Esses mosquitos geneticamente modificados podem "vacinar" pessoas ao picarem suas vítimas?
O que podem estar injetando na população?
Essas fábricas de mosquitos no Brasil seriam para isso?
Arma biológica do Bill Gates?
Gilmar Mendes voltou a ocupar os noticiários ao conceder mais uma entrevista sobre temas que envolvem processos em andamento no STF. O fato, por si só, já deveria ser um escândalo e causar enorme desconforto institucional. Mas esse comportamento se tornou rotina no Brasil.
Nos últimos dois meses, Gilmar concedeu onze entrevistas discutindo investigações, operações e temas que seguem vivos dentro do sistema de Justiça - uma exposição absolutamente incompatível com a função de um ministro da Suprema Corte.
Durante entrevista ao Roda Viva, sua 12ª entrevista em dois meses, Gilmar afirmou enxergar abusos e excessos na Lava Jato, mas disse não ter a mesma percepção em relação aos inquéritos do 8 de Janeiro.
Questionado sobre o caso de Mauro Cid, cuja delação passou por sucessivas revisões, prisões e “advertências” feitas pelo relator Alexandre de Moraes, o ministro declarou não ver irregularidades na condução da investigação.
A declaração é chocante pela seletividade dos critérios utilizados, afinal, muitas das práticas que o próprio STF classificou como abusivas na Lava Jato envolviam exatamente pressão sobre investigados, acordos de colaboração sob forte constrangimento jurídico e uso expansivo de medidas cautelares.
No caso de Mauro Cid, o país assistiu ao próprio relator, Alexandre de Moraes, ameaçar o delator sobre possíveis consequências para ele e seus familiares caso as informações prestadas não correspondessem às expectativas da investigação. Cid mudou sua versão inúmeras vezes e, mesmo assim, dezenas de pessoas, incluindo um ex-presidente, generais de alta patente e toda a alta cúpula da corrente conservadora, foram condenadas a décadas de prisão. Mas, segundo Mendes, o caso Mauro Cid não seria suficiente sequer para levantar dúvidas sobre eventuais excessos.
O ponto mais conflitante desta entrevista é ver que Gilmar parece atuar para criar narrativas de nulidade em investigações do Caso Master, enquanto se recusa a aplicar o mesmo rigor aos procedimentos adotados nos inquéritos do 8 de Janeiro.
É justamente essa percepção de dois pesos e duas medidas que alimenta a revolta de milhões de brasileiros. A Justiça não é mais cega - é seletiva.
O sistema eletrônico de votos no Brasil -- país onde o maior prêmio da loteria pública vai pra amigos do poder, e várias vezes pra mesma pessoa -- só existe em 2 outros países: BUTÃO E BANGLADESH.
Voa, brasiuuuu
https://t.co/DdYatnzp0t
O voto sem rastro no Brasil, sistema rejeitado no mundo desenvolvido, é baseado no pacto de confiança conhecido como La Garantia Soy Yo, e na promessa técnica do Konfia. Vergonha do Brasil, mas mais ainda do gado que virou x-9 de juizeco pra perseguir quem questiona o inaceitável
Vorcaro escreveu, no bloco de notas, que “é importante reforçar com Andrei e Paulo pra nao deixar ninguém de baixo fazer uma sacanagem que aí vai tudo pro saco”.
Atenção à expressão “ninguém de baixo”.
O maior medo desses caras é ter seus casos analisados por um juiz, delegado ou promotor concursados, de primeira instância, “chão de fábrica”, sem rabo preso, sem favores devidos - diferentemente dos comparsas que estão “em cima”.
Os mesmos veículos de imprensa que ignoraram as revelações da Vaza Toga 2 agora também omitiram a premiação internacional recebida por seus autores.
Na última semana, os jornalistas David Ágape e @elivieira receberam em Londres o Free Speech Courage Award, concedido pela Civilization Works de @shellenberger em reconhecimento ao trabalho realizado na investigação.
Também recebeu o prêmio o deputado @marcelvanhattem por sua atuação parlamentar em defesa da liberdade de expressão.
Nesta reportagem, conto como parte da imprensa brasileira preferiu esconder a premiação dos jornalistas independentes.
https://t.co/hYIDoV4rmO
Yesterday was my final day as Director of National Intelligence. I declassified and released never-before-seen documents exposing the truth about Fauci directing millions of US taxpayer dollars to fund dangerous gain-of-function research at the Wuhan lab, worked with the Intelligence Community to suppress the truth about his actions and hide the virus’ lab-leak origins, and lied to Congress while under oath in 2024. It’s time you know the truth. Go to https://t.co/tVwWp0TxZ4 to see for yourself.
Existe uma contradição perigosa crescendo dentro das democracias modernas.
Todos dizem defender a democracia.
Todos dizem defender as instituições.
Todos dizem defender a Constituição.
Mas basta surgir uma crise política, um adversário incômodo ou uma narrativa considerada perigosa para que apareçam vozes defendendo exatamente o contrário daquilo que afirmam proteger.
De repente, a liberdade de expressão passa a ser vista como um problema.
O contraditório passa a ser tratado como ameaça.
A crítica ao poder passa a ser confundida com ataque à democracia.
E a censura passa a ser apresentada como instrumento de proteção institucional.
Fernando Schüler relembra uma das lições mais importantes da tradição liberal: os direitos fundamentais não foram criados para proteger discursos agradáveis. Foram criados justamente para proteger os discursos incômodos, impopulares, ofensivos e perturbadores. Porque, se a liberdade existir apenas para quem concorda com o poder, ela deixa de ser liberdade e passa a ser privilégio.
