Quando entendemos isso de verdade, paramos de focar na vida alheia e nos problemas superficiais.
Termo "buraco negro" é racista, diz Anielle Franco // Que bom que o racismo vai acabar agora. Olha, tem papelaria vendendo lápis preto. E ainda por cima é número 2. Precisa ver isso. https://t.co/DgFHbIpScG
Incrível e lamentável ver dois jogadores do Flamengo, que se agrediram mutuamente há 03 dias, serem escalados para um jogo, como titulares, como se nada tivesse acontecido. Pobre futebol brasileiro