Há um mês atrás, o irmão de Alcolumbre foi flagrado com 500 mil num carro.
O fato agora deve tomar outro rumo com as revelações da Veja sobre o dançarino do Amapá.
Você acha que estão nos retirando daqui à toa? Não. Venderam nosso Pará, nossas riquezas, nossas terras e agora querem entregar, ignorando as vidas de milhões de famílias que vivem aqui. Vorazmente estão destruindo milhares de moradias, acabando com os sonhos de milhões de vidas. Queimando suas casas sem qualquer piedade. Aplicando multas milionárias impagáveis. Um plano do mal. Covarde. Não há nada oculto. Não é possível que alguém que ame nossa nação, que ame nosso Estado apoie algo tão nocivo para nossa gente. Retirar VI0LENTENTE nossas famílias de suas terras para entregá-las às grandes empresas multinacionais. As riquezas do nosso Pará pertence à nossa gente e não a outros países. Governos estadual e federal estão unidos para nos arrancar daqui, por isso é a nossa vez de termos o mínimo de consciência política e mudarmos o rumo da política do nosso Pará e do nosso Brasil.
Diogo Frango
🚨PCC E CV USAVAM FARMÁCIAS PARA IMPORTAR E DISTRIBUIR DROGAS🚨
Lula afirmou que ficou triste com a classificação das organizações como terroristas. Enquanto isso, elas abrem empresas, farmácias, para importar e distribuir drogas!
E MAIS GRAVE
No caso de programas federais, como o Programa Farmácia Popular do Brasil, também há fiscalização do Ministério da Saúde, da Controladoria-Geral da União e do Tribunal de Contas da União.
Uma rede de tráfico internacional de drogas usando empresas de fachada. Milhões de reais foram
Lavados sem que nenhuma entidade ou órgão fiscalizador prestasse conta.
Seriam essas as empresas afetadas pela medida que Lula e os especialistas tanto são contra?
#ForaLula #LulaPCCeCV #LulaCorrupção #FlávioBolsonaroPresidente
O PT não respeita nem a memória de uma mãe.
Quando o ódio político passa por cima até de uma homenagem, fica claro: eles não querem justiça.
Querem apagar tudo que tenha o nome Bolsonaro. E apagar a história é estratégia de dominação da esquerda e de suas novas derivações.
Novas mensagens atribuídas ao empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco” ou “The King”, apontam para uma suposta articulação destinada a enfraquecer investigações e inviabilizar a atuação do Ministério Público em casos ligados a fraudes fiscais bilionárias.
Apontado por investigadores como um dos principais operadores financeiros de um esquema que movimentou bilhões de reais no setor de combustíveis, Leme tornou-se personagem central de diversas apurações envolvendo sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos.
Segundo o conteúdo revelado, o empresário demonstrava confiança de que os procedimentos em andamento seriam revertidos. Em uma das mensagens, atribuída a ele, aparece a frase: “Nós vamos anular tudo. Não confie no MP”, indicando uma percepção de influência ou de expectativa de neutralização das investigações.
As cartas e mensagens surgem em meio ao aprofundamento de operações policiais que investigam esquemas de fraude tributária de grande escala. O grupo empresarial ligado a Leme é suspeito de participação em mecanismos de evasão fiscal que teriam causado prejuízos bilionários aos cofres públicos ao longo dos últimos anos.
Vence hoje, COVARDE!
Prazo para apresentar defesa ao Tribunal da Flórida, no processo do Rumble e Truth Media: 12/06/2026, 23:59:59!!!
Vai dar revelia?
Na noite de 16 para 17 de julho de 1918, na Casa Ipatiev, em Ecaterimburgo, nos Urais, todos os membros da família imperial russa foram executados por bolcheviques sob o comando de Yakov Yurovsky, por ordem do Soviete Regional dos Urais.
Eles foram acordados no meio da noite com a justificativa de que seriam transferidos para um local mais seguro (devido à aproximação de forças antibolcheviques na Guerra Civil).
Levados ao porão da casa, foram fuzilados. Algumas das crianças sobreviveram aos primeiros tiros porque diamantes e joias preciosas costuradas nas roupas funcionaram como proteção improvisada. Os sobreviventes foram então mortos a baionetadas, coronhadas e socos.
Além da família imperial, foram assassinados quatro servos fiéis: o médico Eugene Botkin, a dama de companhia Anna Demidova, o lacaio Alexei Trupp e o cozinheiro Ivan Kharitonov.
No total, 11 pessoas foram mortas naquela noite.
Os corpos foram queimados, desfigurados com ácido sulfúrico e enterrados em uma mina abandonada. Restos mortais foram encontrados na década de 1990 e identificados por análise de DNA.
Onde estão os autistas Amish? Aqui no Condado de Lancaster, coração da região de Pennsylvania Dutch, deveria haver mais de 100 pessoas com algum tipo de transtorno do espectro autista.
