O PT não suporta a ideia de deixar um centavo no bolso do cidadão. O sonho do lulopetismo é um povo cada vez mais pobre e miserável, dependente e domesticado por um Estado que confisca o fruto do trabalho de quem produz para sustentar uma burocracia parasitária. Acabam com o empreendedor, destroem o emprego e depois distribuem bolsa-miséria para ganhar o voto de quem jogaram na pobreza.
Durante anos, artistas da esquerda fizeram campanhas, deram entrevistas, gravaram vídeos e posaram como os grandes defensores da Amazônia.
Agora que o crime organizado avança, migra de estado e deixa um rastro de destruição, o silêncio tomou conta.
Cadê a turma do "Salve a Amazônia"?
A indignação seletiva nunca protegeu uma única árvore. Enquanto alguns preferem o ativismo de palco e os holofotes, criminosos seguem devastando a floresta e lucrando com a ilegalidade.
A Amazônia precisa de ações concretas contra o crime, não de militância que aparece apenas quando convém.
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Todos que delataram Lula e os valores envolvidos.
(A lista que a mídia quer que você esqueça)
🟥 Marcelo Odebrecht
— Criou conta “Amigo” com R$ 40 milhões exclusiva para Lula.
— Disse que Lula era “o chefe” da interlocução da Odebrecht com o governo.
🟥 Emílio Odebrecht
— Confessou que tratava diretamente com Lula doações, favores e demandas da empreiteira.
🟥 Antonio Palocci
— Detalhou pedido de Lula para estruturar propina de R$ 300 milhões da Odebrecht.
— Ligou Lula a empresas como JBS, Camargo Corrêa, OAS e outras.
🟥 Joesley Batista (JBS)
— Disse que Lula e Dilma receberam juntos cerca de US$ 150 milhões em propinas da empresa.
— Detalhou encontros diretos com Lula para tratar sobre valores ilícitos.
🟥 Delcídio do Amaral
— Revelou tentativa de obstrução da Lava Jato por parte de Lula.
— Disse que Lula mandou comprar o silêncio de Cerveró.
🟥 João Santana & Mônica Moura
— Marqueteiros do PT, relataram pagamentos milionários em caixa 2 nas campanhas de Lula.
— Receberam valores no exterior para mascarar a origem.
🟥 Paulo Roberto Costa (ex-diretor Petrobras)
— Apontou o PT como receptor de US$ 150 a 200 milhões em propinas da Petrobras.
— Disse que Lula sabia do esquema desde o início.
🟥 Alberto Youssef (doleiro)
— Ligou diretamente Lula aos operadores do esquema de lavagem e distribuição de propinas.
🟥 Fernando Baiano
— Relatou negociação de US$ 5 milhões envolvendo José Carlos Bumlai (amigo de Lula) e Cerveró.
— Disse que Bumlai agia a mando de Lula.
🟥 Alexandrino Alencar (Odebrecht)
— Disse que era claro para todos que o alvo principal da Lava Jato era Lula.
— Ligou Lula a viagens e presentes pagos pela empreiteira.
🟥 Nestor Cerveró
— Afirmou que empréstimo irregular de R$ 12 milhões do BNDES foi acertado para manter seu silêncio, com apoio de Lula.
🟥 Pedro Barusco
— Ex-gerente da Petrobras. Disse que propinas eram repassadas ao PT com ciência do “alto escalão”.
— Estimou que devolveu R$ 100 milhões desviados.
🟥 Gerson Almada (Engevix)
— Confessou pagamento de propinas ao PT.
— Disse que Lula tinha ciência e era beneficiado politicamente.
🟥 Sérgio Machado (Transpetro)
— Disse que Lula sabia e orientava a arrecadação de propinas via diretoria de estatais.
🟥 Alexandre Romano (“Chambinho”)
— Intermediou propinas e valores ilícitos que beneficiaram campanhas petistas.
— Ligou o núcleo da propina ao governo federal.
🟥 Eduardo Leite (Camargo Corrêa)
— Confessou que Lula era informado sobre os acordos ilícitos para repasses ao partido.
— Parte dos valores eram usados para compra de apoio político.
🟥 Dalton Avancini (Camargo Corrêa)
— Disse que Lula estava ciente dos esquemas de cartel e divisão de obras públicas.
🟥 Zwi Skornicki
— Representante de estaleiros estrangeiros, confessou ter feito pagamentos diretamente ligados ao PT, com ciência de Lula.
🟥 Andrade Gutierrez
— Laudo da PF apontou R$ 3,6 milhões repassados a Lula entre 2011 e 2014.
— Disse que Lula intermediava decisões do governo em troca de “contribuições”.
🟥 OAS
— Lula foi acusado de receber reformas no tríplex do Guarujá como forma de propina (R$ 1,1 milhão estimados).
— Também recebeu aluguéis pagos pela OAS de forma indireta.
Essa é a verdadeira história que querem apagar.
