Com leis ruins e funcionários bons (juízes) ainda é possível governar. Mas com funcionários ruins as melhores leis não servem para nada.
- Otto von Bismarck
“É difícil imaginar uma maneira mais estúpida ou mais perigosa de tomar decisões do que colocar essas decisões nas mãos de pessoas que não pagam preço algum por estarem erradas.”
Thomas Sowell
(A visão dos ungidos, 1995)
Papinho de PRIMEIRO TURNO MEU VOTO É IDEOLÓGICO
Quer que o lula ganhe no primeiro turno
O meu voto sempre será pra IRRITAR A COMUNADA VERMELHADA DOS INFERNO
TÁ 70 REAIS UM QUILO DE CARNE PAI JÁ ACABOU A IDEOLOGIA FAZ MUITO TEMPO AGORA É GUERRA
Moraes proibiu a mim e aos meus irmãos de visitarmos nosso pai justamente no Dia dos Pais.
Tiraram a liberdade dele. Agora querem tirar até o direito de um pai abraçar seus filhos.
Isso tem dia e hora para acabar!
Suzane von Richthofen, condenada por assassinar os próprios pais, teve saída temporária no Dia dos Pais.
Jair Bolsonaro, que não matou ninguém, foi proibido de receber a visita dos próprios filhos.
Isso não é Justiça. É crueldade!
🇳🇴 Ivar Giaever. Nobel de Física.
➳ El cambio climático no es ciencia, es una religión basada en personas que hacen trampa en la ciencia a propósito.
➳ El CO2 tiene que ver muy poco con el calentamiento del planeta, y no es un contaminante y es fundamental para la vida vegetal.
➳ La solución correcta es la energía nuclear, estamos tirando nuestros impuestos por la ventana con las tecnologías "verdes".
🗣️ Extractos de la Conferencia "El extraño caso del calentamiento global" en Lindau Nobel Laureate Meetings. 2012
A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) registrou sua candidatura à reeleição declarando ao Tribunal Superior Eleitoral um patrimônio de R$ 15.975,73. Diante da repercussão, respondeu com uma frase que virou manchete na coluna de Mônica Bergamo, na Folha: é impossível enriquecer na política sendo honesta.
A frase é boa de palanque. O problema é que ela não sobrevive a uma calculadora.
Vamos aos números, que são públicos e estão no DivulgaCand do TSE. Um deputado federal recebe hoje subsídio bruto de R$ 46.366,19 por mês. Líquido, na casa dos R$ 33,8 mil. Desde que assumiu o mandato, em fevereiro de 2023, Érika Hilton acumulou aproximadamente R$ 1,6 milhão em salários brutos. Isso sem contar verbas indenizatórias, cota parlamentar e benefícios como o auxílio-moradia, que pode chegar a R$ 25,5 mil para quem se enquadra nos critérios da Câmara.
Para quem achava que o Rui não ia falar hoje dessa ação montada, desse teatro patético, estava enganado. Caraca! O Rui defendeu a liberdade de expressão e, o pior, ou o melhor, expôs a política de censura do governo Lula.
Esse corte vocês precisam ver. Ele expõe todos os nuances, todas as articulações por trás disso tudo. É um corte interessante, porque ele fala que a Janja não é nada para fazer esse tipo de intervenção. E o Lula não fazer nada diz mais sobre o Lula do que sobre ela.
Caraca, o cara arrebentou! O Rui arrebentou ao mostrar a hipocrisia do governo Lula em cercear as liberdades individuais, principalmente a liberdade de expressão.
Ele finaliza dizendo que esse negócio de comoção é só um pano de fundo. Ninguém está preocupado com a morte da adolescente, com os casos de pedofilia etc. Isso é só pano de fundo para implementar e ampliar as políticas de censura dentro do país.
Vejam esse corte. Vocês precisam ver.
China created a system that simulates the earth with billions of AI agents that has real personality, memory, beliefs and human-like desires.
it gives them a terrifying ability to predict the future.
they published a paper called "Modeling Earth-Scale Human-Like Societies with One Billion Agents."
they built "Light Society," a framework that efficiently models human-like societies powered by large language models.
traditional agent-based models were always limited by simple, predictable behaviors.
but this new earth-scale simulation framework uses a "mixture-of-models" engine to change everything.
by combining massive llms with smaller, highly efficient distilled surrogates, the researchers successfully simulated a society of over one billion autonomous agents.
they grounded these agents using real-world demographic data from the world values survey. these agents don't just act like generic bots..
they exhibit sophisticated social behaviors that mimic actual, diverse human populations.
they ran simulations on trust games and massive opinion diffusion, tracking how information spreads and how society evolves in real-time.
the simulation proved to have incredibly high fidelity in modeling diverse social phenomena, giving researchers a practical foundation for hypothesis testing.
think about what this means for predicting global elections, market crashes, or how a population will react to a crisis..
you don't need to poll people or guess anymore. you just run the simulation.
the infrastructure for agentic simulation is scaling faster than anyone realized. social sciences and predictive modeling will literally never be the same..
