Quatro casos comprovam a força do lobby financeiro em nossos tribunais superiores. Quatro temas repetitivos encomendados pelos bancos com um único objetivo: tornar o roubo de aposentado juridicamente mais barato no Brasil.
O STJ vai julgar isso em breve. Deixa eu te contar o que está em jogo.
Tema 1435.
Uma senhora de 70 anos recebe BPC. Salário mínimo. O banco assina por ela sem ela saber e debita todo mês. Ela descobre, contrata advogado, enfrenta anos de processo, paga perícia grafotécnica.
E no final pode ouvir do tribunal: "você não provou o dano moral."
Provar como? Com laudo médico de depressão? Com nota fiscal de remédio que ela não pôde comprar? Com depoimento de vizinho que viu ela passar fome?
O STJ vai decidir se existe dano presumido nesse caso. A resposta óbvia cabe em uma linha. O fato de virar tema repetitivo já é uma vergonha.
Tema 1378.
O banco cobra 20% ao mês de aposentado.
A justificativa: "alto risco de inadimplência."
A realidade: esse mesmo banco exigiu portabilidade do benefício do INSS e débito automático na conta. Se paga antes do aposentado encostar o dedo no cartão.
Risco zero. Juro de agiota. O STJ vai dizer se isso é legal.
Se disser que sim, legaliza oficialmente a usura contra quem tem menos.
Tema 1414.
O aposentado pensa que pegou empréstimo. Na verdade recebeu um cartão consignado. O desconto mensal cobre só o mínimo da fatura. O saldo gira no rotativo. A dívida nunca cai.
Tem gente que tomou R$ 1.000 e já pagou R$ 30.000. O saldo continua lá, intacto. O TCU já determinou a suspensão imediata dessa fraude legalizada que endivida a população. O lobby reverteu.
O STJ vai definir as regras dessa operação. A pergunta é se vai enxergar a armadilha ou legitimar o mecanismo.
Tema 1396.
O banco te lesou. Cobrou juros abusivos ou falsificou a sua assinatura para gerar descontos indevidos. Você quer entrar na Justiça.
Mas antes, o STJ pode exigir que você prove que tentou resolver com o próprio banco que te lesou. É a mesma coisa que exigirem pedir que a vítima de uma violência peça antes para resolver com o agressor.
Mais um obstáculo. Mais uma porta fechada na cara de quem já é vítima.
Desestimula quem não tem advogado, não tem tempo, não tem dinheiro para esperar.
Que é exatamente a maioria das vítimas.
O padrão não é coincidência.
Abuso mais barato. Defesa mais difícil. Impunidade como modelo de negócio.
Enquanto isso, o lobby bancário opera dentro do tribunal e a imprensa mainstream não cobre.
Só existe um antídoto: barulho.
Compartilha. Marca a turma. Faz o país inteiro saber o que está prestes a ser chancelado em nome dos mais pobres do Brasil.
O silêncio é cumplicidade. É ano de eleição e quem não toca nesse assunto não está preocupado com um dos maiores problemas da nossa população/economia: o superendividamento das famílias e de quem mais consome - ou deveria consumir.
@jonesmanoel_pe@schmittpaula@camaradamachado@DaniCamp0@deccache@uczai@RicardoCappelli@zeca_dirceu@rodrigodasilva@ianfneves@AnarcoFino@anarcomiguxos@julianefurno@SofiaManzanoPCB@nathfinancas@H1SaiaDaMatrix@luide@YviCarneiro@moreira_uallace@jonesmanoel_PE@samiabomfim@Glauber_Braga@ICLNoticias@ICliberta@JornalismoWando@afranioboppre50@paulonbjr@mtst@assimdisseojoao@randolfeap@JacobinBrasil@chavosodausp@eliasjabbour@esuplicy@luboiteux@Omardeideais@elisamaximo@MidiaNINJA@paulogala@julianopsol@slpng_giants_pt@MarceloAdnet@Pr_AlexandreGon@GabrielaPrioli@Normose_@jeanwyllys_real@MarceloFreixo@jairmearrependi@cirogomes
Quatro casos comprovam a força do lobby financeiro em nossos tribunais superiores. Quatro temas repetitivos encomendados pelos bancos com um único objetivo: tornar o roubo de aposentado juridicamente mais barato no Brasil.