Mas os registros, delações e acordos continuam disponíveis
@FlavioBolsonaro É MEU AMIGO FLÁVIO @FlavioBolsonaro
UNIDOS SEREMOS MAIS FORTES
VAMOS RESGATAR NOSSO BRASIL
LIBERTEM BOLSONARO
LIBERTEM FILIPE
LIBERTEM DANIEL SILVEIRA
ANISTIA AMPLA GERAL E IRRESTRITA
FLÁVIO BOLSONARO 2026
Minha conta não tem alcance, então deixa eu aproveitar tua audiência?
2023 O IDP, instituto fundado pelo Gilmar Mendes e dirigido pelo filho dele, assina contrato de DEZ ANOS pra administrar a CBF Academy, o braço da CBF que vende curso de treinador, de gestor, de tudo que é profissão do futebol.
Uma máquina fazendo milhões por ano. E o contrato entrega 84% da receita pro instituto, OITENTA E QUATRO PORCENTO, bicho! Pra CBF, dona da marca, do mercado e dos alunos, sobram 16% de gorjeta.
2024 A Justiça do Rio afasta o Ednaldo da presidência da CBF por suspeita de fraude no acordo que sustentava o mandato dele. E quem devolve o cara ao cargo, numa daquelas famosas canetadas monocráticas? O mesmo ministro cujo instituto tinha acabado de assinar contrato milionário com a gestão dele.
2025 Não sei o motivo, mas a Justiça do Rio derruba o mandato do Ednaldo de novo e determina nova eleição. Ele corre pro Supremo, óbvio. Só que dessa vez a caneta não se mexe. Sabe por quê? Eu também não tenho resposta para isso, mas a caneta das decisões monocráticas ficou paradinha.
Seja como for é o que for, dá pra presumir proteger esse contrato deve ser uma negocião da China, ou de Portugal, talvez.
E quem assume, como candidato único, ungido por 23 das 27 federações antes mesmo da votação, é um médico de Roraima que ninguém no futebol conhecia. Detalhe: aluno do curso de gestão do próprio instituto. Tomou posse prometendo revisar todos os contratos. Adivinha qual contrato segue intocado? 🤡
2026 O filho do ministro já é vice de federação estadual, eleito com apoio da cúpula da CBF e do presidente do STJD, lidera comitiva de dirigentes pela Europa e, segundo a coluna do Lauro Jardim, se gabou em Lisboa de que a convocação do Neymar foi obra dele. Dele, não do treinador.
Aí o Brasil perde pra Noruega nas oitavas e o grande debate nacional é se o Ancelotti errou na escalação.
O problema não é escalação. É que o árbitro, oops, juiz, oops, ministro virou dono do time e convocação é da CBF e não do Mister (e sabe-se lá qual são os motivadores de cada nome na lista de convocados)
O juiz virou parte do negócio e não existe instância pra recorrer, porque a instância é ele. Aliás eles, esses juízes são tudo nesse país. O pessoal estava reclamando da tal juristocracia, agora pra piorar chegou a jurisfutebolo… juriscbfolo… ah, deixa pra lá.
Enquanto o governo Lula mantém um silêncio público constrangedor diante da ameaça de novas tarifas americanas, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República em 2026, foi a Washington defender que os Estados Unidos desistam da sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros.
Sua tese central é que a tarifa é o instrumento errado, pois não atinge o governo, o STF nem as autoridades apontadas no relatório americano. Quem paga a conta são os exportadores, os trabalhadores, os consumidores, os importadores americanos e, sobretudo, a população brasileira.
A audiência começou em 6 de julho e continuou nesta terça, 7 de julho, no prédio da U.S. International Trade Commission, em Washington. Flávio estava escalado no Painel 8, ao lado de Roberto Azevêdo, CNI e representantes do setor calçadista.
Flávio argumentou que as tarifas não eliminariam as práticas que os EUA dizem combater. Segundo o documento apresentado, as tarifas anteriores de 2025 “não mudaram uma única decisão do STF”, não reduziram as ordens contra plataformas digitais e ainda teriam fortalecido eleitoralmente o governo Lula.
Outro eixo foi a China - Flávio afirmou que as tarifas podem acelerar o alinhamento comercial do Brasil com Pequim, citando o precedente da soja em 2018, quando a disputa tarifária EUA-China abriu espaço duradouro para o Brasil no mercado chinês.
Sobre o Pix, Flávio o defendeu como uma ferramenta de inclusão financeira para milhões de brasileiros. A única ressalva proposta foi impedir conexão do Pix com arranjos de liquidação transfronteiriça “não ocidentais”.
Na corrupção, Flávio endossou parte do diagnóstico do USTR, mas disse que o problema não é “o Brasil” como país, e sim um modo específico de governo Lula. Citou Mensalão, Lava Jato, o escândalo do INSS e o caso Banco Master.
O governo Lula, que deveria estar na linha de frente da defesa dos interesses nacionais, permanece em silêncio, enquanto um pré-candidato da oposição - acusado de forma leviana de ser responsável pelas tarifas - defende o Brasil no exterior. No fim, quem foi acusado de prejudicar o país tenta evitar o dano, enquanto o governo da República assiste de braços cruzados.
O Islã vem como um cavalo de Tróia, se utiliza do termo minoria e é aceito pela esquerda (massa de manobra), mas depois de chegarem ao poder, instalam a sharia que vai perseguir, oprimir e matar, principalmente os esquerdistas.