Jamais gaste seu tempo dando explicações sobre seus tweets. Seus amigos não precisam. Seus inimigos não acreditam. Os estúpidos não entendem. “Ailton Benedito”
Pra quem diz que as Fake News da esquerda não funcionam, o meu porteiro acabou de me perguntar se o "fi de Bolsonaro" quer o fim do PIX.
A equipe do Flávio Bolsonaro tem que melhorar essa comunicação!
Chega de posar de "moderado", ninguém quer um Aécio Neves com sobrenome Bolsonaro. Ir mais ao centro não significa ser molenga e ficar passivo contra o Lula. Fica a dica!
@kevincurry2025@Mau_Pera@mr_pitaco@rafaelgloves Seu emprego deve ser Bolt da campanha do Luladrão, um bosta com 30 seguidores querendo falar bem do governo NarcoPetista. Só pode, conseguiu seu minuto de atenção.
🚨 CAVALO DE PAU na condução do país.
O lado emocional e vingativo de muitos pede por mais 4 anos de PT pro país terminar de quebrar nas mãos deles.
Mas não dá mais bicho. Quebrar significa também entrada numa espiral de pobreza que somente mudará com Black Hawk levando ditador embora - como foi na Venezuela.
Precisamos urgentemente de conscientização. Flávio não é candidato perfeito. Candidato perfeito não existe.
Fechem o olho, torçam o nariz, façam cara de nojo, mas pensem nas famílias de vocês.
O movimento dos EUA já estava contratado há meses‼️
Christopher Garman (diretor de uma das maiores consultorias de risco político do mundo a Eurasia Group) diz que:
Os EUA já vinham preparando a recomposição tarifária, e o Brasil NÃO FEZ O DEVER DE CASA. As tarifas propostas pelo USTR passaram por consulta e podem valer já em julho. A Suprema Corte americana derrubou instrumentos que antes limitavam esse tipo de medida, e as investigações 301 abriram espaço para repor tarifas, mesmo assim, os EUA repuseram menos do que poderiam.
O governo brasileiro NÃO ofereceu concessões relevantes, NÃO avançou em acordos que Washington queria e deixou a inércia trabalhar contra si. Agora, às vésperas da eleição, o Planalto reage com surpresa e retórica antiamericana para a população interna⁉️
Lorival diz que encarregado do país é SEM NOÇÃO ‼️
Diz que Brasil interpretou de forma CONFUSA três pontos:
• a designação de terrorismo pelos EUA, que não foi dirigida ao governo, Trump acredita que todos querem combater o terrorismo;
• a atribuição equivocada de tarifas a Marco Rubio, que NÃO ATUA nessa área;
• e a política tarifária americana, que segue a doutrina industrial de Trump, reindustrialização, expansão exportadora e uso sistemático de tarifas.
A leitura política brasileira é ruidosa e não se preocupa com o que é de fato‼️
Afinal, quanto a mulher do ministro recebeu do banqueiro? O que mais ainda não sabemos?
Da coluna da @malugaspar:
"A primeira proposta de delação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, rejeitada pela Polícia Federal (PF) no último dia 20 de maio, trazia em um dos anexos uma informação nova sobre sua relação com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes: semanas antes de ele ser preso e o banco, liquidado, foi elaborado um novo contrato de uma empresa ligada ao banqueiro com o escritório de Viviane Barci de Moraes.
Segundo a versão apresentada, o documento previa o pagamento de R$ 50 milhões ao Barci de Moraes, mas não teria sido assinado. A informação foi confirmada à equipe da coluna por duas fontes que tiveram acesso ao material."
Quem diria.
No dia INTEIRO, das mídias tradicionais APENAS JORNAL NACIONAL falou a verdade sobre o motivo das tarifas. O resto ficou hypando “pix” de forma desonesta.
Eu avisei de manhã que as narrativas eram todas mentirosas, choro de comunista desesperado.
Assistam.
SENADO FEDERAL
Gabinete do Senador FLÁVIO BOLSONARO
OFÍCIO-EXT Nº 008/2026-GSFB
Brasília, 02 de junho de 2026.