Após a publicação do artigo, quando mais repórteres cobriam as ligações científicas entre vacinas e autismo, perguntei a um representante dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) sobre a suposta falta de autismo nos Amish não vacinados. Ela disse que poderia haver muitas outras razões além da aversão da comunidade às vacinas. Por exemplo, “Eles não usam eletricidade, certo?”, ela me disse. Em outras palavras, ela parecia colocar a falta de eletricidade em pé de igualdade com a falta de vacinação quando se trata do que poderia ser responsável pela aparente taxa de autismo abaixo da média nos Amish não vacinados.
A diferença óbvia é que existem muitos estudos científicos que apoiam uma ligação entre vacinas e autismo - muitas vezes não relatados, sub-relatados ou rejeitados por interesses farmacêuticos e ativistas pró-vacina que há muito tempo lutam em uma campanha de relações públicas para retratar falsamente os estudos e pesquisadores como “anti-vacina”.
Eu disse à representante do CDC que pareceria que uma pesquisa com a população não vacinada poderia ser um bom primeiro passo para dissipar ou confirmar ainda mais a possibilidade de uma ligação entre vacinas e autismo. A representante do CDC reconheceu que as informações seriam valiosas. Perguntei se o CDC tentaria realizar uma pesquisa desse tipo.
A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira.
Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil.
Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual.
Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador.
Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro.
A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional.
O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas.
A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.
Brasil 🇧🇷/EUA 🇺🇸:
“Refinarias brasileiras venderam mais de 100 milhões de litros de nafta para uma empresa investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraude com uma quadrilha considerada organização terrorista pelos Estados Unidos, (PCC) segundo uma fonte próxima ao caso e documentos vistos pela Reuters.
Um dos principais fornecedores foi a Riograndense, uma refinaria no sul do Brasil pertencente à estatal Petrobras, Braskem e o conglomerado de energia Ultrapar
A Petrobras e a Ultrapar afirmaram que a Riograndense é administrada de forma independente e que não foram notificadas de nenhuma investigação por parte do Ministério Público de São Paulo. A Braskem não respondeu ao pedido de comentário.” Reporta a agência “Reuters”
O Estado precisa ser responsabilizado por não agir corretamente com a população em relação às vacinas de Covid.
Não existe farmacovigilância com as vacinas de Covid.
Se existisse, as vacinas teriam sido suspensas.
Exigimos todos os dados referente à mortes e sequelas!
Nenhum brasileiro pode ser deixado pra trás, nem as suas famílias enlutadas!
Parabéns, @arlene_ferrari2!
Quando ensaiamos erguer uma mitologia própria, eis que, por uma dessas coincidências que a ironia da História reserva aos povos sem grandeza, o nosso herói mítico é imediatamente preso, emudecido e varrido do espaço público. Nada mais grego, à primeira vista, do que esse destino. Mas a semelhança para por aí.
Perguntemos, se fosse possível, a Hannah Arendt, uma filósofa judia de visão implacável, se ela reconheceria na nossa desventura algum eco da tragédia grega. Diria Arendt, creio eu, com precisão cortante, que o herói é aquele que age no espaço público; a pólis, a sociedade e a cultura existem para criar a poesia sobre o herói e a história e as instituições existem como cadernos que salvam as grandes ações heroicas da ruína do tempo. Eis o sentido profundo da memória grega.
No Brasil, porém, o espaço público foi montado para o contrário: para o esquecimento sistemático, para a arte refinada da substituição imediata: o vinho velho despejado sem cerimônia para dar lugar ao novo, ainda que o novo seja aguado e sem memória. A nossa tragédia nacional não é de desgraça grandiosa, mas de amnésia voluntária. E é por isso que Arendt, mesmo morta em 1975, continua sendo a testemunha mais lúcida da nossa tragédia.
Uma nação de memória curta destrói o próprio sentido do espaço público. Onde deveria haver continuidade, há buracos deliberados; onde deveria haver heróis, há silêncios administrados.
Nos seus estudos sobre o totalitarismo, a filósofa descreveu com exatidão esses “buracos de esquecimento” que os regimes autoritários cavam para sepultar opositores, fatos incômodos e nomes inconvenientes. Não viveu o suficiente para assistir ao fenômeno Nikolas, esse rapazola ainda não de todo cozido pelas tentações do deserto político, quase um ginasiano, lançado às pressas ao pedestal do mito. Arendt, com o seu faro infalível, o veria exatamente como o que é: não um herói, mas um instrumento do esquecimento. Uma figura fabricada para ocupar o lugar do pensamento, para substituir a densidade pela imagem, a permanência pelo efêmero. O sistema precisa de novos mitos descartáveis precisamente para que nada de essencial seja lembrado.
Interpretação arriscada essa minha? Sem dúvida. Mas de que serve a prudência quando se escreve sobre tragédia? O risco é a única atitude decente diante de um povo que insiste em esquecer-se no exato momento em que mais precisaria recordar.