Sou fã do Neymar
Como carne
Seguidor do Frei Gilson
Voto na extrema-direita
Só me informo no zapzap
Bebo detergente Ypê
Compro na Havan
Não assisto a Globo
Como posso te irritar mais petista safado?
The U.S. just deployed a weapon that was supposed to stay classified for another decade
🚨🚨🚨 THE US JUST DEPLOYED "SOFT KILL" ELECTRONIC WARFARE IN IRAN → NO BULLETS, NO BOMBS, TOTAL DESTRUCTION 🚨🚨🚨
America just revealed a capability most people didn't know existed. Electronic warfare systems mounted on Black Hawks that can shut down an ENTIRE battlefield without firing a single round.
Process that.
WHAT "SOFT KILL" DOES:
→ Shuts down ALL enemy communications instantly
→ Disables drones MID-AIR — they fall from the sky like dead birds
→ Directed energy BLINDS every sensor, radar, and targeting system in range
→ Collapses entire command networks in SECONDS
→ No gunfire. No explosions. Just silence.
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
🚩 O Alvo não é a Camisa, é o que ela Representa!
Eles não estão preocupados com "design moderno" ou "estética global". O buraco é muito mais embaixo. A jogada é clara: querem desidratar o patriotismo para isolar o que ele passou a representar.
A estratégia é cirúrgica. Como não conseguiram proibir o povo de usar o verde e amarelo nas ruas, agora tentam esvaziar o símbolo.
Querem trocar a nossa identidade por um produto genérico:
•De "Brasil" para "Brasa": Para parecer um apelido de marca de energético, sem peso, sem história.
•De Escudo para Logotipo: Colocando Michael Jordan na blusa? Sério?
O que o basquete americano tem a ver com o suor de quem carregou as 5 estrelas no peito?
O objetivo é óbvio: Eles querem desvincular a imagem da camisa de qualquer rastro do governo Bolsonaro. Estão tão obcecados em "limpar" a imagem do ex-presidente que estão dispostos a jogar a soberania e a tradição brasileira no lixo. Para eles, se o povo sente orgulho da bandeira e da camisa, isso é um "risco".
Então, a solução deles é a higienização ideológica: transforma a Seleção em uma "franquia" de entretenimento, tira o verde e amarelo raiz, coloca uma estética de grife internacional e pronto... Temos uma nação sem rosto, sem cor e sem alma.
Não se enganem: o que estão tentando fazer é cancelar o Brasil real para criar um "Brasil de laboratório" que caiba na agenda deles. Estão trocando o suor do povo pelo marketing progressista.
Podem mudar o pano, podem mudar o nome, mas o sentimento de quem é patriota de verdade eles não conseguem "rebrandar".
Ainda será preciso escrever sobre o papel importante do avião no agronegócio nesse imenso continente chamado Brasil. E para a nossa família o avião sempre foi o meio de transporte pioneiro, pois com fazendas que eram abertas no Norte do Brasil, os aviões monomotores eram a única maneira de se chegar em regiões tão distantes e sem nenhum acesso por terra.
São histórias que contam um pouco desta jornada dos primeiros desbravadores do Norte do Brasil.
A primeira coisa a se fazer, após a derrubada da mata, era achar uma lugar plano para a construção da pista de pouso para os Cessnas 172 "pé duro". Como não havia máquinas, após a abertura no machado e um acerto dos desníveis do chão na enxada, usava-se um couro de vaca seco para a "terraplanagem". Passando-se varias vezes e em sentidos diferentes, o couro ia acertando as arestas do terreno e o resultado era uma "pista" para os monomotores.
A partir daí, os aviões eram a ligação do sertão com a civilização, transportando de doentes ou mantimentos, ou até mesmo animais vivos.
Com o caminhar história, a família resolveu adquirir um dos primeiros bimotores Seneca, ainda importados e que foram uma verdadeira revolução nesses sertões brasileiros. Um dos episódios mais pitorescos da chegada dessas novas maquinas aconteceu em uma de nossas fazendas localizadas no pantanal mato-grossense.
A fazenda era de pecuária de cria e tinha vários vaqueiros, mas dentre eles se destacavam uma dupla de homens extremamente fortes e atarracados chamados de "Mirto e Nino". Dedicados, eram trabalhadores simples, rudes e bem acostumados com as lides pantaneiras.
Foi numa manhã de segunda feira que o primeiro bimotor pousou na pista da Fazenda Peixe de Couro, no coração do pantanal. O ronco diferente dos dois motores já anunciava que algo diferente estava chegando.
Durante todo o dia, ainda acanhados com a sensação diferente daquele avião com dois motores, nenhum vaqueiro fez qualquer comentário. Após uma jornada exaustiva de trabalho com uma vacada parida bem ligeira, como de costume, peões se dirigiam a varanda da sede da fazenda para a sessão de "causos" da noite.
O primeiro a chegar foi o Nino. Se aproxima de nosso piloto, cujo apelido era "Comovac", pois pela dificuldade de mão de obra era um verdadeiro curinga: comandante, motorista e vaqueiro.
Nino se ajeita de cócoras e pergunta como ele consegue sair da cidade e chegar até a fazenda, sem erro de calculo. O piloto abre o mapa e explica que ele traça a rota, sendo possível chegar ao destino sem erros.
Passado algum tempo, outros vaqueiros vão chegando, dentre eles o Mirto. E, por curiosidade, dispara a mesma pergunta ao nosso piloto. Antes que este tivesse tempo de pronunciar uma simples palavra, o Nino já retruca:
-Oh Mirto, ô cê não sabe? (como se ele fosse uma autoridade em aeronáutica).
Como o Mirto fica surpreso com o conhecimento do companheiro, vem a resposta de maneira curta e grossa:
-É facil, o Comovac sai de Rio Preto e vem "rotando" até a fazenda!!!
Com um estrondosa gargalhada de meu pai pelas "indisposições gástricas" de nosso piloto, ele intervém e corrige sobre o novo avião:
-Avião é algo muito bom, ajuda muito.... mas é somente para trabalhar. Ainda é muito caro e não dá para ficar passeando.
Há um silencio geral na plateia de campeiros e caseiros com a explicação do patrão. Que continua e reforça:
-Vejam bem, cada vez que eu desço nesta fazenda, "morre três bois"... (uma referencia aos gastos com a viagem).
O silencio continua, mas o Nino, sempre ele, pergunta espantado com o novo avião:
-Nossa, Sô Antonio, não sabia que os bois tinham tanto medo desse novo avião assim!!!!
Foi em relatos como esse, por este imenso continente chamado Brasil que o avião foi abrindo matas e formando novas cidades. É uma belíssima pagina de nossa historia de um pais que tem uma das agriculturas mais vibrantes do planeta. Portanto, nada mais justo do que a homenagem do agronegócio à aviação brasileira.
#Agro #Aviação
Da Revista Oeste.