🚨 BOMBSHELL JUST DROPPED 🚨
Dr. Deborah Birx — the very same White House COVID Task Force coordinator who pushed the lockdowns — just SPILLED THE BEANS.
She finally admitted what millions of us knew all along:
Blue states “OVERCLOSED” during the pandemic… for pure political reasons.
Her own words:
“It was a presidential election year. It was really important for blue states to show that they were taking this very seriously, and they overclosed.”
POLITICS OVER SCIENCE.
POLITICS OVER YOUR KIDS.
POLITICS OVER SMALL BUSINESSES.
POLITICS OVER MENTAL HEALTH.
They locked children out of school, destroyed livelihoods, and crushed families… all to score points in an election.
She said it. Out loud. On the record.
The truth is out. The cover-up is crumbling.
Share this everywhere. The American people deserve to know.
A virtude, ao que parece, rende mais que a Selic (e sem come-cotas)
Há um velho ditado, de Upton Sinclair, segundo o qual é difícil convencer um homem de algo quando seu salário depende de não entender aquilo. Pois bem: no Brasil de hoje basta trocar "salário" por "patrimônio financeiro" e a frase vira a mais precisa análise de conjuntura já escrita — e de graça, ainda por cima.
Para quem sonha com um IPCA + 10% ao ano, e já acumulou patrimônio suficiente para viver tranquilamente de renda, existe uma escolha perfeitamente racional para realizar esse sonho: votar em Lula. Não é ideologia, é aritmética — e aritmética, ao contrário de convicção política, não muda de humor conforme o vinho da noite. Assim como o pobre sonha com a casa própria, o rico sonha em se aposentar da incômoda obrigação de acordar cedo.
Essa é, talvez, a explicação mais simples para o entusiasmo de tantos influenciadores, artistas, banqueiros e economistas de grife com o atual governo — e, como costuma acontecer com as explicações simples, é também a mais incômoda de se pronunciar em voz alta num jantar em Higienópolis. É bem mais elegante falar em "compromisso social", "defesa da democracia e da soberania" ou "combate à desigualdade" do que admitir, singelamente, que juros altos são uma bênção disfarçada para quem vive de títulos públicos. O extrato bancário, esse contador implacável que não lê coluna de jornal nem frequenta mesa-redonda, registra tudo com brutal honestidade: rendimento financeiro. E rendimento financeiro não tem consciência de classe — só tem taxa.
O perigo, dizem eles, é claro e iminente: Flávio, Caiado, Zema, ou qualquer outro candidato de direita, vencer a eleição. Nesse caso catastrófico os juros poderiam cair, o crédito poderia baratear, as empresas voltariam a investir, e o Brasil — Deus nos acuda — voltaria a crescer. Chegaríamos, então, ao verdadeiro pesadelo: uma geração inteira de gente talentosa correndo o risco de ter que trabalhar de novo.
Imagine o horror. Anos de treino dedicado para dominar a arte de acordar ao meio-dia, redigir três parágrafos indignados antes do almoço e recolher-se à tarde para descansar do esforço — tudo isso ameaçado por um país que cresce. É pedir demais a qualquer alma razoável que abra mão de rotina tão penosamente conquistada: defender os pobres pela internet de manhã, e descansar da luta caminhando por Paris à noite, com escala obrigatória — é claro — num bom restaurante regado a vinho sabor IPCA + 10%.
Não estou dizendo que todo apoio ao governo nasce do extrato bancário. Isso seria simplismo, e o simplismo é uma tentação à qual todos devemos resistir com o mesmo vigor com que resistimos a uma segunda opinião. Mas seria também uma ingenuidade digna de aplausos fingir que incentivos não importam, que ninguém jamais confundiu interesse com princípio, e que a régua moral do país nunca se dobra na direção exata de onde sopra o vento do rendimento.
