“Não custa nada proibir” teria graça se não fosse triste.
O nepobaby Francisco César foi meu colega na faculdade. Já na altura era politiqueiro, e mau aluno. Burro que nem uma porta.
Um país que vota nos partidos que metem esta gente na AR não se pode surpreender com seu destino.
A esquerda radical tem vindo a defender (há uns anos até se zangavam com o mínimo contraditório) que não há cultura portuguesa. Não posso concordar, pois ela existe ainda que seja um processo vivo de reinvenção que une os portugueses, aqui e na diáspora numa comunidade de memória e criação partilhada.
Pela memória das vítimas dos sismos na Venezuela, em particular pelos portugueses e lusodescendentes, decretamos Dia de Luto Nacional no próximo domingo, 5 de julho.
Agradeço as palavras que acabaram de me ser transmitidas pela presidente @delcyrodriguezv de reconhecimento pela ação de Portugal e as condolências do povo venezuelano as famílias das vítimas portuguesas.
Acompanhamos de forma muito próxima as nossas equipas, e todos os trabalhos no terreno, em contacto permanente com as autoridades venezuelanas.
Começa a ser possível ao Partido Republicano a manutenção da maioria nas câmaras. Em várias primárias democratas estão simplesmente a escolher anti-americanos, comunistas e apoiantes do Hamas. Isto pode ser uma bóia de salvação para a campanha republicana
Isto nada teve a ver com resposta à procura de mão de obra no país, juntamente com a nossa forte emigração jovem, foi uma tentativa criminosa de substituição da população portuguesa.
Tem paciência Francisco. Estás a falar dos inseridos no mercado de trabalho ( e gostava de saber a tua fonte) e os que não estão inseridos ou estão no limbo ? São todos doutorados?
Já agora uma licenciatura em Dhaka tem o mesmo grau de exigência que em Lisboa ou Berlim ? Digo-te já que não tem e tu sabes.
Puxas pela carta do racismo quando te dá jeito e ignoras a realidade, depois ficas muito amofinado quando te chamam xenófobo com os israelitas e racista com os judeus.
Podes continuar a enterrar a cabeça na areia, eu preferiria ter os jovens portugueses qualificados em Portugal e não esta imigração descontrolada e de matriz cultural muito diferente da nossa.
Além dos mais de 1700 efetivos enviados para as operações de busca e salvamento na Venezuela, os EUA anunciaram o aumento da ajuda humanitária, passando de $150 milhões para $300 milhões.
A culpa não foi de José Sócrates
A maioria de nós culpa José Sócrates por deixar Portugal financeiramente impreparado para aguentar a crise financeira de 2008 que resultou no resgate da Troika, no corte de salários e pensões, e na degradação dos serviços públicos. É verdade que Sócrates foi um governante incompetente e fomentador da corrupção, mas a ruína de Portugal não foi uma obra sua. O verdadeiro arquiteto da ruína da economia portuguesa foi Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal. Segue uma breve descrição dos três erros de Constâncio que atirarm o país para a miséria.
Primeiro erro
Com a introdução da moeda única, ficou claro que países com o mesmo nível de endividamento teriam taxas de juro iguais se partilhassem a mesma moeda. Constâncio não entendeu este fenómeno e estava convencido que Portugal teria sempre taxas de juro soberanas iguais às alemãs, independentemente do nível de endividamento do país. Com esta ideia peregrina, incentivou o governo de José Sócrates a emitir dívida muito para lá das possibilidades da economia. Quando rebentou a crise já as taxas de juro da dívida portuguesa estavam a divergir das alemãs a um rítmo acelerado.
Segundo erro
Durante o mandato, Vítor Constâncio vendeu 37% das reservas de ouro do Banco de Portugal ao preço de chuva. O mercado do ouro estava deprimido e o ouro foi venido a preços de saldo. Para que serviram essas vendas? Ninguém sabe.
Sabemos que as 7 mil onças de ouro vendidas por Constâncio teriam atenuado a violência da crise que Portugal sofreu depois de 2008. Sabemos também que hoje esse ouro teria um valor apróximado de 30 mil milhões de euros. Trinta seguidos de 9 zeros.
Terceiro erro
Os bancons centrais tem sempre duas responsabilidades paralelas: emitir moeda na quantidade certa, e supervisionar a banca. A introdução da moeda única retirou ao Banco de Portugal uma dessas duas responsabilidades. Para ser bem sucedido, Constâncio já não era obrigado a gerir com precisão a quantidade de moeda na economia, tinha apenas que ser bom supervisor do setor bancário.
Ainda nos primeiros anos deste século, já era aparente a forma demasiado arriscada como Ricardo Salgado geria o universo BES. Em cima disso o BES viu-se envolvido em negócios bizarros de OPAs em sectores políticamente sensíveis, para além de uma promiscuidade pública entre quadros do BES e o governo. O Banco de Portugal ingorou estas atividades e nada fez enquanto supervisor.
Mas houve mais. Limito-me a recordar o episódio recambulesco de Armando Vara que saltou da Administração da CGD para o BCP (Millenium). Armando Vara acabou preso e o Banco de Portugal nunca foi chamado a explicar mais esta falha de supervisão.
Uma dívida da História
A História esqueceu a importância que Vítor Constâncio teve para Portugal. Estudar a atuação deste vilão incompetente pode ajudar-nos a evitar erros semelhantes no futuro. Acima de tudo, o nosso péssimo hábito de evitar a responsabilização de quem nos governa é parte do nosso problema. Constâncio sai impune na sua carreira, mas não deve ser amnistiado pela História.
🎙️ SE SABE, mostre por favor onde estão essas casas. É uma acusação demasiado séria e por isso tem obrigação de partilhar factos e exemplos. Onde estão essas casas?
Um exemplo do que a Iniciativa Liberal quer resolver: não faz sentido que o Estado vá buscar ainda mais impostos a quem tenta poupar um pouco do dinheiro que ganhou e que já pagou impostos para ser ganho.
Estão a legalizar ilegais. Um processo para 500 mil. Com o incentivo de ganhar um visto da UE apareceram 1 milhão de pedidos. Sanchez a dar tudo para "salvar a segurança social" espanhola.