@geraldoburigo Acontece mesmo e mostra o nível de desconhecimento do investidor médio sobre os incentivos perversos do mercado.
Temos um longo caminho pra educar essa turma!
@geraldoburigo É aqui que separamos o joio do trigo, Geraldo. Muitos assessores migram pro fee-based e continuam a indicar os produtos da “esteira comercial” do escritório. Tá errado!
Fee-based não é fim, é meio. Pouco importa mudar a forma de remuneração se a forma de atendimento não mudar.
E pior: poucos assessores se propõem a fazer planejamento de verdade.
Preferem vender o produto da vez.
Esse é o maior problema do mercado brasileiro hoje.
Desde então, o padrão se repete:
• South Sea Bubble (1720)
• Bolha japonesa (anos 80)
• Bolha das .com (2001)
• ICOs de crypto (2017)
Diferentes ativos. Mesmo comportamento irracional.
A Mania das Tulipas foi a primeira bolha financeira registrada.
Pessoas trocavam mansões por vasos de flores.
Até que os preços despencaram da noite pro dia.
Famílias inteiras perderam tudo.
Obsessões do investidor brasileiro: stock picking, acompanhar o mercado, investir em gestores que ganham do IBOV/CDI.
O básico que ninguém quer fazer: planejamento financeiro, ter reserva de emergência bem dimensionada, investir por objetivos.
O mercado ainda tem muito a amadurecer.
Sempre é bom ouvir o Daniel Goldberg dizendo que o asset allocation deveria ser o principal tema de discussão do mercado, mas insistimos em perder tempo com anedotas sobre empresas, histórias de quem ganha ou perde dinheiro e discussões sobre a existência de alfa.
Modelo fiduciário = cliente paga pelo SERVIÇO, não por produto.
Investidores de alto patrimônio no Brasil são atendidos nesse modelo há décadas, assim como acontece para o cliente de varejo no exterior. Agora essa tendência começa a chegar ao investidor de varejo brasileiro.
A remuneração transparente permite o atendimento de qualidade. Planejamento financeiro, investimentos que fazem sentido na vida do cliente. NADA DE COE.
Atendimento de qualidade para o cliente e maior previsibilidade para o assessor.
Zattar, opinião sincera: é um vídeo sensacionalista. As alegações de pirâmide etc não tem embasamento na realidade. Mas o fato é que os problemas levantados no final do vídeo são reais: agressividade comercial dos assessores que vendem produtos que os clientes não precisam por pagarem altos fees.
A causa desses problemas é o modelo de negócios. Enquanto os assessores forem pagos por produtos, teremos conflito de interesses. Recomendo que pesquise sobre assessorias que trabalham no modelo fiduciário, como a Invés, empresa que sou sócio. A diferença no trato com o cliente é MUITO relevante. Felizmente, essa é a tendência que está começando a ganhar tração no mercado.
O problema é o modelo de negócios.
Você confiaria sua saúde a um médico que recebe pelos remédios que te vende, e não pela consulta?
Pois é, com dinheiro, a resposta deveria ser a mesma.
Felizmente, o investidor brasileiro hoje começa a ter acesso à assessoria de investimentos no modelo fiduciário, que retira os incentivos perversos do modelo por comissionamento, causa de todos os problemas citados no vídeo.
@danielrohr@PedroLulaMota Em português simples: historicamente, comprar ações no Brasil (leia-se IBOV) não compensou vs renda fixa. MAS se você soubesse escolher as ações certas (pequenas, mais baratas, mais lucrativas), aí sim historicamente compensou muito.
Porque é mais difícil. Exige:
1. Planejamento financeiro real
2. Transparência radical
3. Conhecimento técnico profundo
4. Educação financeira do cliente
5. Relacionamento de longo prazo
Mas quando você encontra, sua vida financeira muda para sempre. Se gostou, dá uma olhada na https://t.co/1exmfnlkn3
Enquanto vemos mais um escândalo no mercado financeiro brasileiro, uma pergunta simples:
Seu assessor ganha mais quando você ganha mais, ou quando ele te vende o produto que paga mais comissão?
A resposta deveria ser óbvia, mas no Brasil não é.
O modelo de negócios muda tudo:
No modelo tradicional (commission-based):
❌ Assessor ganha comissão dos produtos que vende
❌ Conflito de interesse ÓBVIO
❌ Cliente = fonte de receita
❌ Produto oferecido pelo assessor ≠ melhor para você
No modelo fiduciário (fee-based):
✅ Assessor ganha sob % do seu patrimônio (assim como é feito há décadas para os mais ricos e no exterior)
✅ Se você ganha, ele ganha
✅ Foca na prestação de SERVIÇO, não na venda de produto
✅ Cliente = parceiro
✅ Foco 100% no seu resultado
E por que isso ainda não é padrão no Brasil?