This is:
The United States Press Secretary, Karoline Claire Leavitt:
“Now, nearly ten years later, thanks to the declassification of documents by the Director of National Intelligence @DNIGabbard the truth has finally come to light—and it vindicates President Trump and his family.
Barack Hussein Obama manufactured intelligence as part of a ‘seditious conspiracy’ to overthrow the Constitutional Republic of the United States in 2016.
@PressSec:
“While pretending to engage in a peaceful transfer of power, in private Barack Hussein Obama went to great and nefarious lengths to sow discord among the public and sabotage his successor, President Trump.
The new evidence released by the Director of National Intelligence confirms that the Obama administration manufactured and politicized intelligence, which was later used as justification for baseless smears against President Trump—an effort to delegitimize his victory before he even took the oath of office.
The truth is that President Trump never had anything to do with Russia, and the Russia collusion hoax was a massive fraud perpetrated on the American people from the very beginning. The worst part is that Obama knew the truth, as did all the other corrupt officials involved in the scam, including former CIA Director John Brennan, former Director of National Intelligence James Clapper, former FBI Director James Comey, former Deputy Director Andrew McCabe, and many others.”
———— HILLARY CLINTON, SUSAN RICE, LORETTA LYNCH, SALLY YATES, LISA MONACO, Adam Schiff, Peter did Lisa, Lisa did Peter, Bruce Whore, Nellie Whore, Robert Mueller, Rod Rosenstein, Andrew Weissmann, Valerie Jarrett, Ben Rhodes, John Carlin, Mary McCord, James Baker, Jonathan Moffa, Michael Kortan, David Laufman, Samantha Power, John Kerry, Denis McDonough, Jim Rybicki, Bill Priestap, Christopher Steele, Richard Dearlove, Alexander Downer, Stefan Halper, Josef Mifsud, Sergei Millian, Sidney Blumenthal, Cody Shearer, Terry McAuliffe, Jonathan Winer, John Podesta, Huma Abedin, Anthony Weiner, Cheryl Mills, Heather Samuelson, Jake Sullivan, Robbie Mook, Debbie Wasserman Schultz, Peter Kadzik, Rachel Brand, Matthew Axelrod, Mary Jacoby, Preet Bharara, Josh Campbell, Jennifer Palmieri, Sir Andrew Wood, Robert Hannigan, Alexandra Chalupa, Michael Sussman, Dimitry Alperovich, and officials from the DNC, Crowdstrike, Fusion-GPS including Glenn Simpson,
And Perkins Coie, including Marc Elias, ‘manufactured’ the Russian collusion conspiracy hoax—a seditious conspiracy with the sole intent to topple the United States government during the 2016 presidential election. And Christopher Wray.
“Se livram de investigação… “
Que título fdp …
Quando se abre a matéria o próprio MPF reconhece que o arquivamento do caso é o único caminho a ser adotado por falta de provas.
Fiquem atentos.
nikolas quer eleger uma bancada anti-Bolsonaro usando nossos votos!
Não vote em nenhum candidato que não esteja engajado na campanha do meu amigo Flávio Bolsonaro!
> O comunista que não quis coletivizar seu canal com o partido porque "não iam ter condições de sustentar sua família"
> O capitalista que repartiu a sua empresa com seus funcionários e deixou todo mundo rico
Elon Musk fez mais de 4 mil pessoas milionárias com esse IPO. E com as diversas empresas que criou, gerou muito mais valor pra sociedade do que para si próprio.
Se fosse possível vender todo o seu patrimônio sem desvalorizá-lo, obtendo esses aproximados US$1 trilhão, daria pra pagar míseros 2 meses de gastos do governo americano. E depois?
O problema não é e nunca será a geração de riquezas, é a pobreza. E Elon se tornar trilionário não deixa ninguém mais pobre.
Enquanto isso, a única coisa que Erika fez na vida foi gastar dinheiro público para ficar loira e branca, usando marcas de luxo cujos donos ou criadores são bilionários. 🤡
Erika é a síntese da esquerda: não entende a dinâmica da economia, é invejosa, hipócrita e completamente inútil. 🤷🏻♀️
A cena seria cômica se não fosse um retrato tão preciso do colapso da honestidade intelectual na Europa.
Uma jornalista foi até um bairro de maioria muçulmana para defender diante das câmeras que aqueles moradores eram pacíficos e que as preocupações da população eram exageradas.
Era para ser mais uma reportagem educativa. Mais uma aula de moral para mostrar que quem critica determinadas políticas migratórias estaria apenas espalhando preconceito.
Mas a realidade resolveu participar da transmissão.
Enquanto a jornalista tentava convencer o público de que tudo estava sob controle, surgiu uma gangue de homens muçulmanos exigindo que ela fosse embora imediatamente.
Não satisfeitos, ainda a ameaçaram de morte.
Repito.
A jornalista estava dizendo ao público que eles eram pacíficos.
Eles responderam ameaçando matá-la.
É difícil imaginar uma desmontagem mais humilhante de uma narrativa.
Nenhum comentarista precisou rebater. Nenhum opositor precisou argumentar. Nenhuma estatística precisou ser apresentada.
Os próprios personagens da reportagem fizeram o trabalho.
O que chama atenção não é apenas a ameaça.
É o nível de desconexão das elites políticas e midiáticas que continuam tentando vender uma realidade paralela para a população.
Durante anos disseram que qualquer preocupação era racismo.
Disseram que qualquer crítica era extremismo.
Disseram que qualquer alerta era teoria conspiratória.
Agora a própria realidade entra em cena, toma o microfone e destrói o roteiro ao vivo.
A verdade tem um defeito cruel para os propagandistas.
Ela não precisa de autorização para aparecer.
E quando aparece, geralmente chega sem avisar.
A estabilidade econômica exige coordenação entre a política fiscal e a política monetária.
Neste vídeo, discuto o atual descompasso entre essas duas frentes e os riscos que isso traz para a inflação, os juros, a sustentabilidade da dívida pública e o crescimento econômico.
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
Quando perguntarem para você qual a diferença entre direita e esquerda, diga que a esquerda quer que você viva para sempre com uma esmola de 600 reais do governo, a direita quer fazer isso aqui 👇
Itália se junta a Espanha e EUA e declara Alexandre de Moraes um juiz parcial. A Justiça italiana anulou a extradição de Zambelli pois ele foi 'vítima' e 'juiz'. Se este Senado não impichar Moraes, o próximo vai. Por isso, @DepSanderson e eu somos pré-candidatos ao Senado.
🇺🇸 Atenção: os Estados Unidos atacaram na Venezuela.
O Exército Americano varreu do mapa um esconderijo do Tren de Aragua, grupo ligado ao Foro de São Paulo, fundado por Lula.
A ação, segundo Washington, eliminou Niño Guerrero, líder do grupo.
E Lula quer proteger o PCC.