Ao Excelentíssimo Senhor Marco Rubio
Secretário de Estado
Departamento de Estado dos Estados Unidos
Washington, D.C.
Prezado Secretário Rubio,
Escrevo, primeiramente, para agradecer pela cordialidade com que fui recebido durante minha recente visita a Washington. Nossa conversa reafirmou minha convicção de que a amizade entre nossas duas nações se sustenta em valores compartilhados e em uma visão comum para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental.
Sou especialmente grato por sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Essas duas facções estão entre os empreendimentos criminosos mais violentos do Brasil, e suas redes de drogas, armas e dinheiro alcançam muito além de nossas fronteiras, chegando também ao seu país. A esmagadora maioria do povo brasileiro celebrou essa medida, ainda que ela não tenha agradado ao nosso atual governo. Trata-se de um passo decisivo para proteger cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado.
Também escrevo, entretanto, com preocupação em relação à recente determinação da Seção 301 anunciada pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos. Embora eu compreenda que nenhuma tarifa tenha sido imposta até o momento, a determinação abre um processo de consulta pública e etapas técnicas que conduzem a um prazo legal em julho. Acredito que é meu dever compartilhar com o senhor as reais condições econômicas enfrentadas pelo povo brasileiro neste momento.
O Brasil atravessa uma grave deterioração fiscal e econômica. Nossa dívida bruta do governo geral ultrapassou 80% do PIB pela primeira vez desde a pandemia, alcançando R$ 10,4 trilhões em abril, e as projeções do mercado a colocam em um recorde de 83,7% até o fim do ano. As contas públicas continuam registrando déficit primário, enquanto os pagamentos de juros da dívida subiram a níveis recordes. O peso sobre as famílias comuns é ainda mais alarmante: um recorde de 81,7 milhões de brasileiros está inadimplente, quase metade da população adulta, com compromissos de dívida consumindo uma parcela sem precedentes da renda familiar.
Do lado empresarial, as recuperações judiciais, equivalente brasileiro ao Chapter 11, dispararam para o recorde histórico de 2.466 empresas em 2025, enquanto 8,7 milhões de contribuintes empresariais estavam inadimplentes no início de 2026. Cada um desses números representa um recorde histórico.
Diante desse cenário, a imposição de novas tarifas causaria sério prejuízo ao povo brasileiro, justamente os cidadãos que veem os Estados Unidos como parceiro e amigo. Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que fiz ao senhor pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil.
Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito Presidente do Brasil em outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o quanto antes, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações, construído com base no livre mercado, no respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos dois povos merecem.
Permaneço inteiramente à sua disposição e espero aprofundar a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos.
Que Deus abençoe a América, e que Deus abençoe o Brasil.
Respeitosamente,
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
Relatório da Seção 301 cita decisão de Dias Toffoli que anulou acordo de leniência da Odebrecht e fala em “conflitos de interesse”.
“O relatório também expressou preocupação quanto à anulação de todas as provas em um acordo de leniência com uma construtora brasileira, negociado pelo Ministério Público Federal como parte da Operação Lava Jato.
Essa decisão, proferida em setembro de 2023 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, tratava do maior esquema de corrupção transnacional da história e resultou na anulação de mais de uma centena de processos no Brasil.
Em 2024, as penalidades da Operação Lava Jato impostas a empresas que confessaram corrupção em larga escala foram suspensas e puderam ser renegociadas. A renegociação desses acordos de leniência tem sido criticada por avançar sem transparência e com graves conflitos de interesse.
Sobre essas renegociações, a Organização dos Estados Americanos (OEA) concluiu que as ações do Brasil “correm o risco de minar a confiança pública no uso desses acordos e podem contribuir para uma sensação de insegurança jurídica para as pessoas jurídicas”, além de questionar a equidade desses acordos.
Em 2025, a Transparency International classificou a anulação desses casos como a violação mais grave do Brasil à Convenção Anti-Suborno da OCDE.”