Há, é verdade, um jeito simples de testar a teoria: pergunte a qualquer entusiasta do "compromisso social", da "democracia" ou da "soberania" se ele trocaria, hoje mesmo, seus títulos pós-fixados por uma economia que cresce, com juros baixos e inflação sob controle — o tipo de cenário sem o qual nenhum programa social produz prosperidade duradoura. A resposta virá carregada de "sins" e "masesporéns", seguida de um silêncio constrangedor, do tipo que só o extrato bancário sabe preencher. E suspeito que, na cabine de votação, sozinhos com Deus e sua consciência, muitos deles fecharão os olhos, taparão o nariz, guardarão o espelho na gaveta e dirão a si mesmos: "faço pela soberania".
No fim das contas, a lição talvez seja esta: no Brasil, até a virtude tem preço — e, pelo visto, rende mais que a Selic. Este texto não pretende, é claro, afirmar que todo rico que apoia Lula o faz para viver de renda às custas do Tesouro — seria uma generalização injusta. Alguns apoiam por uma espécie de pedágio que os fracos pagam para entrar no clube do beautiful people. Outros têm a convicção genuína de que, quanto pior para o país, melhor para eles. E há ainda os que realmente acreditam que Lula, tal como o Papai Noel, é a solução para o Natal. Os demais que consultem o extrato — de preferência sem óculos de grau, para que o compromisso social continue parecendo maior do que o CDI.
Uma conversa honesta com o povo brasileiro e um alerta duro para os suspeitos de sempre
Não é fácil escrever um texto desse tipo — dá a impressão de que sou um oráculo e que apenas eu enxergo a verdade. Por isso, começo dizendo o óbvio: este texto apenas organiza, em palavras e parágrafos estruturados, o que muitos analistas de mercado já sabem com razoável grau de precisão. Seu único mérito é deixar claras as consequências econômicas de uma reeleição de Lula.
Tecnicamente, uma relação dívida/PIB elevada não é, por si só, motivo para alarde. É evidente que um endividamento elevado cria fragilidades e expõe o país a riscos maiores — sobretudo aos chamados riscos de cauda, que a literatura batiza de "cisnes negros". Mas, na maior parte do tempo, se for possível rolar a dívida a taxas baixas, o problema do endividamento se reduz bastante.
Infelizmente, não é o caso do Brasil. Atualmente, a dívida bruta brasileira está em 81,9% do PIB — patamar elevado para um país com o nosso nível de renda. Para dar uma ideia da trajetória: em dezembro de 2022, esse valor era de 71,7%. Ou seja, em três anos e meio, a dívida pública brasileira cresceu incríveis 10,2 pontos percentuais do PIB. E não bastasse o nível já elevado, o custo de rolagem dessa dívida está em patamares insustentáveis. Basta dizer que, em junho deste ano, o déficit nominal do setor público acumulado em 12 meses chegou a R$ 1,3 trilhão — 10% do PIB, valor superior ao registrado durante a pandemia de Covid-19.
Em termos técnicos, um país com o endividamento atual do Brasil e um custo de rolagem que em alguns casos chega a IPCA +8,3% é economicamente inviável. Essa taxa de juros implica um custo de rolagem capaz de dobrar o tamanho da dívida em menos de seis anos — algo insustentável dado o volume já acumulado. Tanto o endividamento em relação ao PIB quanto o custo de rolagem estão em níveis críticos, e esse custo drena recursos que poderiam financiar o crescimento do setor privado, direcionando-os para títulos do Tesouro. Além disso, o Estado passa a competir cada vez mais por recursos com o setor privado, encarecendo o custo de produção no Brasil — o efeito conhecido na literatura como crowding-out: à medida que o gasto do governo aumenta, o gasto do setor privado encolhe. Some-se a isso o aumento da carga tributária necessário para sustentar a expansão dos gastos públicos, e teremos uma situação extremamente difícil para o setor privado da economia.
O endividamento elevado, o aumento dos gastos e o custo de rolagem da dívida pública retiram recursos do setor privado e os transferem ao setor público, com efeitos negativos diretos sobre produtividade, emprego e renda da sociedade. Nada disso é novidade para quem acompanha temas econômicos. Vamos então avançar um passo: é justamente por causa dessa situação fiscal delicada que a eleição do próximo presidente é decisiva para o que vai acontecer em 2028.
