@FalhaDeSeuPaulo O maior Ladrão da história mundial na minha porta? Não diria nada! Chamá-lo do que ele é, todos já o fazem por onde quer que ele passe. Chamar a policia, não vai adiantar muito, creio. Então, daria cabo do Verme com um belo tiro na cara. É isso!
Derrotar o PT é a prioridade. Sempre. Mas é preciso ser sincero. Flávio eleito seria governo centrão sem qualquer confronto ao sistema e ao STF. É refém dos monstros do pântano antes mesmo da largada // É hora de os brasileiros decentes se unirem. Sempre foi meu ponto.
A presidente do TSE, Cármen Lúcia, cancelou uma multa de R$ 600 mil aplicada por Moraes a uma usuária comum do X. O motivo é cristalino: a cobrança foi imposta SEM QUE A INVESTIGADA SEQUER TIVESSE SIDO INTIMADA.
Vale lembrar como funcionou o esquema. Em janeiro de 2023, Moraes determinou multa diária de R$ 20 mil em caso de reincidência, mas a ordem foi comunicada apenas às plataformas. A cidadã afetada não foi notificada. Meses depois, em junho de 2023, a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) "monitorou" o perfil, e Moraes aplicou a multa acumulada referente a quase um mês. Só ENTÃO a usuária foi intimada.
Ou seja, descumprir uma decisão da qual você nunca soube virou crime.
E qual foi a postagem "criminosa" que deflagrou tudo isso? Um tweet de maio de 2023, com 61 visualizações, em que Rita de Cássia Serrão escreveu: "A mais pura verdade o que nos deixa a certeza de que eles não venceram a eleição mas sim tomaram o poder". Por essa frase, uma mera OPINIÃO, Moraes quis lhe cobrar R$ 600 mil.
Pior: a própria AEED admitiu, ao reanalisar o caso, não ter encontrado conteúdos com "franca apologia a atos antidemocráticos" no perfil. Cármen Lúcia desautorizou a punição, e o Ministério Público Eleitoral também considerou a cobrança irregular.
E há a opacidade. Como mostrou a Folha, o TSE não fornece sequer dados agregados sobre a atuação da AEED. Dos 25 processos eleitorais sigilosos citados no relatório da Comissão Judiciária da Câmara dos Deputados dos EUA, presidida por Jim Jordan, apenas 3 estão públicos. A Folha pediu mais informações ao tribunal sobre a atuação do órgão e não foi atendida.
Na prática, foi o Congresso americano que furou o sigilo do próprio órgão "de combate à desinformação". Sem o relatório de Jordan, o cidadão brasileiro continuaria no escuro sobre como Moraes operava bloqueios de perfis e multas milionárias contra anônimos. Na verdade, ainda continua, pois não há como saber a quantidade exata de procedimentos e quantas pessoas foram afetadas pela perseguição política.
Vale lembrar quem expôs por dentro essa engrenagem: Eduardo Tagliaferro, ex-chefe da AEED. Suas mensagens vazadas revelaram ordens informais do gabinete de Moraes, relatórios feitos sob medida e "denúncias anônimas" que partiam do próprio gabinete. Em novembro de 2025, a 1ª Turma do Supremo, por unanimidade, tornou Tagliaferro RÉU. O delator virou alvo, perseguido por quem expôs.
A decisão de Cármen Lúcia é um raro vislumbre do óbvio: a AEED operava como uma polícia política, sem critério, sem intimação, sem transparência, não oferecendo nem mesmo a chance de defesa aos investigados.
Isso não é defesa da democracia. É exatamente o seu oposto.
A prioridade número 1 da esquerda é a censura da internet. Sem censura, eles perdem.
Segundo a matéria, as plataformas terão duas horas para tirar do conteúdos considerados "antidemocráticos", por conta do novo decreto.
Quem define o que seria "antidemocrático"? A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, uma autarquia abaixo do ministério da Justiça.
Ou seja, é tão certo quanto o sol nascer amanhã que será mais uma arma da esquerda para calar e perseguir opositores.
@marsiglia_andre Ele, o Xandão e Cia, suspenderia a eficácia da PEC, claro. Pode? Claro que não, mas, como sabemos, Estamos numa Ditadura do crime Organizado.