Andrei precisa explicar por que a PF parece agir para proteger aliados do governo do PT. Sete meses sem relatório sobre Lulinha, proximidade com Lula e suspeita de blindagem não são detalhe. A Polícia Federal não pode ser aparelhada!
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ACABOU de sair a nova propaganda eleitoral do Flávio Bolsonaro.
No vídeo, Flávio destaca o seu programa para a SEGURANÇA DAS MULHERES.
A propaganda DESTRÓI com o Presidente.
Flávia foi presa no dia 9 de janeiro de 2023, no acampamento do QG, e posteriormente condenada pelo STF por organização criminosa e incitação ao crime.
Em 5 de setembro de 2025, passou a cumprir execução penal, sendo que desde janeiro de 2023 usava tornozeleira eletrônica e vivia com diversas restrições.
Flávia sofria de problemas cardíacos graves e precisava realizar exames, consultas e tratamentos contínuos. No entanto, segundo relatos, as autorizações judiciais demoravam, impedindo que ela desse continuidade aos cuidados necessários com a sua saúde. A tornozeleira também dificultava deslocamentos, procedimentos médicos e até internações.
Com o passar dos meses, o quadro cardíaco de Flávia se agravou. O estresse da condenação, a vigilância constante, a burocracia para acessar cuidados médicos e a pressão psicológica contribuíram para o declínio acelerado de sua saúde.
Ela faleceu em 27 de fevereiro de 2026, no Hospital Pró‑Cardíaco, em Botafogo, Rio de Janeiro — antes mesmo de conseguir retirar a tornozeleira eletrônica. A certidão de óbito registrou diversas comorbidades que, somadas, levaram ao óbito.
Caso encerrado: o ministro Alexandre de Moraes extinguiu a punibilidade de Flávia de Medeiros Ardovino Rosa que hoje teria 46 anos.
Flávia morreu sem ver qualquer revisão de sua condenação, sem ter acesso pleno ao tratamento médico necessário e sem conseguir exercer a sua defesa de forma adequada.
O pedido de vista do Ministro Dino, se foi para proteger a campanha do Presidente Lula, tirando o assunto do Banco Master e do Ministro Alexandre de Moraes da pauta, foi um verdadeiro tiro que saiu pela culatra, pois não só o assunto continua sendo a perda de credibilidade do STF