O incêndio virou “mal-entendido”. Que conveniente.
Michelle gravou quase meia hora expondo bastidor, acusou Flávio de tê-la humilhado, disse que foi desrespeitada, colocou crise familiar na vitrine pública e entregou à imprensa exatamente o prato que a esquerda sonhava em comer de talher de prata.
Depois, quando viu o tamanho da bagunça, veio a versão angelical: “não tenho raiva”, “não há briga”, “não há competição”, “tiraram minha fala de contexto”.
Ah, claro.
Primeiro joga gasolina, acende o fósforo, filma o incêndio e depois aparece com um copo d’água dizendo que era só um esclarecimento.
Isso não é maturidade política. É soberba com assessoria de crise.
Porque quem fala o que quer, expõe quem quer, acusa como quer e depois tenta empurrar a culpa para “trechos fora de contexto” está brincando com a inteligência das pessoas.
O contexto foi ela mesma quem criou.
A fala foi dela.
O vídeo foi dela.
A exposição foi dela.
A munição entregue à esquerda foi dela.
Agora querem transformar consequência em perseguição e imprudência em virtude.
Na vida pública, palavra tem peso. Na política, palavra tem preço. E quem não entende isso não pode reclamar quando o próprio discurso vira arma nas mãos do adversário.
No fim, fica a lição: não existe “paz” depois de incendiar a própria casa. Existe apenas fumaça, constrangimento e gente tentando fingir que ninguém viu o fogo.
Uma das maiores demonstrações de fraqueza na política é quando alguém responde uma crítica pública com um desabafo privado.
Flávio e os irmãos podem estar certos ou errados, mas fizeram uma crítica sobre uma atitude política tomada em público. Michelle preferiu atravessar a linha invisível que separa o debate político das relações familiares. E essa fronteira, uma vez rompida, raramente volta ao lugar.
Família se resolve em casa. Política se resolve diante da sociedade.
Misturar as duas coisas é transformar o afeto em argumento e a intimidade em instrumento de convencimento. É uma estratégia emocional, não política.
O curioso é que o vídeo ainda tenta reescrever a história.
Vender Girão como exemplo de lealdade ao presidente Bolsonaro exige apagar da memória um detalhe nada pequeno: o senador sempre fez questão de proclamar sua “independência” e chegou ao ponto de apresentar, com orgulho, um relatório de 77 páginas contra o governo na CPI da Covid. Justamente quando defender Bolsonaro tinha o maior custo político da história recente.
Lealdade que só existe na edição de vídeo não é lealdade. É roteiro.
E não, isso também não faz de Ciro Gomes alguém digno de aplausos. Uma mentira não se torna verdade apenas porque seu adversário também está errado.
Mas a reflexão que realmente importa é outra.
Politicamente, qual é hoje a diferença entre Michelle e Janja?
Não falo da esposa, da mãe, da mulher de fé ou da vida privada. Falo da figura política que ambas decidiram ocupar.
As duas passaram a disputar protagonismo em vez de proteger o protagonista.
As duas produzem manchetes que desviam o foco.
As duas obrigam seus aliados a explicar o que jamais deveria precisar de explicação.
As duas entregam munição gratuita aos adversários.
Na guerra política existe um princípio antigo: o melhor escudo é aquele que protege o comandante, não aquele que chama mais atenção que ele.
Quando um aliado passa a gerar mais desgaste do que votos, deixa de ser ativo político e se transforma em passivo eleitoral.
Talvez a diferença entre Michelle e Janja hoje seja apenas a torcida de quem assiste.
O efeito político, infelizmente, começa a ser perigosamente parecido.
@FlavioBolsonaro / Presidente em 2026
@CarlosBolsonaro / Senador Por Santa Catarina
Sou casado há 16 anos, pai de duas filhas maravilhosas e nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai.
Tenho 45 anos de idade, 24 anos de vida pública e sou reconhecido pelo meu equilíbrio, educação e respeito com todos, até com meus adversários políticos.
Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil.
Toda nossa família está passando por um momento muito difícil. E entendo a angústia da Michelle vendo meu pai, todos os dias, sofrendo com tamanha injustiça.
Eu também sofro, mas sigo firme! Viajando o Brasil carregando o manto que meu pai me deu, passando dias longe de casa, da minha esposa, das minhas filhas, sem poder orar e dar um beijo nelas antes de dormir, sofrendo ameaças de morte e, mesmo, sigo focado na missão. Pois acredito que é um projeto de Deus para o nosso país! Não reclamo do cansaço ou da ausência sentida pela minha família, apenas peço a Deus sabedoria, saúde, força e coragem para fazer a Sua vontade!
Tenho absoluta convicção de que todos nós temos o mesmo objetivo: o melhor para o Brasil e nos livrar da esquerda. É natural que, em determinados momentos, pessoas comprometidas com o mesmo propósito enxerguem caminhos diferentes para chegar ao melhor resultado. Isso acontece nas famílias, nas empresas e também na vida pública. Divergências de estratégia não significam divergências de princípios.