This is one of the most important moments ever aired on CNBC.
Billionaire investor Chamath Palihapitiya says the media lied to millions of Americans about President Trump, and that after going back to the original source material, he realized he had been completely misled about Trump’s character.
PALIHAPITIYA: “The reality is that most of us were lied to by the media about President Trump.”
“And if you just go back to the source material, you should take away two things.”
“One, he didn’t say half the things he said, and two, why did these other people just fabricate what they wanted to say so that they could essentially assassinate his character?”
“I think that that second thing is completely unacceptable in America, and there’s still been no repercussions, really.”
“I took the time to learn about it. I admitted where…you know, the way that I met him was, I admitted on the pod, which, you know, has millions of viewers.”
“And I said, I got it totally wrong because I went and I watched Charlottesville.”
“And, you know, the first person to call me? President Trump.”
“And I got to know him and I put the phone down, I called my wife, and I said, we got it TOTALLY, totally wrong. We were lied to.”
“And then I got to know him and he is fantastic!”
FOLLOW: @Trustintrump47 , THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING.
Los consumidores no producen inflación. Los productores no producen inflación. La inflación se produce únicamente por un exceso de gasto público y de creación de dinero por parte del gobierno, y por nada más.
Milton Friedman
🚨 SHOCKING REVELATION FROM A WHO-LISTED PAPER
A scientific paper indexed in the official WHO COVID-19 Research Database states it clearly:
“Covid-19 vaccination can induce multiple sclerosis via cross-reactive CD4+ T cells recognizing SARS-CoV-2 spike protein and myelin peptides.
”Dr. John Campbell breaks it down in this clip: The spike protein your body produces after the shot is so similar to the myelin sheath that protects your nerves… that your own helper T-cells (CD4+) can get confused and start attacking your nervous system instead.
Molecular mimicry in action.
Your immune system turns against you.
Multiple sclerosis triggered by the very injection they called “safe and effective.” They documented the mechanism.
They published it.
And they still pushed the shots on the entire population.
Watch the full explanation. The drawings make it impossible to ignore. What else are they not telling us?
FAUCI E A CIÊNCIA DE MOVER AS TRAVES DEPOIS DO CHUTE
A cena aconteceu em março de 2025, durante o Festival do Livro de Nova Orleans. Anthony Fauci estava diante de uma plateia simpática, entrevistado por Walter Isaacson, quando declarou com a segurança de quem anuncia uma verdade encerrada:
“Máscaras funcionaram.”
A plateia aplaudiu.
E talvez o detalhe mais revelador não esteja apenas na frase, mas nos aplausos. A eficácia de uma intervenção sanitária é uma questão científica. Depende do tipo de equipamento, do ambiente, do agente infeccioso, da forma de transmissão, do ajuste, da adesão e do resultado que se pretende medir.
Não é uma profissão de fé.
Não deveria ser uma senha moral para separar iluminados de hereges.
Mas ninguém aplaude uma equação. Ninguém ovaciona um intervalo de confiança. O aplauso surge quando uma conclusão científica já foi transformada em identidade política.
Isaacson, então, faz aquilo que deveria ser normal em qualquer conversa científica: questiona.
As máscaras realmente funcionaram? As evidências sustentam uma afirmação tão ampla?
É nesse instante que a frase começa a encolher.
Fauci já não fala simplesmente em “máscaras”. Passa a falar em uma máscara adequada, especificamente uma N95 ou uma KN95.
Parece uma pequena correção, mas é uma mudança completa do objeto discutido.
Durante a pandemia, milhões de pessoas não receberam respiradores devidamente ajustados. Usaram máscaras de pano, máscaras cirúrgicas folgadas, máscaras improvisadas e qualquer pedaço de tecido que satisfizesse a exigência burocrática de entrar num supermercado, trabalhar, estudar ou subir num avião.
Governos não exigiram que cada cidadão participasse de um programa profissional de proteção respiratória.
Mandaram colocar “uma máscara”.
Mas, quando a eficácia dessa política é questionada, Fauci abandona silenciosamente a categoria ampla que foi recomendada à população e se refugia no equipamento tecnicamente mais defensável.
O truque está feito.
As propriedades de um respirador N95 passam a ser utilizadas retrospectivamente para absolver políticas baseadas em máscaras de pano e cirúrgicas.
É como vender guarda-chuvas de papel para milhões de pessoas e, anos depois, defender a campanha demonstrando que uma barraca impermeável funciona.
Mas Fauci não para por aí.
Depois de trocar a máscara comum pelo respirador, ele acrescenta uma nova condição: a N95 ou KN95 precisa estar corretamente ajustada, com vedação adequada, e ser usada o tempo todo.
A frase original era “máscaras funcionaram”.
Agora a frase real já se tornou: “respiradores específicos podem funcionar quando corretamente ajustados, mantidos com boa vedação e utilizados de maneira consistente durante toda a exposição”.
