Cadê vcs agora do "fique em casa, a economia a gente vê depois", vagabundos, canalhas, cafajestes, GENOCIDAS q nos chamavam de "negacionistas" por não sermos gado de tiranetes?
Tá aí, NA VOSSA FUÇA!
IVERMECTINA E HIDROXICLOROQUINA JÁ CONFIRMADAS COMO EFICAZES CONTRA COVID!
"Estudo da Oxford Tropical Medicine comprovou eficácia da hidroxicloroquina na prevenção da COVID-19 em pesquisa liderada por Nicholas White, o especialista em medicina tropical mais citado no mundo, índice H > 200, e assinado por mais de 80 cientistas"
https://t.co/SAw8Rw8kk2
Se o Flávio não ganhar não será porque "os Bolsonaros" quiseram mas porque CAFAJESTES DE MÁ ÍNDOLE E COM 2 CARAS como ele fizeram tudo pra isso acontecer.
Alguns levantam a tese de que o clã Bolsonaro sabe que vai perder, mas insiste nessa toada para manter o controle da direita, ainda que na oposição. Confesso que cada vez mais essa tese parece verdadeira. Mas isso é patriotismo?
https://t.co/pbxCMS70am
Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional.
Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma.
Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ.
A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte.
A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros.
Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro.
A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política.
Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill.
Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble.
No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer.
@Rconstantino Se o Flávio não ganhar não será porque "os Bolsonaros" quiseram mas porque CAFAJESTES DE MÁ ÍNDOLE E COM 2 CARAS como vc fizeram tudo pra isso acontecer.
Rodrigo Constantino é, ao mesmo tempo, a versão analfabeta de Reinaldo Azevedo e a versão alfabetizada de Mirian Leitão. Um sujeito que consegue ser os dois erros ao mesmo tempo. É, sem dúvida, um caso para a ciência, ou para um hospício bem equipado, porque certas criaturas, como certas guerras e certos casamentos, desafiam toda classificação possível. São simplesmente o que são. E o que são costuma ser engraçado de um jeito que faz você rir e depois sentir vergonha de ter rido.
@eufrancieliotto Vi vc hj na Timeline e não entendi pq ainda está solteira (algo raro hj). Vendo este e os outros vídeos seus entendi o pq. Teu olhar (lindos olhos Turquesa), tua postura e o modo de expressar intimidam. Pode ser só aparência, mas vc parece ser indomável... rsrsrsrsrs
Oi, @Rconstantino estou muito feliz por ter estado ao lado do @caporezzodm nessa missão de Washington.
Um dirigiu e o outro fez a segurança segundo você. Cada um faz o que pode para ajudar, diferente de você!
Flávio Bolsonaro desceu em Brasília vindo de uma viagem aos Estados Unidos que se coroou de êxito retumbante, e foi recebido por uma multidão que enchia o aeroporto como se a cidade, subitamente, tivesse recobrado o pulso e a memória. Vê-lo assim, cercado de fãs antigos, de admiradores recentes e de eleitores de última hora, é como assistir ao reaparecimento de uma chama antiga. Aquela mesma chama que, em 2017, envolvia o pai, Jair Messias, com o fervor quase religioso dos que ainda ousavam ter esperança num país entregue à mediocridade e ao cinismo.
Para os que duvidam dele, para os que torcem contra, com o esgar superior de quem espera sempre “outro candidato dos sonhos”, o recado é brutal e inequívoco: o bolsonarismo voltou. Nunca havia desaparecido, é certo; dormitava, ferido, mas vivo, nas entranhas do país. Agora, porém, reassumiu a forma que sempre aterrorizou o sistema: a da rua tomada, da motociata rugindo, da multidão que enche a Avenida Paulista, Copacabana ou o Eixo Monumental.
Dois fenômenos o reacendem: o encanto pessoal de Flávio, que seduz onde o pai por vezes intimidava, e a lenta e inexorável substituição do medo pela esperança.
Aos que ainda acalentavam a ilusão da terceira via, só resta o gosto amargo de engolir a própria presunção. Essa miragem só funciona, com efeito, na cabeça daqueles que perderam todo contato com a realidade brasileira. Uma realidade que não se deixa enganar por fórmulas de gabinete nem por candidatos fabricados em laboratórios de marketing de grandes canais do Youtube. O grito que ecoa agora é direto, áspero, inconfundível: Flávio Bolsonaro. E o sistema, que fingia tê-lo sepultado, sente novamente o chão tremer sob os pés.
O bolsonarismo voltou.
Durante uma live que falava sobre a reabertura do caso que envolve a morte do MC Kevin, surgiu essa conversa:
“Inclusive, o atentado agora que o filho do Bolsonaro vai sofrer, que foi articulado com Marcelinho e com a Deolane, Deolane articulou um atentado agora pro filho do Bolsonaro.
Então são situações que a gente, o mundo do funk, sabe tudo. A gente sabe o que tá acontecendo”.
É preciso ter muita calma nessa hora porque a gente tem trauma com a palavra atentado, mas por via das dúvidas, é urgente que o @FlavioBolsonaro triplique a segurança.