Brooke Goldstein sat on a CNN panel and did the one thing that table almost never allows. She spoke as someone who actually went.
Two years in and out of Jenin, Ramallah, Tulkarem, and Nablus. Interviews with Hamas, Islamic Jihad, and the Al-Aqsa Martyrs Brigades, not through a press release and not through a translator who works for the story. They told her to her face that they want war. That is not a talking point she invented in a green room. That is what they said.
The rest of the table looked the way people look when the script gets interrupted. They have never been in Samaria or Judea. They have never watched the propaganda machine operate on the ground and then come home to hear it repeated as news. They sit on a sofa in a studio and decide what Israel is allowed to do, while the people who have been there keep getting treated as the problem for noticing that this is an ideology that teaches children to love death and then parks those children in front of the launcher.
She said the quiet part without raising her voice. It is not only Hamas. It is what the schools print. It is what the commanders admit. It is why there can be food in the Strip and still be starvation, because Hamas treats the warehouse the same way it treats the tent.
CNN will air the clip, then go back to calling itself journalism, and still act wounded the next time someone says the network is selling a product instead of a report.
@GoldsteinBrooke already did the work they refuse to do. They just did not like hearing it at their own table.
"I don't trust science."
Sent from a device that runs on quantum mechanics, via satellites that correct for relativity, after a day of not dying of smallpox.
Tony Blair sobre Gaza, hoy
durante un briefing del Board of Peace en Nueva York:
"Se habla de una Palestina libre, pero para los palestinos que viven en Gaza, no necesitan un eslogan; necesitan una solución.
Para ser libre, Gaza debe vivir en paz con sus vecinos y consigo misma.
Y esto no puede suceder si está gobernada por aquellos que usan Gaza como base para una guerra contra un vecino al que no tiene ninguna posibilidad de derrotar."
Essa imagem não é qualquer uma: ficou gravada na psiquê do brasileiro, é usada como símbolo, e eu acho que é porque é o resumo de uma era. Para o público, ela encapsula num mesmo arquivo .jpg todos os elementos da nossa tragédia:
1) Informação falsa sendo publicada por um veículo da imprensa tradicional, que se coloca na posição de fonte superior de informação, ao mesmo tempo que as redes sociais é que foram fonte de informação melhor nesse caso;
2) O vício específico pelo qual a imprensa incorreu em informação falsa: ouvindo apenas a versão das autoridades poderosas envolvidas. Grande parte do que era jornalismo se tornou caixa de ressonância e ferramenta de propaganda dos poderosos, e o público sabe disso.
3) Na outra ponta, o cidadão comum, com o qual o público se identifica mais facilmente, tratado como vilão. Seus atos aumentados mil vezes em sua gravidade, enquanto os atos desabonadores dos poderosos são apagados e eles são tratados como meras vítimas do cidadão bestializado. O público vê isso a todo momento:
• críticas dos cidadãos aos poderosos sendo rotuladas de "ataques";
• cidadãos desarmados em protestos sendo chamados de "terroristas";
• "ameaças" vazias de cidadãos sem poder no teclado do celular sendo tratadas como grave risco à República, enquanto ameaças verdadeiras, críveis e potencialmente criminosas dos poderosos, que realmente cerceiam a oposição democrática (como ministros ameaçando movimentar processos criminais contra senadores que votarem pelo impeachment), são naturalizadas; isso quando não é o próprio jornalista que veicula as ameaças a pretexto de estar fazendo jornalismo;
4) abusos processuais na persecução dos cidadãos antagônicos aos poderosos, com uma família qualquer, sem foro privilegiado, sendo mandada para ser investigada no STF, por um colega da autoridade que é a suposta vítima, e tomando medidas gravosas como operações de busca e apreensão para pesca probatória;
5) mesmo dentro do universo das autoridades públicas, perseguição contra as que fazem oposição: na PF, o presidente da associação dos peritos criminais foi alvo de processo disciplinar, pelo fato da associação ter soltado nota criticando a forma como foram periciadas as imagens dos eventos em Roma;
5) e, por fim, o segredo absoluto: a estratégia dessa persecução contra os cidadãos sempre foi o sigilo processual. Viralizava a pergunta: "Onde estão as imagens do aeroporto de Roma?" Nem mesmo a defesa da família teve acesso pleno às imagens. Algo que ecoa o Inquérito das Fake News, que vai caminhando para completar 8 anos de investigação sigilosa contra cidadãos.
O desenho é o retrato de uma era.
O artista passa 4 anos calado, fala nada de corrupção, genocídio de índios, comida cara, NADA, os caras fica quieto
Aí 15 dias da eleição eles postam video falando de "esperança" pedindo voto no mesmo político de sempre
Sabe o que é pior? Funciona, ngm questiona os caras
Vou reforçar aqui o que eu disse à @folha: o problema não são as cotas em si, mas o deslocamento do debate. O ensino básico morreu e está sendo ignorado por conta de uma discurso político que transformou as cotas numa espécie de milagre dos pães e peixes dos governos do PT. +
A November 22, 1944 letter from the International Committee of the Red Cross after they visited Auschwitz.
They conclude they " had not been able to discover any trace of installations for exterminating civilian prisoners."
Sadly, when it came to the Israeli hostages in Gaza, the ICRC has not atoned for its history and has not come through for the hostages.