Note-se que o destino de 2027 já está dado: haverá redução da atividade econômica, pouco importa quem seja o próximo presidente. A dúvida real é o tamanho dessa retração e o que vem depois, em 2028. Vejamos dois cenários possíveis.
Primeiro cenário: elegemos um candidato comprometido com o ajuste das contas públicas. Dado o tamanho do desarranjo fiscal, esse ajuste provocará redução da atividade econômica em 2027. Mas, se as medidas forem tomadas na direção correta, a trajetória da dívida/PIB se corrige, e a partir do segundo semestre de 2028 começa um processo de recuperação econômica. Uma equipe econômica experiente é capaz de colocar a casa em ordem em cerca de um ano e meio. Não é fácil, e não vamos virar a Suíça — mas é perfeitamente possível com técnica, experiência e credibilidade. Em paralelo, um amplo processo de desburocratização, desregulamentação, privatizações, abertura econômica e outras medidas pró-mercado tem potencial de destravar um crescimento relevante, reduzindo os custos do ajuste e liberando recursos para que o setor privado retome seu papel central no aumento da produtividade, na geração de empregos e no crescimento da renda. Combinadas, essas medidas fiscais e pró-mercado têm potencial de reduzir a taxa de juros estrutural, ancorar expectativas, reduzir o custo-país, reduzir o risco-Brasil, reduzir a inflação e elevar investimento, emprego e renda.
Segundo cenário: elegemos um candidato não comprometido com o ajuste fiscal, que apenas empurra com a barriga o problema das contas públicas e da baixa produtividade da economia brasileira. Nesse caso, ocorre um processo acelerado de desancoragem das expectativas, aumento do risco-Brasil e pressão simultânea sobre juros e inflação. Esse processo não se reverte nem com corte de juros pelo Banco Central — justamente por causa do nosso endividamento elevado e da fragilidade fiscal. Mesmo que o BC reduza a Selic, o Tesouro acaba pressionado a pagar juros mais altos em seus títulos, o que piora ainda mais a situação fiscal e retroalimenta um círculo vicioso: contas públicas piores, risco-país maior, inflação elevada e juros cada vez mais altos para rolar a dívida.
E aqui deixo meu alerta para os suspeitos de sempre: muitos de vocês apostam justamente no segundo cenário, na expectativa de embolsar taxas de IPCA +10%, +11% ou +12%. Prestem atenção no que vou dizer: um governo eleito nesse segundo cenário não terá problema algum em aprovar controle de capitais e um "haircut" na dívida. Sim, meus amigos — esse termo já rondou a Casa Civil em 2015, quando alguns "craques" sugeriam exatamente isso: um haircut na dívida, ou, em palavras simples, um calote em parte dela.
Entendo o raciocínio de vocês, mas falta um segundo passo na análise. Vocês acreditam que um governo sem compromisso fiscal vai pagar juros elevados para rolar a dívida e que vocês vão embolsar um bom dinheiro com isso. Essa leitura está correta — para o primeiro momento. Mas, no momento seguinte, quando a situação ficar insustentável, vocês realmente acreditam que vão receber tudo o que lhes é devido? Não se iludam: um governo sem compromisso fiscal não tem dificuldade nenhuma em dar o calote nos detentores de títulos — especialmente nos que têm os valores mais altos.
Fica registrado o alerta: eleger Lula joga o Brasil no segundo cenário. E a você, que carinhosamente chamo de "suspeito de sempre" — que vive vazando informações para a imprensa dizendo que um eventual governo Lula 4 teria responsabilidade fiscal —, fica o recado: você vai levar um calote nos seus investimentos. E não adianta dizer que isso é péssimo para o Brasil — eu concordo com você. O problema é que você votou e fez campanha justamente por um grupo que não tem problema algum em impor controle de capitais e um haircut. Aposto que agora bateu o medo, certo? Que este alerta sirva para abrir seus olhos. Vamos trabalhar para eleger um presidente que compreenda que a consolidação fiscal e as reformas pró-mercado são essenciais para todo o povo brasileiro — especialmente para os mais vulneráveis, que são as maiores vítimas do desemprego e dos processos inflacionários.
🚨💚🇧🇷 UMA PEQUENA VITÓRIA, em meio a tanta injustiça!
