Chloe Clem tenía solo dos años cuando su rostro escéptico y desconfiado quedó inmortalizado para siempre.
Su famosa mirada de reojo dio origen a "Side-Eyeing Chloe", uno de los memes de reacción más universales, icónicos y utilizados en la historia de Internet.
El impacto del meme fue tan masivo que llevó a la familia a viajar por el mundo (fueron recibidos como celebridades en Brasil), asistieron a alfombras rojas de Disney y su imagen oficial se incluyó en juegos de mesa.
En 2021, la familia capitalizó el fenómeno digital al vender la propiedad digital del meme original como un NFT por aproximadamente 74,000 dólares, dinero que se destinó a los fondos universitarios de las hermanas.
A pesar de los beneficios, su madre ha confesado sentir culpa con los años, admitiendo que lidiar con personas obsesionadas que se le acercaban a una niña de dos años en la calle fue una experiencia vertiginosa y abrumadora.
Hoy en día, Chloe es una adolescente que comparte su vida cotidiana a través de su cuenta de Instagram chloeclem, la cual cuenta con más de 680,000 seguidores.
Aunque ya no se parece a esa pequeña de dientes separados, abraza con orgullo su pasado cibernético bajo el título autoproclamado de "The original side eye Queen" (La reina original de la mirada de reojo).
Ella misma ha declarado que ver su meme se siente simplemente como ver fotos familiares viejas que todo el mundo puede disfrutar.
A FIESP lambendo as bolas do Trump e atacando o governo brasileiro por pura politicagem é uma evidência clara de como o buraco da questão industrial é bem mais embaixo.
Tem uma galera, abrangendo do cirismo à esquerda antipetista, que vive vendendo uma narrativa de que o Lula é o grande responsável pela desindustrialização no Brasil. É óbvio que é uma mistificação tosca. A desindustrialização é, acima de tudo, um problema decorrente da divisão do trabalho e da hegemonia neoliberal consolidada desde os anos 90. Não é um fenômeno específico do Brasil.
Ao longo dos seus mandatos, o Lula criou uma série de medidas de incentivo à indústria. Teve aumento exponencial dos créditos via BNDES, teve o PITCE no primeiro mandato, teve o PAC no segundo mandato, teve a Política de Desenvolvimento Produtivo, teve a Política de Conteúdo Nacional, teve apoio ao Finep, teve centenas de bilhões de reais em desonerações e subsídios.
Teve criação da CEITEC, a primeira fábrica de chips da América Latina. Teve a restauração da indústria naval. Teve restauração dos investimentos em energia nuclear. Fabricação de reator, de submarino. No governo Lula, indústria naval brasileira ressuscitou, virou a quinta maior do mundo, ultrapassou EUA.
Aí o que a FIESP e as grandes associações industriais fizeram? Aproveitaram os estímulos e oportunidades pra se reposicionar, ganhar competitividade, procurar novos mercados?
Não. Inflaram patos de borracha e chamaram o povo pra pedir um golpe de Estado nas ruas. E apoiaram a Lava Jato que nada mais foi que uma operação criada para destruir todos os avanços da indústria brasileira e sequestrar todos os mercados internacionais que nós conquistamos.
Os industriais apoiaram Bolsonaro e passaram quatro anos se f0dendo de verde e amarelo. Agora o Lula volta, cria o Nova Indústria Brasil, cria o Novo PAC. E tá aí a FIESP de novo jogando contra os próprios interesses da indústria nacional por politicagem.
É muito difícil ajudar quem não quer ser ajudado.
Em 1898, os EUA tomaram o Hawaii na tora. Primeiro cobiçaram, depois inventaram mentiras para anexar o território dos havaianas. Estão neste mesmo processo com a Venezuela e fazem com países que tenham riquezas.
Uma família que pediu a uma potência estrangeira para taxar o Brasil não ama este país. Ama o próprio poder.
O tarifaço castiga o trabalhador brasileiro para blindar quem tentou dar um golpe. Chamam de patriotismo, mas é traição.
O povo já enxergou. Pela Quaest, 51% apontam que Flávio Bolsonaro pediu as tarifas contra o próprio país.
Un médico japones explica ejercicios simples y efectivos que podrían ayudarte a aliviar el dolor de la parte baja de la espalda y ciática en segundos.
Pruébalas con calma y su el dolor aumenta o persiste, no descuides la visita al médico.😊😀
GENTE COMO ASSIM?😳 Eu morria e não sabia que essa latinha de vick era tão poderosa assim! Ela sempre ficou jogada por aqui e eu não sabia desses milagres que ela tem. Você já sabia disso também?
