Perguntar não ofende; a quem interessa?
Pois está muito claro que no País do Sol, baterias para armazenar energia limpa e renovável, deveriam ser inclusive incentivadas, como já ocorre em outros Países…
@valoreconomico@JornalOGlobo@GloboNews@folha
Cigarro, no Brasil, paga menos imposto do que bateria | Enquanto tal distorção persistir, a sociedade seguirá exposta a riscos operacionais e custos desnecessários https://t.co/ppxkTYuCwE
Graças às baterias, muitas das objeções tradicionais à energia solar foram resolvidas.
Como @TimPawlenty explica a @hughhewitt, a energia solar e o armazenamento são uma "parte crescente, importante e cada vez mais confiável dessa equação".
Thanks to batteries, many of the traditional objections to solar have been solved.
As @TimPawlenty explains to @hughhewitt, solar and storage are a "growing, important, and increasingly reliable part of that equation."
“Entender e participar da construção da regulação também é cuidar da sustentabilidade do próprio negócio.” ⚡
No artigo “MMGD diante de uma nova prova de fogo”, Wladimir Janousek, secretário de Indústria e Comércio do INEL, alerta para mudanças regulatórias que podem reduzir a economia dos consumidores, alongar o retorno dos projetos e pressionar a rentabilidade das empresas da cadeia solar.
O setor precisa se preparar, revisar propostas comerciais e participar das decisões que definirão o futuro da geração distribuída.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/TQHpXO456z
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Negative electricity prices have become a common occurrence in many markets.
Their rising frequency highlights the need for greater system flexibility – including battery storage and demand response – to support reliable, efficient power systems 👉 https://t.co/KMI6mfYlAH
E-trucks are booming in China. That's helping the country cut emissions, strengthen energy security and dominate another green transition sector. https://t.co/63aRKInEUF
📷️: Gilles Sabrié/Bloomberg
🚗⚡ O Brasil chegou à marca de 1 milhão de veículos leves eletrificados. O número reúne carros 100% elétricos e diferentes tipos de híbridos e mostra como essa tecnologia vem ganhando espaço nas ruas.
Mas o que muda na prática? Em uma comparação com duas picapes da tabela do Inmetro, a elétrica consome cerca de 20,8 kWh para percorrer 100 km. A picape a diesel usa cerca de 10,5 litros na mesma distância.
Se a eletricidade custar R$ 1/kWh e o diesel, R$ 6/litro, isso representa aproximadamente R$ 21 contra R$ 63 por 100 km. São preços ilustrativos: o gasto real depende da tarifa, do combustível e das condições de uso.
A diferença também aparece no escapamento. Segundo a tabela do Inmetro, a picape elétrica registra zero emissão de CO₂ pelo escapamento, enquanto a versão a diesel usada no exemplo registra 22,6 kg a cada 100 km. A produção da eletricidade e a fabricação dos veículos também geram emissões e não entram nessa medida.
A eletromobilidade avança. Ampliar o acesso à recarga e à energia limpa ajuda a levar seus benefícios a mais pessoas.
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"Não faz sentido contratar capacidade cara por décadas enquanto energia limpa já disponível é desperdiçada." ⚡
No Estadão, Heber Galarce, presidente do INEL, cobra planejamento, transparência nos leilões e uma meta anual de redução dos cortes de energia renovável. Só em 2025, foram cerca de 35 TWh cortados, com perdas estimadas em R$ 6,5 bilhões.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/0rbYtW6WeV
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TotalEnergies CEO Patrick Pouyanne says that "high oil prices [are] accelerating electrification," adding: "We have seen a huge surge in EV sales," mentioning not just China, but also India, Latam and Europe.
"EV roll-out re-accelerating in various regions," $TTE says.
A Romênia integra "nativamente" o armazenamento ao implantação de novas usinas solares. O país beneficia-se assim do solar controlável, que fortalece sua segurança energética e reduz os custos de seu sistema elétrico.
🇷🇴 campeã da 🇪🇺 para o ☀️⚡️+🔋, 👍
La Roumanie intègre "nativement" le stockage au déploiement de nouvelles centrales solaires. Le pays bénéficie ainsi du solaire pilotable, qui renforce sa sécurité énergétique et réduit les coûts de son système électrique.
🇷🇴 championne d'🇪🇺 pour l'☀️⚡️+🔋, 👍
The dangers of the climate crisis are real.
But so is the hope & rise of clean energy:
The sun belongs to no one.
The wind cannot be embargoed.
Innovation can come from everywhere.
Renewables are now the cheapest source of new electricity in most of the world. And the most viable path to energy security, independence & sustainable growth.
🎥 ENERGIA EM FOCO #26 | O que movimentou o setor elétrico nesta semana?
A semana foi marcada por novas possibilidades para a micro e minigeração distribuída, investimentos bilionários em transmissão, movimentações envolvendo os data centers e discussões importantes sobre a operação e a regulação do setor elétrico.