O STJ vai julgar isso em breve. Deixa eu te contar o que está em jogo.
Tema 1435.
Uma senhora de 70 anos recebe BPC. Salário mínimo. O banco assina por ela sem ela saber e debita todo mês. Ela descobre, contrata advogado, enfrenta anos de processo, paga perícia grafotécnica.
E no final pode ouvir do tribunal: "você não provou o dano moral."
Provar como? Com laudo médico de depressão? Com nota fiscal de remédio que ela não pôde comprar? Com depoimento de vizinho que viu ela passar fome?
O STJ vai decidir se existe dano presumido nesse caso. A resposta óbvia cabe em uma linha. O fato de virar tema repetitivo já é uma vergonha.
Tema 1378.
O banco cobra 20% ao mês de aposentado.
A justificativa: "alto risco de inadimplência."
A realidade: esse mesmo banco exigiu portabilidade do benefício do INSS e débito automático na conta. Se paga antes do aposentado encostar o dedo no cartão.
Risco zero. Juro de agiota. O STJ vai dizer se isso é legal.
Se disser que sim, legaliza oficialmente a usura contra quem tem menos.
Tema 1414.
O aposentado pensa que pegou empréstimo. Na verdade recebeu um cartão consignado. O desconto mensal cobre só o mínimo da fatura. O saldo gira no rotativo. A dívida nunca cai.
Tem gente que tomou R$ 1.000 e já pagou R$ 30.000. O saldo continua lá, intacto. O TCU já determinou a suspensão imediata dessa fraude legalizada que endivida a população. O lobby reverteu.
O STJ vai definir as regras dessa operação. A pergunta é se vai enxergar a armadilha ou legitimar o mecanismo.
Tema 1396.
O banco te lesou. Cobrou juros abusivos ou falsificou a sua assinatura para gerar descontos indevidos. Você quer entrar na Justiça.
Mas antes, o STJ pode exigir que você prove que tentou resolver com o próprio banco que te lesou. É a mesma coisa que exigirem pedir que a vítima de uma violência peça antes para resolver com o agressor.
Mais um obstáculo. Mais uma porta fechada na cara de quem já é vítima.
Desestimula quem não tem advogado, não tem tempo, não tem dinheiro para esperar.
Que é exatamente a maioria das vítimas.
O padrão não é coincidência.
Abuso mais barato. Defesa mais difícil. Impunidade como modelo de negócio.
Enquanto isso, o lobby bancário opera dentro do tribunal e a imprensa mainstream não cobre.
Só existe um antídoto: barulho.
Compartilha. Marca a turma. Faz o país inteiro saber o que está prestes a ser chancelado em nome dos mais pobres do Brasil.
O silêncio é cumplicidade. É ano de eleição e quem não toca nesse assunto não está preocupado com um dos maiores problemas da nossa população/economia: o superendividamento das famílias e de quem mais consome - ou deveria consumir.
@jonesmanoel_pe@schmittpaula@camaradamachado@DaniCamp0@deccache@uczai@RicardoCappelli@zeca_dirceu@rodrigodasilva@ianfneves@AnarcoFino@anarcomiguxos@julianefurno@SofiaManzanoPCB@nathfinancas@H1SaiaDaMatrix@luide@YviCarneiro@moreira_uallace@jonesmanoel_PE@samiabomfim@Glauber_Braga@ICLNoticias@ICliberta@JornalismoWando@afranioboppre50@paulonbjr@mtst@assimdisseojoao@randolfeap@JacobinBrasil@chavosodausp@eliasjabbour@esuplicy@luboiteux@Omardeideais@elisamaximo@MidiaNINJA@paulogala@julianopsol@slpng_giants_pt@MarceloAdnet@Pr_AlexandreGon@GabrielaPrioli@Normose_@jeanwyllys_real@MarceloFreixo@jairmearrependi@cirogomes
@just_ed02@updatecharts Plot: Ela dizia que era autista e que havia sido vendida pelos pais a um prostibulo, onde foi forçada a tomar hormônios e isso explicaria a aparência dela.
@EdsonAAlcantara Na minha opinião, trabalhar só a advocacia não sustenta uma campanha, além de que poderia ser um desperdício de outros potenciais eleitores que podem compor a base. Nesse sentido, eu focaria na proteção tanto do advogado quanto do cidadão contra os abusos dos bancos.