Um dia a conta chega! 💥
O QUE BOLSONARO DEVERIA TER FEITO:
🟢 CPI da Lava Toga
🟢 Indicar PGR antissistema
🟢 Apoiar a Operação Lava Jato
🟢 Indicar ministros incorruptíveis para o STF
O QUE BOLSONARO FEZ:
🔴 👇
🚨URGENTE - Promotor do caso de Henry do Borel diz que a juíza não aceitou o resultado do júri para Monique, fazendo o conselho de sentença mudar o resultado e afastar o dolo eventual
Trocando em miúdos:
1. Sobre o homicídio de Henry, a juíza perguntou aos jurados: “a omissão da acusada foi dolosa?”.
2. Os jurados responderam SIM, por maioria. Então Monique teria sido condenada por homicídio doloso, por omissão do cumprimento de seu dever parental.
3. Contudo, por erro, a votação foi repetida. A juíza então perguntou aos jurados: “a omissão da acusada foi culposa?”.
4. A resposta então foi SIM, por maioria.
5. Com isso, Monique foi beneficiada com a desclassificação do crime de homicídio doloso (intencional), para o delito de homicídio culposo (sem intenção).
6. Diante disso, de forma completamente incompatível com o quadro fático, a juíza decidiu dar a Monique o perdão judicial.
7. O espaço para recurso ao TJRJ e reversão da decisão está aberto, pois o MPRJ e o assistente de acusação (pai de Henry) impugnaram expressamente na ata a decisão de repetição da votação.
Juíza Teria Forçado Nova Votação no Julgamento de Monique Medeiros Até Obter o Resultado Que Queria
Advogados de acusação no caso Henry Borel denunciam que a juíza responsável pelo julgamento de Monique Medeiros teria anulado uma votação do Conselho de Sentença após não concordar com o resultado.
Segundo a denúncia, os jurados condenaram Monique por dolo eventual — mas a magistrada teria criado uma situação para que a questão fosse votada novamente, só encerrando o processo quando obteve a desclassificação que desejava.
O Histórico da Juíza no Caso
As irregularidades apontadas não seriam isoladas. A magistrada também:
Concedeu prisão domiciliar a Monique, contrariando decisão do STF;
Revogou a prisão da ré contra ordem do Supremo Tribunal Federal;
Em razão dessas decisões, a acusação precisou ingressar com reclamação constitucional para que Monique fosse presa novamente.
O Que Vem a Seguir
A acusação promete recorrer ao Tribunal de Justiça para anular a decisão. Se aceito, Monique será submetida a um novo Conselho de Sentença.
⚖️ Se as alegações forem verdadeiras, a soberania do júri popular — princípio fundamental do Estado Democrático de Direito — foi diretamente violada.
- Seja conivente com as agressões ao próprio filho.
- Minta para médicos, policiais e conselheiros tutelares, pra tentar proteger o namorado.
- Horas depois do filho morrer, vá hidratar o cabelo no salão.
- Receba perdão judicial da juíza, por ser mulher e vítima de MISOGINIA.
Revolta é pouco para o que eu estou sentindo agora.
A sentença da juíza concedendo perdão judicial a Monique Medeiros pelo homicídio do menino Henry Borel, alegando um suposto "preconceito de gênero", é um escárnio e deve ser reformada com urgência em 2ª instância.
Não posso afirmar sobre a intenção da juíza, mas a redação da sentença, carregada de platitudes e clichês do identitarismo woke, passa a impressão de que a juíza achou que estava abalando e que seria aplaudida pela imprensa e pela sociedade por ser tão evoluída e progressista.
Desconfio que o efeito será o contrário: revolta e indignação da sociedade por conceder perdão judicial a uma mãe que foi omissa, negligente e indiferente enquanto Henry Borel era espancado e torturado física e psicologicamente pelo padrasto.
Segundo os autos do processo, a babá do menino já havia alertado Monique várias vezes de situações estranhas envolvendo Jairinho e Henry e que indicavam claros maus-tratos.
Qualquer mãe ou pai amorosos e em perfeito juízo teriam feito de tudo para tirar seu filho dessa situação e responsabilizar o agressor.
Henry Borel chegou ao hospital sem vida, com pelo menos 23 lesões por ação violenta e um fígado rompido por conta de uma forte pancada. Morreu de uma hemorragia interna e laceração hepática.
Mas para a juíza do caso, Monique Medeiros merece ser perdoada judicialmente porque ela sofreu "discriminação de gênero" influenciada pela "cultura patriarcal" e que não se pode exigir dela ser uma "mãe perfeita".
