O que incomoda os críticos é a coragem do Kim de falar a verdade e escancarar a canalhice que tentam esconder debaixo do tapete. A verdade liberta e incomoda.
SOMOS TODOS KIM PAIM!
Paulo Hermman, ex-CEO da John Deer, está certíssimo.
Por isso eu copiei @JDVance e o governo Trump: ao invés de falar “livre mercado”, hoje eu defendo é o “mercado justo”.
Cadê os porcarias que falam que o problema são os filhos do Bolsonaro? Será que vão dizer que os filhos de lula são problema?
Porque este tipo de notícia aí eu nunca nem passei perto viu, a quadrilha voltou para a cena do crime mesmo.
Hoje era o prazo final para a descompatibilização do vínculo de dirigente partidário e candidatura. Há diversos entendimentos desta linha de ação, de necessidade de firmar o ato ou não, contudo para evitar problemas abrimos mão do cargo, garantindo que todo o processo siga sem qualquer margem para interpretações da Justiça Eleitoral.
Seguimos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade, jogando aberto, com transparência, sem artimanhas políticas e joguetes de interpretação para ludibriar inocentes.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.
Boa noite a todos!
Kim Paim diz que o caso Michele deve servir de lição, assim como foi com Sérgio Moro.
“Era uma figura incriticável, estava num pedestal acima de Bolsonaro, e o povo passava pano. Hoje vemos que não era bem assim”.
analisa que o impacto no voto feminino: conversando com mulheres comuns, percebeu que muitas viram o vídeo como “picuinha” ou “mesquinharia”.
“Se fosse meu marido preso e doente, eu engolia o sapo pelo futuro dele.”
Segundo ele, o episódio pode até trazer mais votos femininos para Flávio no médio prazo, pois as eleitoras comuns entenderam a gravidade do momento.
🚨CASO MICHELLE | Kim Paim relembrou o caso Fábio Wajngarten para mostrar que a tentativa de “rifar” Bolsonaro não começou agora.
Segundo Kim, ainda em fevereiro de 2023, quando Bolsonaro estava elegível, Wajngarten e Mauro Cid trocaram mensagens alertando sobre movimentações de bastidores para substituir o ex-presidente, inclusive com a possibilidade de lançar Michelle Bolsonaro como candidata.
Depois disso, Wajngarten acabou demitido por Rogério Marinho sob a justificativa de “quebra de confiança”.
Para Kim, o episódio mostra um padrão: quem tentou impedir que Bolsonaro fosse colocado de lado acabou perseguido, isolado ou silenciado.