Gosto de interagir com as pessoas de forma respeitosa, democrática sem qualquer tipo de preconceito. Adepto de um mundo sustentável, da ciência e da paz.
Veja o que encontrei no Portal Na Boca da Noite: Allyson Bezerra foi alvo de operação porque receberia parte de dinheiro desviado, aponta investigação - https://t.co/CX48GRkB6M
Este ciclo de ação e reação configura uma nova fase de competição global. A geopolítica dos chips não é um problema técnico, mas expressão de um conflito estrutural entre um sistema hegemônico que tenta reter vantagem e um emergente que busca autonomia estratégica.
O tiro está saindo pela culatra. A inovação na China se acelerou e o país caminha no sentido de construir novos paradigmas de produção de chip pós-silício. Ao fim e ao cabo, os EUA perderão um cliente e ganharão um grande competidor.
O protótipo de EUV construído em Shenzhen por engenheiros formados na ASML simboliza essa política. Analistas estimam que a China mira chips produzíveis até 2028–2030, muito mais cedo do que muitas previsões anteriores projetavam.
Em resposta, Beijing intensificou sua política industrial estratégica, investindo pesado em pesquisa pública, fundos estatais para semicondutores e metas de autossuficiência. Mais: a China tem recrutado a peso de ouro especialistas e tratado com máximo sigilo seus projetos.
Desde cerca de 2018, os EUA vêm impondo uma série de controles de exportação e restrições que visam cortar o acesso de empresas chinesas a tecnologias avançadas de fabricação de chips. Uma clara estratégia de contenção tecnológica que revela a hipocrisia da retórica liberal.
A mais recente investigação da Reuters revela que a China vem construindo um protótipo de máquina de litografia ultravioleta extrema (EUV), comparado ao Projeto Manhattan, para superar os embargos impostos pelos EUA e seus alaidos no ramo dos semicondutores.🧶🇨🇳🇺🇸
A questão de fundo é a dificuldade do Japão se reposicionar na região num quadro de transição sistêmica. Seus vínculos com os EUA desde a II GM limitam sua margem de manobra, enquanto seu poder regional vai se eclipsando diante do crescimento chinês. Resta saber qual seu ímpeto.
Apesar dos vínculos com Washington, o Japão tem uma dependência comercial de algo como 1/4 de sua corrente de comércio com Pequim. A escalada diplomática mais arriscada para Tóquio é uma queda de braço com a China.
O Japão, enfrentando estagnação econômica e demográfica, busca relevância estratégica na região. Enquanto isso, o PIB da China é cerca de 4,5 vezes o do Japão, diferença que só tem aumentado nas últimas décadas. Ou seja, a China é o epicentro geoeconômico da Ásia Oriental.
A China enviou navios da guarda costeira para as Ilhas Diaoyu/Senkaku e drones sobrevoaram áreas próximas ao Japão. O gatilho? As declarações da primeira-ministra japonesa, Takaichi, sugerindo reação militar se a China “atacar” Taiwan.🧶🇨🇳🇯🇵
O epicentro da economia mundial se deslocou, na há dúvidas. A Ásia-Pacífico responde por 40% do PIB global e contribui com 60% do crescimento mundial. Há, portanto, uma mudança estrutural da correlação de forças e poder no mundo.🧶🇨🇳🇪🇺🇺🇸
@albertocantalic Emparedado pela turma do toma lá da cá, por uma equação tão simples: falta votos. Aí vem os videntes com suas receitas mágicas. A quem serve tanta acidez enquanto a correlação de forças não for alterada? Vamos alterar p ampliar às políticas públicas e ampliá-las p radicalizar
@FlavioDino Vc é merecedor, vá e cuide de nossa democracia. " Seja duro sem jamais perder a ternura ", busque sempre ser justo. Engrandeça mais ainda o nosso STF.