Não, minha senhora, Monique Medeiros sofreu uma justa indignação da sociedade por NÃO FAZER o que se espera de qualquer adulto, não apenas de uma mãe ou de um pai, quando vê uma criança em situação de maus-tratos: intervir diretamente e acionar as autoridades.
A mensagem que essa juíza envia ao Brasil todo é que mães em todo o país podem ser omissas e negligentes com seus próprios filhos, afinal, não se pode exigir que sejam "mães perfeitas" e qualquer falha delas é culpa do preconceito de gênero por serem mulheres.
Esse caso absurdo é mais um exemplo de como o identitarismo woke e a leniência com criminosos de toda sorte está relativizando os valores morais da nossa sociedade e jogando nossa civilização em um abismo sem fundo.
Espero sinceramente que essa decisão irresponsável e odiosa seja revertida e que Justiça seja feita para Henry, seu pai e familiares. Que Deus abençoe e conforte essa família.
Quando eram acadêmicos brincando de cientistas na universidade, já era péssimo.
Agora, o wokismo e essa conversa mole de "opressão estrutural" viraram a ideologia oficial do Judiciário.
O brasileiro nunca foi consultado sobre isso. Nunca concordou com isso.
A Justiça brasileira matou Henry Borel mais uma vez.
Henry Borel, de apenas 4 anos, foi espancado até a morte pelo ex-vereador Dr. Jairinho.
Traumatismo craniano, couro cabeludo deslocado, lesões graves (23 ao todo), no fígado, nos rins e nos pulmões. Uma barbárie.
A genitora, sim, genitora, porque me recuso a chamá-la de mãe, já desconfiava das agressões e não protegeu o próprio filho.
Hoje, a Justiça concedeu perdão judicial a ela. O motivo? Monique também seria vítima da “misoginia” e do “patriarcado”.
Em um país sério, ambos estariam, no mínimo, cumprindo prisão perpétua. Aqui, ela é tratada como “vítima”.
Que Deus tenha misericórdia deste país.
Ex-sócio de Vorcaro repassou prédios de luxo à Odebrecht em meio à crise do Master
Movimentação ocorreu em outubro de 2025, quando o Banco Master já caminhava para o colapso.
https://t.co/wEfz52DvcG
Amigos, o caso de Henry Borel torna mais visível a influência do CNJ na Justiça. Concorde-se, ou não, com a decisão, importante saber que esse tal recorte de gênero foi imposição do CNJ, por meio de normas próprias, que o STF reconhece com força de lei. Há muito mais acontecendo diariamente nos Tribunais. O caso do saudoso Henry só tornou a intervenção do CNJ mais visível. Tenho alertado para esse movimento de agigantar dos Conselhos há muito tempo. O agigantar do STF é mais evidente, mas os muitos Conselhos, ainda mais opacos, se multiplicam e ganham força crescente. A pergunta que sempre faço em sala de aula é a seguinte: quem elege esses muitos conselheiros? CNJ, CNMP, CNE, CNS, Conanda, agora o tal Conselho instituído pela Reforma Tributária, dentre tantos outros. É bem pior do que parece!
a desgraçada foi acusada pelo MP de:
> saber que o filho era torturado
>prestar informações falsas para equipes médicas que tratavam o menino, tentando mascaras as lesões provocadas pelo psicopata do marido
>limpar a cena do crime antes da perícia oficial chegar
>intimidar testemunhas pra que mentissem no curso do processo
>tentar encobrir o assassinato do próprio filho (pra manter o padrão de vida!)
>foi absolvida
>recebeu perdão judicial pois segundo a juíza já havia sofrido demais por conta dos ataques machistas na internet
ESSE PAÍS ACABOU
- Débora do batom: 14 anos por pichar uma estátua.
- Mulher acusada de envolvimento na morte de uma criança:
Galera, antes de julgar, vamos entender como o patriarcado, o capitalismo tardio e a opressão estrutural transformaram a acusada na verdadeira vítima da história. 🤡
SÓ PARA LEMBRAR...
ESSA FOTO FOI TIRADA POR MONIQUE MEDEIROS NA DELEGACIA POUCAS HORAS APÓS A M0RTE DE SEU PRÓPRIO FILHO... É NÍTIDA A TRISTEZA NO ROSTO DELA!
O QUE VOCÊS ACHARAM DA DECISÃO DA JUÍZA EM “PERDOAR” MONIQUE?
BEM VINDOS AO BRASIL! 🇧🇷