Os criadores da democracia moderna compreenderam algo que muitos parecem ter esquecido. Se as regras fundamentais puderem ser relativizadas em nome de uma emergência política, então elas deixam de ser regras e passam a ser ferramentas de conveniência. Hoje a exceção é usada contra um adversário. Amanhã será usada contra qualquer outro grupo considerado inconveniente.
A história está repleta de exemplos de governos, movimentos e regimes que justificaram restrições de direitos alegando estar salvando a própria democracia. A justificativa muda. O resultado costuma ser o mesmo.
Toda censura nasce temporária.
Toda censura nasce necessária.
Toda censura nasce com uma boa intenção.
E quase sempre termina fortalecendo quem concentra poder.
A democracia liberal não foi construída para funcionar apenas em tempos de tranquilidade. Ela foi construída para resistir justamente aos momentos de tensão, aos períodos de medo, às crises institucionais e às pressões das maiorias e minorias organizadas.
Porque o verdadeiro teste da democracia não acontece quando todos concordam.
Acontece quando alguém diz algo que você detesta ouvir.
É nesse momento que descobrimos quem realmente acredita na liberdade e quem apenas acredita na liberdade enquanto ela serve aos seus próprios interesses.
Defender a democracia através da censura é como defender a liberdade através da prisão.
A contradição pode ser sofisticada no discurso.
Mas continua sendo uma contradição.
Mais íntegra de mensagem do Vorcaro e o maior escândalo financeiro do Brasil, com identificação do lulopetismo envolvido até o talo. Alguma surpresa?
Fernando Master é o Diretor Comercial do Banco Master. Na mensagem, com grande alegria, confessa que o Master é próximo ao governo PT igual aos irmãos Batista. Declara ainda, com risos de felicidade, ser positivo. É marketing para eles.
Governo PT, conhecido pelos maiores escândalos de corrupção em ordem global, destruidor de economias, iludindo a população com promessas vazias e mentirosas, apoiador de ditaduras e terroristas, todos já conhecem.
Irmãos Batista, os donos da J&F/JBS, alguns podem ter esquecido. Responsáveis por um dos maiores esquemas de corrupção da história (quase 2 mil políticos de 28 partidos), processados por corrupção e insider trading, pagaram multas bilionárias. J&F (holding): acordo de leniência de R$ 10,3 bilhões; irmãos Batista pessoalmente: cerca de R$ 225 milhões.
Bolsonaro constava desse esquema? Governo Bolsonaro possuía vínculos ou ligações?
Quem está preso hoje?
E ainda tem muito isento, incauto, tolo, insensato, estrategista cósmico na indecisão de como votar ou apoiar...
Comandantes do Hamas:
“Nosso problema não é apenas a Palestina, nosso problema é matar todo não muçulmano. Vamos perseguir judeus e cristãos em todo o mundo. Ou eles se convertem ao Islã ou os mataremos!”
Neste áudio a gerente do Itaú ameaça chamar a polícia quando se dá conta que foi gravada e flagrada devolvendo dinheiro roubado a idosos. Ela se recusa a dar o nome completo, e está tranquila: no governo da Perda Total, roubar dos mais fracos não é imoral -- é normal.
O STF acaba de colocar as big techs no relógio eleitoral.
A Suprema Corte brasileira rejeitou todos os recursos das Big Techs, após quase 1 ano de batalha judicial e fixou prazo de 60 dias para que plataformas digitais se adaptem às novas regras brasileiras de responsabilização por conteúdos ilícitos.
O prazo começa a vencer em agosto - por uma “coincidência” digna de nota, é justamente o mês em que começa a campanha eleitoral oficial no Brasil. Segundo o calendário eleitoral, a propaganda eleitoral passa a ser permitida a partir de 16 de agosto.
A partir daí, o jogo muda. A disputa política nas redes será controlada pela Corte. Redes sociais, impulsionamento, denúncias, remoção de conteúdo e o temor jurídico das plataformas entram em uma nova fase. As empresas não vão esperar ser punidas; ela vão se proteger. E quando uma empresa bilionária precisa escolher entre preservar o debate público ou evitar multa, processo e desgaste institucional, ela escolhe a própria sobrevivência.
Isso significa que a tendência será remover conteúdos e contas primeiro, e discutir depois. O resultado pode ser uma verdadeira epidemia de perfis, páginas e publicações desaparecendo das redes - especialmente entre influenciadores, comunicadores e movimentos identificados com a direita.
Conteúdos políticos mais duros, denúncias, acusações, críticas agressivas, vídeos viralizando contra autoridades ou candidatos - tudo isso poderá entrar numa zona cinzenta perigosa. Oficialmente, o alvo são crimes graves e conteúdos manifestamente ilícitos. Mas, em ano eleitoral, a fronteira entre “conteúdo criminoso”, “desinformação”, “ataque antidemocrático” e crítica política pode virar um campo minado.
A eleição ainda nem começou oficialmente, mas o campo de batalha digital já está sendo redesenhado. E aqueles que ousarem desafiar a narrativa dominante, bastará um clique para que perfis, publicações e vozes inconvenientes desapareçam do debate público.
O PT é a desgraça do Brasil.
Décadas de corrupção, desvios, crise econômica, fiscal e aparelhamento do Estado. Milhões e bilhões em vantagens ilícitas.
Líder do governo PT no Senado, no centro do maior escândalo financeiro do Brasil, chegando ainda em Rui Costa, Lula e Alexandre de Moraes.
Abuso de poder, crimes contra a administração e enriquecimento ilícito. A base dos crimes do Banco Master com apoio do lulopetismo e de ministros do STF.