@Almofada_Azul@RuiLima85 Tu ainda não percebeste o ponto. Nós não estamos a dizer “quero usufruir e não pagar”. Estamos a dizer não quero que o Estado me tire o dinheiro à força (aka roubar) para decidir por mim onde o gasto.
Se quero ir ao hospital X, vou ao X e pago. Se quero ir ao Z, vou ao Z e pago.
Every government-issued paper currency in history has collapsed. Every single one.
Rome debased the denarius until it held almost no silver. Weimar Germany printed the mark into oblivion by 1923, destroying middle-class savings in under four years. The Continental dollar, the French assignat, the Zimbabwean dollar, the Venezuelan bolivar. The list runs long and the ending never changes.
Central banks manage fiat currency to fund government spending that tax revenue cannot cover, not to protect your purchasing power. Inflation is a tax. Every dollar created without corresponding production transfers purchasing power from savers to first spenders, which is always the government and its connected institutions.
The dollar has lost over 97% of its purchasing power since the Federal Reserve opened for business in 1913. That loss did not happen accidentally; the Fed ran the printing press, and you absorbed the damage.
Defenders will argue that modern central banking is more sophisticated than Weimar. The math remains identical: spend beyond revenue, monetize the gap, dilute the currency. Sophistication only determines the speed of the destruction.
No fiat currency has ever survived indefinitely. Not one government has voluntarily relinquished the power to inflate. Given those two facts, the current dollar's long-term trajectory requires no guesswork.
Os políticos agem como libertários,
mas obrigam-te a cumprir as regras deles: impostos, licenças, formulários e burocracia.
Eles fogem para paraísos fiscais, ocultam rendimentos, fazem obras e passam por cima das regulamentações.
Enquanto tu sufocas com o peso do roubo estatal.
Milei, o “libertário” que não fechou o Banco Central
Para o Partido Libertário, Javier Milei nunca foi libertário – e dificilmente alguma vez o será. Pode citar Mises, Rothbard ou Hoppe, brandir a motosserra e vender-se ao mundo como anarcocapitalista. A prática, porém, vale mais do que a propaganda.
Prometeu fechar o Banco Central. Não fechou. O Banco Central continua a existir, a gerir a moeda, a intervir no mercado e a expandir a base monetária. O M2 argentino cresceu de forma colossal desde a sua tomada de posse.
Na política externa, trocou o não-intervencionismo libertário pelo alinhamento com Estados e alianças militares. Pediu para aproximar a Argentina da NATO como parceiro global. Fez do apoio ao Estado genocida e terrorista de Israel uma bandeira política, mesmo perante acusações gravíssimas relativas à destruição de Gaza.
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Nas Malvinas, regressou à velha cartilha nacionalista: soberania, segurança nacional, sanções, reforço militar e ameaças a empresas privadas.
Libertarianismo não é substituir uns burocratas por outros mais eficientes. Não é administrar melhor um Banco Central. Não é escolher o Estado estrangeiro certo para apoiar. Não é reforçar exércitos em nome da pátria. É reduzir o poder coercivo do Estado sobre a vida, a propriedade e as escolhas individuais.
Apesar de tudo, há uma lição a tirar. Bastou uma pequena brisa de liberdade – um sopro – através da desregulação, do corte brutal da despesa pública e da retirada de obstáculos à actividade económica, para a Argentina começar a respirar. A pobreza caiu de forma expressiva. Nem foi preciso libertarianismo a sério. Imaginem se fosse. A liberdade sempre vence.
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Depois da farsa Covid, o 11 de Setembro foi a maior psyop da história!
O WTC 7 não foi atingido por qualquer avião. Ardeu durante horas, depois de ser atingido por destroços da Torre Norte, e acabou por ruir. O NIST – Instituto Nacional de Normas e Tecnologia dos EUA – atribuiu o colapso aos incêndios e à falha progressiva da estrutura, classificando-o como o primeiro colapso total conhecido de um edifício alto provocado sobretudo por incêndios!
As imagens eram tão pouco banais que, nesse próprio dia, um jornalista descreveu a queda como parecendo “uma implosão planeada”!
Também é factual que a defesa aérea norte-americana não conseguiu interceptar nenhum dos quatro aviões, no espaço aéreo mais vigiado do planeta!
Depois há as chamadas: Mark Bingham, passageiro do voo United 93, telefonou à própria mãe e apresentou-se: "Mom, this is Mark Bingham." Sim, à mãe. O equivalente português seria: "Mãe, é o Mário Meireles!"
Depois, temos o voo 77. Segundo a versão oficial, o Boeing 757 executou uma curva descendente de cerca de 330 graus, terminou-a a pouco mais de 600 metros de altitude, alinhou-se com o Pentágono, acelerou quase à potência máxima e atingiu-o a cerca de 850 km por hora! Hani Hanjour possuía licença comercial multimotor, mas documentos oficiais registam avaliações de instrutores que consideravam o seu desempenho muito abaixo do padrão e chegaram a aconselhá-lo a desistir!
A verdadeira obscenidade veio depois: guerra sem fim, tortura, legislação sobre branqueamento de capitais e “combate ao terrorismo” – na verdade, os maiores terroristas são precisamente o EUA –, vigilância em massa e o Iraque vendido com informação falsa sobre armas de destruição maciça.
Para um libertário, o Estado moderno é a maior organização criminosa criada pela humanidade. O Estado moderno sempre mentiu, sempre enganou, sempre manipulou, com um único propósito: roubar-nos e extorquir-nos sem a nossa resistência!
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Hitler:
Puppet of the Elites.
Architect of Germany’s Ruin.
Hitler was no German nationalist.
He was a manufactured agent.
Installed to gut European civilisation from within.
He rose from a lowly corporal.
Suddenly he commanded fortunes in gold.
Resources poured in.
High-level Masonic networks funded him.
Foreign intelligence services backed him.
Their goal: neutralise the Germanic threat forever.
Occult circles programmed him.
They mind-controlled him.
They directed every move.
Hitler danced to orders from London.
He danced to orders from New York.
National Socialism was a deliberate perversion.
A socialist construct.
It was never meant to elevate the German people.
It existed to drown them in catastrophic blood rituals.
The two world wars were no defensive struggles.
They were no spontaneous aggressions.
They were calculated assaults.
The Black Nobility launched them.
Their target: the most culturally pure empire on the continent.
The most productive empire on the continent.
Hatred of the Germans had festered for centuries.
The benign German Empire had to die.
Its philosophy, science, music, and industry threatened everything.
It had to be dismantled.
Hitler was the perfect instrument.
Radical enough to radicalise the masses.
Reckless enough to invite total destruction.
Controllable enough to serve the true power brokers.
The entire Nazi apparatus existed for one purpose.
To provoke.
To bleed.
To erase Germanic identity.
All under the guise of racial purity.
What followed was the plan.
Devastation of cities.
Cultural erasure.
The total rewriting of history.
The official story of a lone madman seizing power is the greatest cover story of the twentieth century.
Hitler was the tool.
The West’s hidden masters used him.
They completed their long war against the North’s creative spirit.
Germany did not fall despite Hitler.
Germany fell because of him.
He was the ultimate double agent.
In a war of civilisations.