Quando alguém criticar o MST lembra que alemães e italianos chegaram ao Brasil pobres e famintos e ganharam terras públicas e condições para trabalhar no campo.
VIVA O MST
“Que não haja confusão”, avisa Rubio: é tudo sobre o Lula. Só que repara no que a tarifa mira. O Pix, decisões dos tribunais brasileiros, a fiscalização ambiental. Nada disso é do Lula, nada disso muda com eleição. São escolhas do Brasil como Estado.
E se fosse cruzada ideológica, a Venezuela de hoje explicaria o quê? O governo de lá não é de direita e Washington convive com ele numa boa. Porque é submisso. O critério não é o espectro, é obediência.
Governo passa, o Brasil fica. E é o tamanho do Brasil, maior economia da região, protagonismo no BRICS, dono do Pix, que explica a punição. Não apesar da relevância. Por causa dela.
Analisei tudo no vídeo de ontem 👇
This post is Big Pharma's worst nightmare.
Here are 10 natural remedies that work better than their prescription counterparts (and cost almost $0):
1. Dandelion root
Here's the Holotropic Breathwork basics from Stan Grof:
Lie down comfortably, eyes closed. Breathe faster + deeper than normal in a smooth circular pattern—no pauses between inhale and exhale. Let evocative music play and guide you. Sessions often run 2-3 hours. Trust what arises.
Best done with a certified facilitator + sitter in a safe space. It can get intense (emotional releases, visions). Not medical advice—check your health first and start guided. Grof really did hand us the keys.
Powerful tool when done right.
A FIFA determinou que não serão permitidas bandeiras e cartazes com alusão às Ilhas Malvinas no estádio hoje, na partida entre Argentina e Inglaterra, pela semifinal da Copa do Mundo.
Por mais que a guerra entre os países pelas Malvinas tenha acabado há mais de 40 anos, a tensão continua.
Mas afinal, o que são e onde ficam as Malvinas? E que argumentos usam Argentina e Inglaterra para dizer que têm direito sobre elas?
Malvinas, para os argentinos, ou Falklands, para os britânicos, formam um arquipélago a cerca de 500 km da costa da Patagônia, no Oceano Atlântico. Não havia habitantes até a chegada britânica, em 1690, mas só décadas depois foram criados assentamentos - primeiro, pelos franceses, depois, pelos britânicos. Pela proximidade ao seu território na América continental, porém, os espanhóis acreditaram que tinham direito às ilhas, a França aceitou e cedeu sua estrutura na ilha à Espanha.
Tanto britânicos, quanto espanhóis mantiveram assentamentos no arquipélago. Em 1770, a Espanha atacou e tomou o assentamento britânico, mas a coroa do Reino Unido ameaçou iniciar uma guerra. Os espanhóis, então, devolveram o local.
No início do século XIX, as duas potências europeias abandonaram o arquipélago, que passou a ser visitado apenas por navios de pesca. Após a independência da Argentina, o governo considerou que herdou o direito sobre o local, e deu permissão a colonos para iniciarem assentamentos em 1826.
Mas sete anos depois, em 1833, os britânicos voltaram à ilha, reafirmaram seu direito sobre ela e expulsaram os argentinos. Desde então, há presença colonial constante britânica no arquipélago.
Durante toda a história argentina, as Malvinas foram uma questão importante. Vários políticos tentaram acordos para retomá-las, e Juan Domingo Perón tentou até levar o caso à ONU. A invasão que deu início à guerra, em 1982, foi uma medida desesperada de uma ditadura militar que tentava sua última cartada para recuperar popularidade, e a derrota humilhante tornou o imaginário do arquipélago no nacionalismo argentino ainda mais forte.
Os principais argumentos britânicos são o pioneirismo em chegar às ilhas e o direito de autodeterminação do povo local, que escolhe em maioria esmagadora permanecer na situação atual em referendos. Os principais argumentos argentinos são a proximidade de seu território, com a herança do direito espanhol, e o início de povoamento no século XIX após o abandono inglês.
A vingança, com o gol de mão de Maradona na Copa de 1986, foi especial porque os jogadores eram da geração dos soldados que estiveram na guerra. Alguns poderiam ter seus nomes chamados ou até perderam amigos. Era uma memória viva e muito forte em todo o país.
Os países já se enfrentaram duas outras vezes em Copas do Mundo, em 1998 e 2002, sem o mesmo impacto. Mas agora é semifinal, um jogo de enorme tamanho e carga dramática, e as Malvinas certamente serão lembradas pelos atletas.