Estou cumprindo uma missão designada por Jair Messias Bolsonaro. Todas as minhas decisões sempre são tomadas com o respaldo dele. Sempre!
O Brasil precisa se livrar de Lula e do PT . Precisamos ter foco nisso!
Ontem (terça) liguei para a Senadora Damares Alves e pedi que organizasse uma reunião, na próxima quarta-feira, com lideranças femininas conservadoras para que eu pudesse aprender, ouvi-las e me ajudassem a construir o melhor plano de país para as mulheres de todo o Brasil.
Ainda ontem pela manhã, também escrevi à Damares: “Se vc achar que é o caso de convidar a Michelle tb, eu tô de coração aberto! Bjs!”
Hoje (quarta) pela manhã, eu mesmo fiz questão de ligar para Michelle e convidá-la, pessoalmente. Fiz mais um gesto não correspondido. Não atendeu. Deixei mensagem. Também não retornou.
Para minha surpresa, na tarde de hoje ela publicou o vídeo.
A reunião na próxima quarta-feira está mantida, para tratar justamente das soluções que proporemos para milhões de mulheres brasileiras que acordam cedo, trabalham, cuidam dos filhos e das famílias.
De coração aberto, fiz o convite à Michelle, justamente porque acredito que o diálogo, o respeito e a união sempre serão o melhor caminho.
O convite segue de pé e o coração segue aberto, pois temos um Brasil para tirar das mãos do PT.
O Brasil precisa de maturidade, serenidade e unidade. Vamos concentrar nossas energias naquilo que realmente importa: construir um futuro melhor para todos os brasileiros!
🚨 Brazilian Media’s Lazy Spin Exposed: No ‘Victory’ for Censorship Judge Moraes in U.S. Court
While outlets rushed identical headlines declaring a big win for Alexandre de Moraes, the truth is far simpler — and far less flattering. A Florida court’s routine procedural allowance for Brazil’s AG to defend him is NOT a ruling on the merits. It changes nothing about the core lawsuit from Rumble and Trump Media against foreign overreach and censorship.
Real journalism would have read the filing. Instead, we got copy-paste propaganda.
Full story here:
https://t.co/Ou7rVYwrIe
The fight for free speech doesn’t end at the border.
O advogado americano, Martin de Luca, explicou exatamente o que eu postei aqui ontem e expliquei na minha live também.
A matéria da Veja distorceu o que realmente aconteceu na decisão judicial americana.
O Brasil entrou como terceiro interessado, mas isso não significa que a AGU está defendendo Alexandre de Moraes pessoalmente, nem que o processo foi suspenso.
“Este artigo da Veja é impreciso. O tribunal dos EUA não autorizou a AGU a ‘defender Moraes’ pessoalmente. A ordem concedeu o pedido do Governo do Brasil para intervir no processo — ou seja, a AGU pode entrar no caso para apresentar seus próprios argumentos. A ordem não diz que a AGU representa Moraes, nem trata a intervenção do Brasil como se fosse o comparecimento pessoal de Moraes. A ordem do tribunal apenas diz que o pedido de intervenção do Brasil foi aceito, mas adiou a decisão sobre o pedido de arquivamento feito pelo Brasil.
O artigo também está errado ao afirmar que o juiz ‘reconheceu o Brasil como a verdadeira parte interessada’. A ordem do tribunal diz: ‘Porque o Brasil afirma que é a verdadeira parte interessada…’ — isso é uma afirmação do Brasil, não uma decisão do juiz. O juiz ainda não aceitou essa tese e determinou que o Rumble e a Trump Media respondam ao pedido de arquivamento do Brasil em até 14 dias.
Outro exagero é dizer que o tribunal ‘suspendeu o caso’. Não suspendeu. O juiz apenas revogou a determinação de revelia (default) e negou o pedido de revelia feito sem prejuízo — ou seja, os autores (Rumble e Trump Media) podem renovar esse pedido depois que o pedido de arquivamento for julgado.”
1. ALL VOTERS MUST SHOW PHOTO I.D. (IDENTIFICATION!).
2. ALL VOTERS MUST SHOW PROOF OF CITIZENSHIP.
3. NO MAIL-IN BALLOTS (EXCEPT FOR ILLNESS, DISABILITY, MILITARY, OR TRAVEL!).
4. NO MEN IN WOMEN’S SPORTS.
5. NO TRANSGENDER MUTILIZATION SURGERY ON OUR CHILDREN.
TODOS os jornais brasileiros MANIPULARAM a decisão da corte americana. Não há VITÓRIA ALGUMA.
A decisão APENAS autorizou o Governo do Brasil a intervir no processo. Em linguagem jurídica americana, isso significa que o Estado brasileiro poderá ingressar formalmente na ação para apresentar seus próprios argumentos, o que é uma medida processual muito comum quando um governo estrangeiro sustenta possuir interesse direto no resultado de uma causa.