Nesta edição, destacamos:
⚡ A aprovação, pela ANEEL, do Leilão de Transmissão previsto para 30 de outubro, com investimentos estimados em quase R$ 9 bilhões para a expansão da infraestrutura elétrica brasileira;
🔥 A definição, pelo Ministério de Minas e Energia, das cotas setoriais de gás natural e a realização do leilão da União prevista para 22 de outubro;
📑 A rejeição, pela ANEEL, das alterações contratuais propostas pela Eneva, trazendo novos desdobramentos para o acordo discutido no TCU, além da negativa de pedidos cautelares relacionados aos cortes de geração;
🏢 A movimentação dos data centers em busca de conexão diretamente nas redes das distribuidoras, enquanto a ANEEL avalia uma regra de transição para o acesso desses empreendimentos ao sistema de transmissão;
⚖️ A determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que o governo e a ANEEL apresentem uma análise detalhada dos possíveis impactos de uma eventual declaração de caducidade da concessão da Enel São Paulo;
☀️ A avaliação, pela ANEEL, de uma proposta que pode permitir a liquidação dos excedentes de micro e minigeração distribuída (MMGD) no mercado de curto prazo, criando uma nova possibilidade para o aproveitamento econômico da energia excedente;
🔎 A proposta do ONS de criação de um projeto-piloto para testar a atuação das distribuidoras como operadoras do sistema de distribuição, em meio às discussões sobre a modernização da operação diante do avanço dos recursos energéticos distribuídos.
📌 Os acontecimentos desta semana colocam em evidência a modernização da infraestrutura elétrica, a expansão de novas cargas e as transformações regulatórias que podem abrir novas possibilidades para a geração distribuída e para a operação do sistema.
▶️ Dê o play e acompanhe os principais destaques.
⚡ Escolhas feitas hoje no setor elétrico podem pesar na conta de luz por décadas.
Em artigo publicado nesta quinta-feira (24), Luciana Machado, diretora de comunicação do INEL, compara os resultados de dois leilões de energia: um registrou desconto de 53%; o outro, de 5,5%.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), problemas nas regras e nos preços de referência do leilão de reserva de capacidade podem gerar um prejuízo estimado entre R$ 138 bilhões e R$ 214 bilhões aos consumidores brasileiros.
O artigo chama atenção para uma pergunta que interessa a todos: como garantir segurança no fornecimento de energia sem impor custos excessivos à população?
📲 Leia o artigo completo na página 3: https://t.co/0bZdJQwf96
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John Kerry says China is driving a clean energy transition in the global markets, while the US has pulled out of the 'battlefield' https://t.co/8KYm7ZzxJE
“A primeira bateria de sódio-enxofre conectada à rede da Austrália entra em operação: O primeiro sistema de bateria de sódio-enxofre conectado à rede da Austrália iniciou operações em Queensland, ajudando a alimentar minerais críticos…”
Australia’s first grid-connected sodium-sulfur battery goes online: Australia’s first grid-connected sodium-sulfur battery system has commenced operations in Queensland, helping power a critical minerals… https://t.co/fZwzjEDuCQ #Photovoltaics#EnergyStorage#RenewableEnergy
☀️ Preço baixo ou qualidade comprometida?
A redução de custos impulsionou o crescimento da energia solar e ampliou o acesso à tecnologia. Mas preços cada vez menores nem sempre são resultado apenas de inovação, escala e eficiência.
Quando o consumidor não consegue distinguir equipamentos de boa e má qualidade, produtos diferentes podem parecer equivalentes. Nesse cenário, empresas que investem em desempenho, segurança, assistência e garantias enfrentam dificuldades para demonstrar o valor de suas entregas.
Para fortalecer uma concorrência saudável, o setor precisa avançar em rastreabilidade, ensaios independentes, propostas comerciais comparáveis, qualificação dos integradores e indicadores transparentes de desempenho e pós-venda.
O preço é importante, mas a qualidade precisa ser verificável. Caso contrário, o desconto de hoje pode se transformar no prejuízo de amanhã.
Leia o artigo na íntegra: https://t.co/Q7dUZPnfiF
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⚡ O ONS e a ANEEL estão discutindo novas formas de acompanhar e controlar os recursos conectados às redes de distribuição, como geração solar, baterias e veículos elétricos.
CPFL Paulista, Cemig, Copel, Energisa Mato Grosso e Neoenergia Elektro foram selecionadas para participar de um programa experimental. A proposta é permitir que as distribuidoras recebam informações, acompanhem esses recursos e coordenem sua atuação quando necessário para o sistema elétrico.
Esse novo poder, entretanto, exige atenção. É preciso definir quem poderá emitir comandos, em quais situações e como essas decisões serão fiscalizadas.
O INEL defende que qualquer modelo tenha regras claras, decisões auditáveis, supervisão independente e tratamento igualitário, evitando a concentração excessiva de poder em um único agente.
Em outros países, a gestão da rede já conta com o DSO — Operador do Sistema de Distribuição — uma entidade responsável pela operação e separada do DNO — Operador de Rede de Distribuição — que corresponde à distribuidora tradicional.
Também existe a figura do agregador, responsável pela interface entre o DSO, os consumidores e os proprietários de recursos como geração distribuída, baterias e veículos elétricos. Essa estrutura pode tornar a operação mais neutra, tanto no acesso à rede quanto na prestação de serviços ancilares.
Esses pontos precisam fazer parte do debate da Consulta Pública nº 33/2026 da ANEEL, aberta para contribuições até 9 de novembro de 2026.
Para o INEL, a modernização da rede deve ser acompanhada de transparência, independência e equilíbrio, garantindo um sistema elétrico mais justo e eficiente.
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