Abecedista e vascaíno. Autor dos livros História do Rio Grande do Norte; Aluízio Alves - populismo e modernização; A revolta de Juazeiro - guerra no sertão.
"(...) Os seus críticos disseram que o presidente abandonou o sociólogo. Penso justamente o contrário. Para mim, o presidente que subiu a rampa levou o sociólogo ao lado e descobriu que governar um país dependente é muito mais difícil do que escrever sobre ele. (...)"
"(...)
Sou um crápula juramentado, como diria Odorico Paraguaçu. Tenho pela dor uma vocação de santo ou de cão abandonado. Só a volúpia do chicote me consola nesta vida vil e inútil da labuta docente. (...)"
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"(...) No caso do rei D. Sebastião, a esperança chegou ao Brasil nas caravelas e aqui encontrou uma terra onde o sofrimento tinha muitas formas e poucos remédios. O mito do rei desaparecido encontrou (...)"
#sebastianismo#domsebastião
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"(...) No dia 4 de agosto de 1578, nas terras secas de Alcácer-Quibir, no Marrocos, aconteceu uma dessas tardes em que a História parece perder a paciência com os homens. (...)"
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@LulaOficial@Datafolha@FlavioBolsonaro folgada. O problema de Lula é, ao que parece, a avaliação que o eleitor faz do governo dele.
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"(...) As suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ganharam uma materialidade incômoda com o que foi divulgado até aqui pela Folha de São Paulo. Não sei se fará um petista ou simpatizante deixar de votar em Lula. Provavelmente não. O eleitor (...)"
"(...) próprias suspeitas, e algumas bastante diretas. (...)"
@LulaOficial e Flávio Bolsonaro estão, segundo o @Datafolha, tecnicamente empatados.
@FlavioBolsonaro é um candidato muito fraco e espanta muita gente para o presidente Lula, candidato a reeleição, ñ abrir vantagem
@mariosabinof Nem ele e nem ninguém, que ñ tenha direito a foro privilegiado deve ficar com processo no STF? E os que ficaram? Que os processos, caso prospere o pedido do PGR, sejam anulados.
@congressonacio2@SenadoFederal@camaradeputados mas os @davialcolumbre e assemelhados.
Não é o STF, são os Moraes e Dinos... e Mendes.
E por aí vai.
Uma vez mais, ministros do STF, supremos nas vontades e nos caprichos, exercitam a função Grande Irmão.
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"A História tem, por vezes, um senso de humor indecente. O sujeito passa a vida dizendo que detesta a ditadura e, de repente, resolve ressuscitar uma de suas ideias. Foi mais ou menos isso que aconteceu agora no Supremo Tribunal Federal (STF), onde os ministros Alexandre (...)"
"(...) de Moraes e Flávio Dino resolveram reabrir a discussão sobre a exigência de diploma para o exercício do jornalismo. (...)"
O problema do Brasil ñ tem origem nas instituições, mas nos seus gestores e líderes.
Não é o @congressonacio2@SenadoFederal@camaradeputados,
"A vitória do ABC, ontem, não terminou quando o juiz apitou o fim do jogo. Ela começou justamente aí. O 1 a 0 sobre o Nacional-AM, diante de 31.059 torcedores na Arena das Dunas, foi uma espécie de certidão de nascimento de um futuro que o alvinegro havia perdido um (...)"
Por que homens não devem competir contra mulheres no esporte: o que diz a ciência
A diferença de desempenho entre os sexos não se resume aos níveis de testosterona no sangue no momento da competição.
Mulheres não são homens com níveis mais baixos de testosterona.
Homens possuem quadris mais estreitos e mais inserções musculares, favorecendo economia de movimento em corridas e saltos.
O ângulo Q (quadríceps) mais aberto nas mulheres faz os vetores de força levarem o joelho a uma posição de valgo, mecanismo típico da lesão do ligamento cruzado anterior (LCA). O ligamento feminino também tende a ser menor e menos robusto.
Mulheres têm risco de duas a oito vezes maior de ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) em comparação a homens no mesmo esporte, ligado a fatores anatômicos, hormonais e biomecânicos.
A pelve mais larga das mulheres cria um ângulo maior entre quadril e joelho, alterando a forma como a força é transmitida pela articulação.
Homens possuem coração, pulmões e traqueia maiores, ampliando a capacidade cardiorrespiratória;
Também possuem maior densidade óssea, envergadura e estatura média;
Mesmo após anos de supressão hormonal, permanecem com maior massa e potência muscular.
No volei, a rede masculina é de 2,43m e a feminina é de 2,24m, porque a média de altura de homens é maior que de mulheres.
Homens tendem a ter mais massa muscular e força absoluta, pois têm predominância de fibras musculares tipo II (fibras de contração rápida, associadas a força e potência).
Homens possuem mais glóbulos vermelhos no sangue, o que proporciona maior capacidade de transporte de oxigênio e desempenho aeróbico superior.
Para um esforço físico equivalente, a frequência cardíaca da mulher costuma ser mais elevada, o que antecipa a sensação de cansaço.
Mulheres têm concentração de hemoglobina cerca de 10% menor, o que reduz o conteúdo arterial de oxigênio e a oferta total de O₂ ao corpo.
Revisões científicas (Hilton & Lundberg, 2021; Stebbings et al., 2021; Hunter & Senefeld, 2024) mostram que terapias com estrogênio e bloqueadores de testosterona reduzem o desempenho de atletas do sexo masculino, mas não revertem essas vantagens estruturais adquiridas antes ou durante a puberdade.
Em corredores, mesmo após dois anos de terapia hormonal, os tempos seguem significativamente mais rápidos do que os das mulheres (Roberts, Smalley
& Ahrendt, 2020).
Essas diferenças, aliás, começam antes da puberdade: aos 8 anos, meninos já superam meninas em média em quase 5% no salto em distância e mais de 30% no lançamento de dardo - atribuído a fatores genéticos ligados ao cromossomo Y (Brown, Shaw & Shaw, 2025).
Estudos que negam as diferenças entre mulheres e homens que reduzem testosterona podem envolver conflitos de interesse.
Um homem pode deliberadamente reduzir ou ocultar seu desempenho máximo, mas não pode simular uma capacidade física superior à que possui.
Por isso, pesquisas que afirmam que não há vantagem precisam ser lidas com ressalvas extras pois não necessariamente demonstram a ausência de uma vantagem potencial.
As categorias femininas existem justamente para que, sem competir contra a vantagem física masculina, seja garantido às mulheres que o mérito, o treino e o talento é que decidem uma competição.
Ignorar as diferenças biológicas em nome da autodeclaração de gênero não amplia direitos: desloca o problema, transferindo o ônus da "inclusão" para as próprias mulheres, que perdem espaço, segurança e reconhecimento.
Defender categorias femininas baseadas no sexo é única forma de garantir que o esporte feminino seja justo.