Guilherme Rodrigues, ficou preso a uma tornozeleira eletrônica por 29 meses, além de cautelares de proibição de ausentar se de sua comarca, recolhimento domiciliar noturno, recolhimento domiciliar de sexta feira até segunda feira, cancelamento e apreensão de passaporte.
Guilherme não foi para as manifestações em Brasília em 2022 e 2023, apenas ousou publicar vídeos em manifestações em sua cidade no Estado do Rio Grande do Sul, gravou vídeos em 2022, sendo esses os motivos por ter sua casa e sua vida revirada no dia 29/02/2024 pela Polícia federal, encontrando se até hoje, sem qualquer denuncia formal por parte da PGR.
Hoje, dia 30/07/2026, após 29 meses de uso de tornozeleira eletrônica, está livre das amarras.
Obrigada Dra Ana Sibut @AnaSibut pelo trabalho incansável, o Instituto @gritosliberdade atua na defesa de Guilherme a cerca de 01 anos, tendo acompanhado a angústia, o desespero e a indignação de Guilherme e sua família diante de tanto sofrimento e injustiças sofridas!
Obrigada a todos que apoiam o Instituto Gritos de Liberdade, graças as contribuições de cada um de vocês, temos conseguido manter os trabalhos jurídicos em prol de centenas de inocentes que não tem condições de pagar advogados.
O deputado Zeca do PT, que dias atrás se envolveu em uma polêmica com lideranças indígenas, agora foi a um assentamento e passou a fazer acusações a Bolsonaro. Mas levou uma ensaboada dos presentes. Parece acreditar que todos devam votar por cabresto, mas a reação mostrou que as pessoas querem formar sua própria opinião.
Um vídeo tem gerado grande repercussão nas redes sociais após uma mulher comparar os governos de Jair Bolsonaro e Lula da Silva.
Na gravação, ela afirma que Bolsonaro enfrentou desafios como a pandemia de Covid-19 e os reflexos da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Também cita medidas adotadas durante sua gestão, como o pagamento do Auxílio Brasil, incluindo o benefício de R$ 1.200 destinado a mães solo, além de mencionar que o governo encerrou o mandato com superávit nas contas públicas.
Ao comentar o cenário atual, a mulher critica o aumento dos gastos públicos no governo Lula e afirma que, em sua opinião, essas decisões contribuem para o empobrecimento da população.
Na moral, quando vejo um vídeo desse, é um misto de sentimentos que toma conta da gente.
Ele poderia comprar o Judiciário.
Ele poderia comprar toda a imprensa brasileira.
Ele poderia fazer acordos milionários com instituições internacionais e, hoje, ser bajulado por todas elas.
Ele poderia andar de jatinho, mas sempre preferiu avião comercial.
Ele poderia ignorar o povão. Poderia fazer cálculos de engajamento, mas sempre preferiu escolher o povo.
Ele poderia fazer apenas discursos no teleprompter, mas preferia correr o risco de errar e transmitir o sentimento da alma dele.
Ele poderia vender a alma e, hoje, estar no poder e ser milionário.
Mas escolheu seguir seus ideais, seguir sempre a verdade e resgatar uma nação.
Hoje, o Judiciário não sabe como esconder o nome dele.
Hoje, a imprensa não sabe como esconder o nome dele, porque é o nome dele que rende engajamento e publicidade, falando bem ou falando mal.
E muitos políticos que hoje só têm o nome que têm por causa dele, atualmente fazem cálculos políticos para não perder isso ou aquilo. Esse homem nunca teve essa dúvida, porque ele tem um amor: ama o povo, ama o Brasil de verdade.
@jairbolsonaro , tu é foda, meu velho.
O Brasil te ama, e creio, com todas as minhas forças, que o seu nome, o seu legado e a sua história vão eleger o seu filho primogênito. E o mundo verá o senhor subindo a rampa daquele Palácio que representa o poder.
Vamos em frente meu amigo @FlavioBolsonaro , o Brasil de verdade está ao seu lado. 🌵🇧🇷💪🏽✈️
PATRIOTAS, PRESTEM BEM ATENÇÃO NESTE VÍDEO!