OU SEJ, a decisão não afirma é que a AGU passou a representar Alexandre de Moraes como pessoa física ou que o Brasil substituiu o psicopata como parte processual. A distinção é técnica, mas é fundamental para evitar essas manipulações.
O tribunal autorizou a participação do Estado brasileiro. Não declarou que o Estado brasileiro é o próprio Alexandre de Moraes nem que Moraes compareceu ao processo por meio da AGU, cazzo.
🇧🇷 A Brazilian judge just sentenced two parents to prison for homeschooling their daughters.
Their crime, according to the court: "intellectual neglect" and not teaching state-approved "gender and sex education."
The girls are 15 and 11. They speak multiple languages and are both accomplished pianists.
An independent psychologist found zero signs of neglect. The prosecutor recommended acquittal.
The judge convicted them anyway. 50 days behind bars.
It's the first time in Brazilian history parents have been criminally prosecuted for homeschooling.
The mother's response: "I cannot conceive a more dictatorial state than the one that wants me in jail because I chose to exercise my right to direct the education and upbringing of my daughters."
Their case is now headed to appeal.
Source: ADF International / Writer: Michael
This article by @VEJA is inaccurate. The U.S. court did not authorize the AGU to “defend Moraes” personally. The order granted the Government of Brazil’s motion to intervene — meaning the AGU may enter the case to present its own arguments. The order does not say that the AGU represents Moraes, and it does not treat Brazil’s intervention as Moraes’s personal appearance. The court’s order says Brazil’s motion to intervene is granted, but it defers ruling on Brazil’s motion to dismiss.
This article is also inaccurate when it says the judge “recognized Brazil as the real party in interest.” The court order says “Because Brazil asserts that it is the real party in interest…” — that is Brazil’s assertion, not the court’s ruling. The judge has not yet accepted that theory and has ordered Rumble and Trump Media to respond to Brazil’s motion to dismiss within 14 days.
Another overstatement is that the court “suspended the case.” It did not suspend the case. It vacated the default directive and denied the clerk’s default motion without prejudice, meaning Plaintiffs may renew it later after the motion to dismiss is resolved.
Pesquisa estimulada divulgada pela CNN aponta um cenário favorável para Flávio Bolsonaro, que aparece com 50% das intenções de voto.
Os números indicam potencial competitivo e a possibilidade de vitória caso o desempenho seja mantido até o período eleitoral.
Para variar, militância de redação brasileira desinforma.
A Folha crava na manchete: "Justiça dos EUA NEGA julgamento à revelia de Moraes e autoriza AGU a defendê-lo." Lendo a decisão, e a própria matéria, nenhuma das duas coisas se sustenta.
1. "Nega" é falso. Foi um "denied without prejudice": indeferido SEM PREJUÍZO de renovação. Não é negativa de mérito, é adiamento. Tanto que o corpo da própria matéria, 3 parágrafos abaixo, admite que o pedido "só poderá ser reapresentado no futuro". A manchete contradiz o texto da repórter. "Nega" encerra; o que houve apenas posterga. Escolheram a palavra que soa como vitória de Moraes.
2. "Defender o ministro" é impreciso. A juíza não chancelou que a AGU representa Moraes. Admitiu o BRASIL no caso sob a tese de que o país seria o "real party in interest", afirmando que o réu real é o Estado, não a pessoa física. E essa tese sequer foi julgada: está pendente na Motion to Dismiss. Vendem como fato pacificado o que ainda é o objeto da disputa.
3. Por omissão, calam o argumento central dos autores: a AGU não representa Moraes, e a presença do governo não supre a obrigação PESSOAL do ministro de responder. Moraes foi citado, teve 21 dias, ficou em silêncio. Omitem isso porque a contradição é constrangedora. A União gastando dinheiro do contribuinte para blindar um ato que o regime jurava ser estritamente pessoal.
O que a corte de fato decidiu: admitiu o Brasil como interveniente, anulou a ordem de revelia, indeferiu a revelia sem prejuízo, e adiou o mérito para examinar PRIMEIRO a jurisdição. 14 dias para os autores responderem. Nada de fundo foi decidido.
Resumindo: a juíza aceitou AVALIAR a tese da AGU de que as decisões de Moraes estariam cobertas pelo manto da soberania da Justiça brasileira. É uma vitória processual da AGU, sim, mas pontual e reversível, e não o que a manchete vendeu.
De qualquer forma, nada ainda foi decidido. Como afirmei no comentário que fiz durante a semana (está no meu canal do YouTube), creio que a Justiça dos EUA tentará encontrar uma forma de não entrar em conflito com a Justiça brasileira. Mas só o fato de um ministro do Supremo estar sendo alvo de uma ação dessas, depois de decisões das Justiças italiana e espanhola reconhecendo a perseguição política no Brasil, já representa uma grande vergonha para o país.