Isso é outra afirmação.
Muito mais estreita.
Muito mais condicional.
E infinitamente menos útil para justificar a maneira como os mandatos foram apresentados à população.
Então surge a última exigência: não se pode retirar a máscara para comer.
Se alguém tira o equipamento num restaurante, num aeroporto, num hospital ou durante uma jornada de trabalho e acaba infectado, isso não provaria que a máscara falhou. Provaria apenas que a pessoa não a utilizou perfeitamente.
Nesse ponto, Fauci já enumerou quase todas as limitações práticas da política enquanto continua repetindo que a política funcionou.
A máscara funciona, desde que não seja a máscara que a maioria utilizou.
Funciona, desde que seja um respirador específico.
Funciona, desde que esteja perfeitamente ajustado.
Funciona, desde que a vedação permaneça intacta.
Funciona, desde que seja utilizado de maneira contínua.
Funciona, desde que o cidadão não o retire para comer, beber ou respirar livremente durante horas.
Em resumo, funciona desde que o ser humano deixe de se comportar como ser humano.
Essa é a confusão deliberada entre duas coisas completamente diferentes: funcionamento técnico em condições ideais e efetividade no mundo real.
Um filtro pode apresentar excelente desempenho em laboratório. Um respirador bem ajustado pode reduzir a exposição do usuário. Nada disso prova automaticamente que uma política pública baseada em milhões de pessoas usando equipamentos diferentes, de maneiras diferentes e durante períodos diferentes produziu o resultado prometido.
Uma política destinada a seres humanos precisa ser avaliada com seres humanos.
Não com criaturas imaginárias que jamais sentem fome, sede, desconforto, fadiga, coceira, calor ou necessidade de retirar o equipamento.
Se uma intervenção só funciona quando executada perfeitamente por toda a população, durante todo o tempo, sua fragilidade prática não é culpa da população. É parte da própria intervenção.
Antes que apareça a patrulha das simplificações, o ponto não é afirmar que nenhum respirador reduz exposição em nenhuma circunstância.
O ponto é muito mais grave.
Não se pode começar defendendo a frase universal “máscaras funcionaram” e, quando questionado, reduzir essa frase a “respiradores adequados podem funcionar em condições rigorosas”, como se as duas afirmações fossem equivalentes.
Não são.
Uma fala de boa-fé científica teria reconhecido as diferenças entre máscaras de pano, máscaras cirúrgicas e respiradores. Teria separado proteção individual de controle de fonte. Teria distinguido desempenho de laboratório de efetividade comunitária. Teria discutido adesão, ajuste, ambiente, duração da exposição e incerteza.
Também teria admitido que recomendações generalizadas podem ter sido apresentadas ao público com uma certeza maior do que as evidências permitiam.
Mas admitir isso significaria reconhecer que a frase original era ampla demais.
E Fauci não parece interessado em corrigir a frase. Está interessado em preservá-la.
Ele quer manter o slogan, mesmo que precise substituir discretamente todas as condições que davam significado ao slogan.
Isso não é esclarecimento científico.
É lavagem semântica.
Começa-se numa posição ampla, emocionalmente poderosa e politicamente conveniente. Quando ela é atacada, recua-se para uma posição estreita e tecnicamente defensável. Depois, utiliza-se a defesa da posição estreita como se ela tivesse provado a afirmação original.
As máscaras recomendadas eram de todos os tipos.
As máscaras que “funcionaram”, depois do interrogatório, tornaram-se N95 ou KN95.
O uso exigido era entrar mascarado.
O uso que “funcionou” tornou-se vedação adequada e permanência contínua.
A promessa era proteção no mundo real.
A defesa final tornou-se eficácia sob condições ideais.
E a plateia aplaude porque não está avaliando a coerência do raciocínio. Está celebrando a sobrevivência de uma narrativa à qual entregou identidade, obediência e superioridade moral.
O aplauso não prova que Fauci está certo.
Prova apenas que, para aquela plateia, ele ainda representa o lado que precisa continuar certo.
A ciência verdadeira não exige aplausos. Exige definições precisas, condições declaradas, resultados mensuráveis e disposição para reconhecer quando uma conclusão foi maior do que os dados.
Quando uma afirmação só consegue sobreviver trocando o objeto, as condições e o critério de sucesso, ela não foi defendida.
Foi substituída.
Mas a plateia não percebe.
Desliga o cérebro, preserva o dogma e bate palmas.
Porque, quando a ciência vira religião política, o especialista deixa de ser questionado como cientista e passa a ser venerado como sacerdote.
E foi exatamente isso que aquela salva de aplausos revelou.
O CARA NÃO TEM PAZ!!!
++Bolsonaro pede a Moraes autorização para técnico reparar internet em casa*
_Segundo os advogados, a conexão de internet apresenta problemas que não podem ser resolvidos remotamente, tornando necessária a visita do profissional.++