Cuidado com a falsa direita implantada pelo S7F e pelo sistema para minar a candidatura de Flávio Bolsonaro e ajudar na reeleição de Lula.
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🚨 O Guaíba virou depósito de lixo e ninguém consegue navegar.
O Catamarã Porto Alegre-Guaíba tá parado porque ninguém limpa nossos rios e nossas orlas.
E o pior: isso é só o começo. A pior fase vem entre agosto e dezembro.
Enquanto isso, o governo Leite/Gabriel segue só fazendo marketing .
Chega de negligência! 👊
Nenhum homem carrega uma missão tão grande sem antes ter sido provado. Quando o nosso eterno presidente Jair Messias Bolsonaro entregou o cajado da liderança e da primogenitura ao Flávio Bolsonaro, ele confiou a ele a mais nobre e decisiva tarefa de sua vida. Ver as lágrimas e o peso nos ombros de quem aceitou essa travessia é a prova viva do compromisso do Flávio com a nossa nação.
Esta será a eleição mais importante da história para libertar o Brasil do PT e devolver a dignidade ao nosso povo. Não se trata de uma disputa comum, mas de uma verdadeira batalha espiritual e moral. Seguimos firmes, movidos pela fé inabalável e pela coragem para mudar o Brasil.
Olha isso. 🎥👇
Esse tanto de lixo e entulho descendo o rio e chegando na nossa orla não é natureza, é descaso.
Não foi feito o desassoreamento. Não foi feita a limpeza da orla dos rios. Desde a última enchente, há DOIS ANOS pouco se fez.
E por isso não precisa chover tanto pra alagar de novo. Precisava é ter feito o trabalho básico: limpar e dragar.
Enquanto isso não vira prioridade, a gente vai continuar cobrando. Todos os dias. 💪
O ex-assessor do Felipe Neto subiu na sala do Lobo e começou a falar. Até então, o Lobo estava de boa com ele.
Mas aí vem a parte boa desse debate de loucos.
O ex-assessor do Felipe Neto diz que não esperava ver um movimento que, na cabeça dele, só viria daqui a oito anos. Aí ele começa a citar o Nikolas Ferreira, dizendo que ele não aderiu à campanha da forma que deveria.
E o pior: ele diz que o bolsonarismo ter aceitado a carta, na verdade, foi o vídeo da Michelle, foi algo inconcebível.
Aí, em vez de o Lobo, que se diz tão intelectual, debater com o ex-assessor do Felipe Neto, ele simplesmente usou o ad hominem: “Ah, não vou deixar você opinar porque você tem o mesmo papo dos duguinistas.”
O cara ficou até sem entender. Aí a turba começa: “Essa direita duguinista…”
É surreal o nível de entendimento político desse povo. E ainda ficaram me chamando para debater. Vou, sim, perder o meu tempo.
Depois eles ficam chateados, com raivinha, usando argumentos ad hominem, porque eu posto o corte. Mas não dá, cara. Não tem condições.
Olha só o nível da desonestidade intelectual dessa galera da terceira via. Não tem condições.
Escutem e tirem as conclusões de vocês.
Parece que a desonestidade anda de mãos dadas com essa galera.
Uma aula do @Arthurmachadosp.
Caramba, esse vídeo do Arthur Machado @5elemento é espetacular. Pena que não consegui baixar a versão completa que tem em torno de 10 minutos. (Caçar no YouTube).Juntem essas informações ao fato da notícia que houve uma ação coordenada entre a Farinha Limers e a imprensa miserável para boicotar o @FlavioBolsonaro na defesa da não taxação dos EUA sobre o Brasil, e você vai ver como tudo se encaixa perfeitamente; e como tem muita gente "insuspeita" dentro da própria direita Intergaláctica limpinha nutella envolvida nessas tretas para afundar o Brasil.
Imperdível!
🚨RONALDO CAIADO,
NÓS NÃO ESQUECEMOS o que você fez e, principalmente, o que você disse na PANDEMIA!
"Essa é a minha ordem e a minha ordem será cumprida! EU NÃO PRECISO DO SEU VOTO!"
Não precisa mesmo, é?!